Actuais e potenciais contribuidores deste Blog andam em EXAMES, daí que apenas um dos indicados ao lado esteja a ser mais assíduo. Mas a seu tempo as coisas vão mudar. Aqui fica o esclarecimento porque já houve quem tivesse reparado. O que não deixa de ser bom sinal.
domingo, 15 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Excelência
«Um grande jogador é educado pela gente com quem trabalha e pela gente com quem compete. Como um grande físico, um grande químico ou um grande biólogo. Ou, se quiserem, um grande empresário ou um grande banqueiro».
Vasco Pulido Valente
in crónica de Opinião do jornal Público de 2008-06-14
O mesmo acontece, do nosso ponto de vista, com um grande Estudante
Vasco Pulido Valente
in crónica de Opinião do jornal Público de 2008-06-14
O mesmo acontece, do nosso ponto de vista, com um grande Estudante
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Tratado de Lisboa

Acabo de ler que o NÃO ao Tratado de Lisboa ganhou no Referendo realizado na Irlanda. Benditos irlandeses! E porquê? Pertenço àqueles que são da opinião que deveria ter havido também um Referendo em Portugal. E nem é tanto pelo SIM ou pelo NÃO, mas porque se perdeu uma oportunidade excelente para se discutir a Europa, e em particular a União Europeia. E se o Referendo não deve ser banalizado, a situação «Tratado de Lisboa» parece-me um «clássico» em que não deveria haver dúvidas quanto à realização do referendo. Mas houve alternativa, naturalmente com toda a legitimidade jurídica. Mas a questão importante está para lá da legalidade democrática. Trata-se de construir a EU com os Cidadãos ou nas suas costas . E no entanto um pequeno País soube dizer «não». E só sublinho o «não» porque permite chamar a atenção para o assunto de uma maneira mais forte do que seria se tivessem dito SIM. E tudo leva a pensar que houve Países que não fizeram o referendo com o receio de que o NÃO vencesse e assim se complicasse a «construção da Europa».Mas nestas coisas não se pode atalhar caminho! Vem nos livros.
Entretanto, aproveitemos a oportunidada para penetrar no Tratado. Mas isto é que tem de ser por etapas. A coisa não é fácil . Aqui tem uma ajuda: http://www.eu2007.pt/UE/vPT/Presidencia_Conselho/TratadoLisboa.htm
quinta-feira, 12 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
«Cinco Mentes Para o Futuro»

Um amigo meu diz que eu dou tudo por uma boa discussão. Ao acabar de ler o livro «Cinco Mentes para o Futuro» de Howard Gardner, e editado em Portugal pela Actual Editora, em 2008 ( o original Five Minds for the Future foi publicado em 2006), uma coisa me apeteceu: ter uma boa discussão em torno do livro. Acho-o uma obra excelente, nomeadamente para quem ensina, e sugiro-o aos jovens que vão entrar no mundo do trabalho, e em particular aos formados pelo Curso de Gestão e Administração Pública do ISCAL. É minha convicção de que lhes será muito útil. E, depois, pode ser motivo para uma boa troca de ideias aqui no blog. Para começar, pode saber já alguma coisa através de http://www.actualeditora.com/
terça-feira, 10 de junho de 2008
Valores, Visão, Missão
Para cada PROCESSO trabalhado (no que se insere o 3ap de que este blog faz parte) procurámos uma visão e uma missão - que, aliás, para o 3ap estão divulgadas ao lado, mas que ainda falta burilar. Há quem ache isto um assunto apenas de académicos. Por razões que não interessam para aqui, consultámos o site da SIBS ( a empresa que gere o conhecido multibanco) e, como em tantos outros sites de organizações relevantes, lá se podem ver a MISSÃO, a VISÃO, os VALORES. Confira em http://www.sibs.pt/
segunda-feira, 9 de junho de 2008
«Carros na Periferia»

«Carros na Periferia» é o nome de um dos TUC - Trabalho da Unidade Curricular - identificados no ano lectivo de 2007/2008 na UC Processos Técnico-Administrativos e que emergiu da conjugação de vários elementos actuais e previsíveis, como, por exemplo, o preço do petróleo e as emissões de carbono. Na abordagem seguida vemos o «Processo» inserido no seu «contexto» que por aproximações sucessivas vamos estruturando. As últimas notícias em torno dos preços do combustível e das convulsões sociais que está a provocar vêm mostrar a justeza dos metodos seguidos e da actualidade do TUC referido. Discutiu-se na altura que, em termos mais globais, o que estará em causa é uma mudança de paradigma quanto à forma de viver. Acabamos de ouvir na tevisão um comentador pretigiado a dizer isso mesmo. Foi o Dr. António Vitorino.
domingo, 8 de junho de 2008
Como se Envelhece em Portugal

No dia 16 de Junho próximo, das 10 horas às 17 horas, no Auditório 2 da Gulbenkian, vai realizar-se um Fórum subordinado ao tema «Como se Envelhece em Portugal». Tema que sabemos importante para a definição de Políticas Públicas. A ENTRADA É LIVRE
CARTÃO DO CIDADÃO em Lisboa em Julho e depois do Verão nos consulados
A emissão do Cartão do Cidadão (CC), que chega em Julho ao distrito de Lisboa, vai começar a ser testada nos consulados portugueses "depois do Verão", revelou hoje em Londres o secretário de Estado da Justiça.
"Primeiro queremos fazer chegar o Cartão a todos os distritos do país", sustentou João Tiago Silveira à agência Lusa.
O CC começou a ser emitido em 2007 e substitui o bilhete de identidade, o cartão do contribuinte, de beneficiário da Segurança Social, de eleitor e de utente do Serviço Nacional de Saúde.
O cartão é dotado ainda de um "chip" com dois certificados digitais que permitem a autenticação electrónica segura do cidadão e a assinatura digital qualificada sobre documentos electrónicos.
Actualmente disponível na região autónoma dos Açores e em 12 dos 18 distritos do continente, o documento de identificação "vai chegar a Lisboa em Julho", o último distrito a ser contemplado, anunciou.
Só "provavelmente depois do Verão" é que o sistema começará a ser testado fora do país em alguns consulados de dimensão variada, mas cuja localização ainda não está definida.
Tiago Silveira mostrou-se convicto que as funcionalidades introduzidas pelo CC, nomeadamente a assinatura electrónica, "podem ter utilidade aos portugueses no estrangeiro".
Entre o segundo semestre deste ano e o primeiro semestre de 2009 será a vez de começar a funcionar o sistema informático de registo civil nos consulados portugueses.
Este sistema vai tornar mais rápido o registo de nascimentos, casamentos e óbitos ou divórcios, eliminando a necessidade de pedir certidões aos serviços em Portugal, garantiu.
...
BM.
Lusa/fim
"Primeiro queremos fazer chegar o Cartão a todos os distritos do país", sustentou João Tiago Silveira à agência Lusa.
O CC começou a ser emitido em 2007 e substitui o bilhete de identidade, o cartão do contribuinte, de beneficiário da Segurança Social, de eleitor e de utente do Serviço Nacional de Saúde.
O cartão é dotado ainda de um "chip" com dois certificados digitais que permitem a autenticação electrónica segura do cidadão e a assinatura digital qualificada sobre documentos electrónicos.
Actualmente disponível na região autónoma dos Açores e em 12 dos 18 distritos do continente, o documento de identificação "vai chegar a Lisboa em Julho", o último distrito a ser contemplado, anunciou.
Só "provavelmente depois do Verão" é que o sistema começará a ser testado fora do país em alguns consulados de dimensão variada, mas cuja localização ainda não está definida.
Tiago Silveira mostrou-se convicto que as funcionalidades introduzidas pelo CC, nomeadamente a assinatura electrónica, "podem ter utilidade aos portugueses no estrangeiro".
Entre o segundo semestre deste ano e o primeiro semestre de 2009 será a vez de começar a funcionar o sistema informático de registo civil nos consulados portugueses.
Este sistema vai tornar mais rápido o registo de nascimentos, casamentos e óbitos ou divórcios, eliminando a necessidade de pedir certidões aos serviços em Portugal, garantiu.
...
BM.
Lusa/fim
sábado, 7 de junho de 2008
Estado-Providência
A natureza e as funções do Estado fazem parte dos conteúdos programáticos de mais do que uma das actuais unidades curriculares do curso de Gestão e Administração Pública do ISCAL. Para se continuar a reflectir esta matéria aqui está um bom contributo, o artigo de opinião de Vasco Pulido Valente (VPV) publicado na edição de hoje do jornal Público. Como na edição online o artigo só está disponível para os assinantes e como não o somos deu trabalho colocá-lo aqui.
O fim de uma época
07.06.2008, Vasco Pulido Valente
Toda a gente julga que vive o fim de uma época ou, pelo menos, de uma "época de transição". É muito difícil pensar que o nosso tempo não passa de um pequeno ponto da história, sem particular importância ou significado. Mas, de há vinte anos para cá, vivemos de facto o fim de uma época: a época do Estado-Providência. O Estado-Providência, o "Estado do berço à cova", apesar de ter raízes no século XIX, nasceu muito recentemente. Na "Europa", depois da II Grande Guerra. Em Portugal, depois do "25 de Abril". Em 1945, o Exército Vermelho estava em Berlim e o comunismo do Ocidente na sua máxima força. E mesmo onde não havia comunismo, havia um sentimento igualitário, irresistível e geral, que vinha do sofrimento e do sacrifício. Nenhum governo se atreveria a refazer a sociedade "velha".De resto, a América e a Europa (reconstruída com a ajuda americana) dominavam o mundo. A energia era barata e o "crescimento" contínuo. Foi nessa altura que o Estado-Providência começou a crescer. Não faltava dinheiro nem aos "privados", nem ao Estado e, para diluir o comunismo (principalmente em França e em Itália), nada melhor do que fornecer ao cidadão comum, além de um emprego seguro e regulado, ensino gratuito, saúde gratuita e uma reforma completa numa idade, digamos, "razoável". A esquerda e a direita (o socialismo e a democracia-cristã) não diferiam nisto. Pelo contrário, concorriam entre si para trocar sempre mais "direitos" pelo voto de que precisavam. Apesar da descolonização (excepto no caso de Portugal), as coisas correram bem até ao primeiro "choque petrolífero", em 1973. Dali em diante, o limite do exercício ficou à vista.Não vale a pena falar aqui das distorções que o Estado-Providência provoca: desde um enorme aparelho administrativo, que não funciona ou funciona mal, à irresponsabilidade do indivíduo. O problema é que o dinheiro deixou de chegar para a espécie de vida que ele instaurara e se tomava agora por garantida. Na "Europa" inteira (menos na América) governo atrás de governo tentou reduzir ou "racionalizar" o "monstro", para ser logo vilificado e expulso. Os serviços pioraram, a carga fiscal aumentou. Mas ninguém conseguia conceber que a "idade de ouro" acabara de vez. Para os portugueses, que verdadeiramente não a conheceram, a renúncia é ainda pior. E a resistência, contra a lógica e a realidade, será também por isso muito pior.
07.06.2008, Vasco Pulido Valente
Toda a gente julga que vive o fim de uma época ou, pelo menos, de uma "época de transição". É muito difícil pensar que o nosso tempo não passa de um pequeno ponto da história, sem particular importância ou significado. Mas, de há vinte anos para cá, vivemos de facto o fim de uma época: a época do Estado-Providência. O Estado-Providência, o "Estado do berço à cova", apesar de ter raízes no século XIX, nasceu muito recentemente. Na "Europa", depois da II Grande Guerra. Em Portugal, depois do "25 de Abril". Em 1945, o Exército Vermelho estava em Berlim e o comunismo do Ocidente na sua máxima força. E mesmo onde não havia comunismo, havia um sentimento igualitário, irresistível e geral, que vinha do sofrimento e do sacrifício. Nenhum governo se atreveria a refazer a sociedade "velha".De resto, a América e a Europa (reconstruída com a ajuda americana) dominavam o mundo. A energia era barata e o "crescimento" contínuo. Foi nessa altura que o Estado-Providência começou a crescer. Não faltava dinheiro nem aos "privados", nem ao Estado e, para diluir o comunismo (principalmente em França e em Itália), nada melhor do que fornecer ao cidadão comum, além de um emprego seguro e regulado, ensino gratuito, saúde gratuita e uma reforma completa numa idade, digamos, "razoável". A esquerda e a direita (o socialismo e a democracia-cristã) não diferiam nisto. Pelo contrário, concorriam entre si para trocar sempre mais "direitos" pelo voto de que precisavam. Apesar da descolonização (excepto no caso de Portugal), as coisas correram bem até ao primeiro "choque petrolífero", em 1973. Dali em diante, o limite do exercício ficou à vista.Não vale a pena falar aqui das distorções que o Estado-Providência provoca: desde um enorme aparelho administrativo, que não funciona ou funciona mal, à irresponsabilidade do indivíduo. O problema é que o dinheiro deixou de chegar para a espécie de vida que ele instaurara e se tomava agora por garantida. Na "Europa" inteira (menos na América) governo atrás de governo tentou reduzir ou "racionalizar" o "monstro", para ser logo vilificado e expulso. Os serviços pioraram, a carga fiscal aumentou. Mas ninguém conseguia conceber que a "idade de ouro" acabara de vez. Para os portugueses, que verdadeiramente não a conheceram, a renúncia é ainda pior. E a resistência, contra a lógica e a realidade, será também por isso muito pior.
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