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domingo, 12 de fevereiro de 2017

« No final do ano, o diretor não iria apenas perguntar quão bem o professor tinha ensinado os seus ou as suas alunas, mas também qual o contributo dele para melhorar todo o sistema educativo»




Leia no Observador
Do trabalho do Observador:

«(...)
Mas, para além disto, muito de tudo isto se deve a políticas e práticas que são adotadas nesses países. Deixe-me dar-lhe um exemplo. Depois dos resultados do PISA em 2012 terem sido tornados públicos, fiquei interessado em Shanghai. E quando visitei Shanghai em 2013 vi professores a usarem uma plataforma digital para partilharem planos de aula. O que só por si não era nada de muito raro. O que os tornava diferentes era que quanto mais os outros professores fizessem download das lições, as criticassem ou melhorassem, maior era a reputação do professor que a tinha partilhado. No final do ano, o diretor não iria apenas perguntar quão bem o professor tinha ensinado os seus ou a suas alunas, mas também qual o contributo dele para melhorar todo o sistema educativo. A abordagem de Shanghai não é só um ótimo exemplo para identificar e partilhar boas práticas entre professores, como também é poderosa do ponto de vista do crescimento e desenvolvimento profissional. Desta forma, Shanghai criou uma comunidade de professores e criou espaço para a criatividade e a iniciativa dos professores. (...)
As competências sociais e emocionais que nos ajudam a viver e trabalhar juntos são cada vez mais importantes para o sucesso no trabalho e na vida. Essas são as competências necessárias para definir metas, trabalhar em equipa e gerir emoções. Desempenham um papel essencial em todas as fases da vida. Juntamente com as capacidades cognitivas e de aprendizagem, é importante que os alunos desenvolvam fortes competências sociais e emocionais, que os vão ajudar a equilibrar e definir a sua personalidade. Isto pode incluir traços de caráter como perseverança, empatia, resiliência, “mindfulness”, ética, coragem ou liderança. (...)
Nós precisamos de pensar não apenas no currículo, mas, mais ousadamente, na organização da aprendizagem. O passado foi sobre a sabedoria recebida, o futuro é sobre a sabedoria gerada pelo utilizador. O passado estava dividido — com professores e conteúdos divididos por disciplinas e alunos separados por expectativas de perspetivas futuras. O passado podia também ser mais isolado — com as escolas concebidas para manter os alunos dentro e o resto do mundo lá fora, com uma falta de envolvimento com as famílias e uma relutância das escolas em se associarem umas às outras, em serem parceiras. O futuro precisa de ser integrado — com ênfase na integração das disciplinas e dos estudantes –, precisa de ser conectado — para que a aprendizagem esteja ligada a contextos do mundo real e a questões contemporâneas e aberta aos recursos existentes na comunidade.
O ensino no passado estava baseado em matérias. O ensino no futuro será de assentar nas experiências de aprendizagem que ajudam os alunos a pensar além dos limites das disciplinas. O passado era hierárquico, o futuro terá de ser mais colaborativo. (...)». Leia na integra.


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

«Opportunities and impact of new modes of teaching»

Veja aqui

«Over the past years, universities have intensified a deeper transformation of teaching and learning in higher education, based on e-learning and online education. New modes of teaching and learning create new opportunities for enhancing the quality of the learning experience for on campus students, for reaching out to new target groups off campus and for offering freely accessible open education through the internet (OERs, MOOCs). They support the quality, visibility and reputation of the institution.
Higher education can meet these challenges if the systems are resilient enough. Therefore, higher education should be modernised, making use of new technologies.Through new modes of teaching and learning the three complementary  areas in higher education are made adaptive to meet the challenges described: (1) blended and online degree education will allow higher quality degree education for larger student groups, who will even belong to smaller communities and enjoy intensive education, linked to research and innovation; (2) flexible continuous education and continuous professional development online, including new types of short learning programmes, will prepare students for innovation and entrepreneurship in business; and (3) online open education through OERs and MOOCs will enrich citizens in order to participate better to society at large».

sexta-feira, 8 de julho de 2016

O ENSINO E APRENDIZAGEM NO SÉCULO XXI



AQUI



Com frequência temos feito a apologia do uso das novas tecnologias no ensino e aprendizagem, de que a modalidade mais divulgada talvez seja a  conhecida por eLearning no ensino à distância. É assim que aqui damos conta da oferta educativa a que se refere a imagem. Saiba mais aqui. De lá: 

«(...)
As diversas partes de todos os cursos são apresentadas em blocos disponibilizados gradualmente, seguindo um calendário definido pela Coordenação Pedagógica. Os conteúdos disponibilizados estão acessíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, permitindo a cada estudante organizar o seu tempo de estudo.
O Gabinete de Apoio à Formação Avançada da Universidade Católica está ao serviço dos estudantes no que diz respeito às questões administrativas e instruções referentes à utilização da plataforma na internet, esclarecendo as dúvidas por correio eletrónico ou telefone.
O acompanhamento pedagógico dos estudantes é feito pela equipa coordenadora de cada curso, composta pelo seu diretor científico e pelo responsável pedagógico de todas as formações, Juan Ambrosio.
No início do ano, os estudantes devem escolher se desejam ser avaliados, modalidade reservada a pessoas com o mínimo do 12.º de escolaridade, e que implica a realização de trabalhos escritos.
Na modalidade de curso livre a avaliação não constitui requisito obrigatório, e os estudantes terão, da parte dos professores, a mesma atenção dedicada aos alunos sujeitos a provas e a uma nota final. (...)».

Em particular, gostamos da existência daquelas modalidades, igualmente valorizadas. A nosso ver, é o que se pode denominar por Boas Práticas com que se pode aprender.




quarta-feira, 2 de outubro de 2013

«INDISCIPLINA CRESCE NO ENSINO SUPERIOR»



O titulo deste post é o titulo de  uma artigo publicado no caderno principal do Expresso desta semana (que saiu a 27 e não a 28 como está na imagem devido às Eleições Autárquicas) de Joana Pereira Bastos com ilustração de Helder de Oliveira. Pode ler-se: «Mau comportamento leva universidades a criara códigos de conduta que preveem sanções das aulas ou expulsão». E outra passagem: «Segundo um inquérito realizado a mais de 3300 estudantes da Universidade de Lisboa, um quarto dos jovens admite ter problemas recorrentes de concentração». Bernardo Barahona Corrêa, professor na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e investigador da Fundação Champalimaud, especialista em atenção, adianta: «Há claramente uma cultura nova que faz com que se dispersem facilmente e tenham grande dificuldade em manter a atenção. Por outro lado, o facto de sairem da casa dos pais e terem uma vida autónoma cada vez mais tarde também ajuda a explicar a maior imaturidade com que chegam ao ensino superior». E acrescenta: «Noto um aumento da perturbação nas aulas de ano para ano. Por vezes temos de mandar alunos para a rua como se fossem miudos de 14 anos».   
Mas do artigo detive-me no texto da imagem e, por experiência pessoal, revejo-me no que ali está escrito.  
Mas, por outro lado, no mesmo dia, no NYT  «Technology and the College Generation» mostra como as coisas não são lineares. Começa assim: «As a professor who favors pop quizzes, Cedrick May is used to grimaces from students caught unprepared. But a couple of years ago, in his class on early American literature at the University of Texas at Arlington, he said he noticed “horrible, pained looks” from the whole class when they saw the questions. 
He soon learned that the students did not know he had changed the reading assignment because they did not check their e-mail regularly, if at all. To the students, e-mail was as antiquated as the spellings “chuse” and “musick” in the works by Cotton Mather and Jonathan Edwards that they read on their electronic books». Continue a ler.
Em conclusão, como não podemos ficar à «espera da última moda» temos que ir tentando acertar em ação.



sábado, 12 de janeiro de 2013

«O FUTURO DA EDUCAÇÃO», SEGUNDO SALMAN KHAN

Um Mundo, Uma Escola: A Educação Reinventada
 
«Salman Khan iniciou uma verdadeira revolução no ensino ao propor educação gratuita e de qualidade para todos com o emprego de tecnologia e ideias inovadoras como veicular lições pela internet. Seus vídeos gratuitos recebem milhões de acessos e lhe angariaram a admiração de nomes como Bill Gates, Carlos Slim e George Lucas. Neste livro, Sal expõe sua visão radical para o futuro da educação, bem como sua trajetória, de analista de fundo de hedge a professor da maior sala de aula do mundo».
 E sobre Slaman Khan no Mercado Ético de ontem:Um mundo, uma escola. O título do livro recém-lançado de Salman Khan, o homem por trás da Khan Academy e a posterior revolução dos MOOC’s, sintetiza bem o que ele acredita ser o futuro da educação: nada de salas de aula, quadros negro e alunos dispersos. A ideia é utilizar a tecnologia (e sim, os vídeos) a favor dos professores.
Sal, como é conhecido, acredita que o sistema atual submete estudantes e professores a um modelo imposto de cima para baixo ultrapassado, inventado na Prússia há dois séculos. Assim, o talento, a criatividade e a interatividade estariam do lado de fora da sala de aula.
Para ele, um aprendizado eficiente requer exposições interativas e curtas – suas lições virtuais duram, em média, 20 minutos. Dessa forma, ele propõe um sistema no qual o estudante pode assistir em casa uma videoaula do professor (que será padrão para todas as turmas e a melhor possível, além da vantagem de poder ser assistida quantas vezes for necessário) e ir à escola somente tirar dúvidas e realizar atividades intelectualmente desafiantes.
Outra alternativa é a possibilidade de monitorar o desempenho dos alunos em tempo real pela internet. É o que faz um programa, desenvolvido por ele, ao permitir que professor visualize o performance do aluno no momento em que ele resolve os desafios propostos. Dessa forma, quando surge a dúvida, o professor está disponível para dirimi-la.
Não há indicativos que o cenário proposto por Khan vire realidade tão cedo. Mas é melhor ficar de olho nas ideias do engenheiro que se tornou professor ao fazer videoaulas para ensinar matemática a sua sobrinha e acabou conquistando mais de 200 milhões de pessoas ao redor do mundo, inclusive Bill Gates, que chegou a se declarar fã de Sal.

 
 
 
Na Licenciatura em Contabilidade e Administração/Ramo Gestão e Administração Pública também praticamos em grau razoável o uso da tecnologia no ensino e apendizagem. Fale com os estudantes atuais ou com os já formados, e veja a sua avaliação.