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terça-feira, 4 de setembro de 2018

«Why This MIT Dean Is Leaving Her Job to Start a New Kind of University»


Veja aqui




Conheça a protagonista e a INICIATIVA (a que se refere a imagem de inicio) que em 2016 levou ao  artigo do The Cronnicle of Higher Education que deu o titulo a este post, através de um novo artigo - de dezembro de 2017:

«An MIT Dean Planned a University With No Classrooms. Here’s Where It Stands».

Em resumo, tudo isto é sobre o FUTURO DA UNIVERSIDADE, mais genericamente, sobre o FUTURO DO ENSINO SUPERIOR.  No Encontro havido em Fevereiro deste ano, no nosso IPL, - «DESAFIOS: IPL NO ENSINO SUPERIOR E NA COMUNIDADE - falou-se disto. E, a nosso ver, está mais do que nunca na «ordem do dia». Simplificando, explicitemos o tema: ensino e aprendizagem construídos na intercessão das «coisas» - «science, technology, and humanity» ...




quarta-feira, 14 de junho de 2017

«Solved! Better pupil discussion in the classroom»



«Summary
It is now increasingly common practice for teachers to record themselves teaching as a way of reflecting upon their practice, but what about recording the pupils themselves? Our recent report showed how important it is that students do more collaborative problemsolving at school to get them ready for work. Yet despite strong evidence for its impact, it is rarely taught in schools. At Nesta we want to support collaborative problem-solving (CPS) practice in the classroom. Over the next year we’ll be supporting four pioneering innovators in the field to create new tools and test them with students. In 2016 we embarked on the first of these four experiments, a small-scale exploratory pilot with Harris Academy, Battersea.  Our approach was simple and inexpensive, using dictaphones to produce transcripts in order to examine their effectiveness as a tool for developing pupils’ problem-solving discussions. We worked both UK Transcription and AI Media who were able to turn around recordings in just a few days and The University of Melbourne for help with coding them. (...)».




quinta-feira, 23 de março de 2017

«TEMAS EM VEZ DE DISCIPLINAS»



Leia no Público online

«À semelhança da Finlândia, Portugal também poderá ter uma experiência do que é o ensino por temas em vez de por disciplinas. Esta é pelo menos uma das propostas que o Ministério da Educação (ME) vai fazer às escolas no âmbito daquela que, até agora, tem sido chamada de “flexibilização curricular”, mas que nesta quarta-feira, durante uma “sessão de esclarecimento” para jornalistas, foi apelidada pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, de “flexibilização pedagógica”».
Refletindo nós sobre a notícia, a medida é para o ensino antes de se entrar no superior, mas, pensando bem, não deveria ser algo «obrigatório» no ensino politécnico e universitário? De facto, o «isolamento» dentro das fronteiras de cada unidade curricular é por vezes asfixiante. Bem sabemos que a transversalidade já é conceito e prática em escolas de sucesso, mas noutras ... Noutras, é penoso ver como de forma peremptória se «decreta» assim: esse tema não é dessa unidade curricular. Esquece-se que «Tudo está em tudo» - titulo de um ensaio de Maria de Lourdes pintassilgo - que alertava para isso mesmo. Esquece-se que na vida, em especial da do mundo do trabalho, os saberes têm de se cruzar, unificar ...aplicar-se a um só tempo. 


«Tudo está em tudo/Uma fundamental e fascinante teoria»
Revista VISÃO  de 13 NOV 2003