domingo, 8 de maio de 2011

PROMOVER OS DIREITOS DOS DEFICIENTES



Há dois dias teve lugar na Fundação Gulbenkian a apresentação do DRPI - Disability Rights Promotion International. Saiba mais.

sábado, 7 de maio de 2011

ADOPÇÃO «CLOUD COMPUTING» NOS USA




Via dataIdentity soubemos disto:
Adopção de Cloud Computing nos EUA
Segundo um estudo publicado recentemente a adopção do cloud computing nos Estados Unidos da América tem vindo a crescer com o uso de infra-estruturas privadas a ser a vertente mais popular.
Segundo o estudo, entre 210 executivos Americanos de TI aproximadamente um terço apenas usa infra-estruturas de cloud computing privadas, enquanto outro terço utiliza tanto privadas como publicas. Aproximadamente um em cada dez usa exclusivamente infra-estruturas publicas e cerca de um quarto ainda não utiliza qualquer forma de cloud computing
.
Veja o artigo completo aqui.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

INTERNET 2011




IADIS International Conference
WWW/INTERNET 2011
Rio de Janeiro, Brazil
5 - 8 November 2011


O endereço oficial da Conferência.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Deolinda - Parva Que Sou



Já agora também se pode ter a música, e deste modo o post anterior (penúltimo) do Marco fica completo.
P.S - Verifico, passados dias, que o Marco também tinha «som» no seu post. Ficamos com os dois, e para outra vez vou estar mais atenta.

GESVENTURE



GESVENTURE - veja do que se trata aqui. Em particular, lá também pode ver como se desenha um «circuito processual» tradicional.

sábado, 30 de abril de 2011

Que parva que sou...

Porque me identifico com a música e com a geração e porque acho que retrata desde algum tempo a nossa sociedade, publico a letra da música dos Deolinda. Acredito que devemos tentar mudar o marasmo e a inacção em que a maioria de nós se encontra. Espero como licenciado do ISCAL em Administração Pública poder contribuir para lutar contra a ideia "onde para ser escravo é preciso estudar"... para Ouvir Aqui

"Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar."

sexta-feira, 29 de abril de 2011

CONTRA A CORRUPÇÃO


Nações Unidas querem G-20 e empresas na luta contra corrupção. Mais

POR UMA REVOLUÇÃO DIGITAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PORTUGUESA




A Plataforma Activa da Sociedade Civil - PASC - divulgou uma CARTA ABERTA que a seguir reproduzimos, que nos chegou através da APDSI, e que sem grande dificuldade poderia ser subscrita pelos 3aps. E o seu conteudo poderá, em particular, interessar aos actuais estudantes para algumas das Unidades Curriculares
CARTA ABERTA AOS DECISORES POLÍTICOS PORTUGUESES
Por uma Revolução Digital na Administração Pública Portuguesa
A Plataforma Activa da Sociedade Civil - PASC é o ponto de encontro, discussão e acção de dezassete Associações provenientes dos mais diversos sectores da Sociedade Civil.

Conscientes da grave situação em que o país se encontra, reconhecendo as dificuldades económicas, a necessidade de medidas de austeridade mas, e sobretudo, conscientes de que é urgente e vital modernizar, dinamizar, e agilizar a Administração Pública Portuguesa levámos a cabo um debate público sobre “O Papel Estratégico da Sociedade da Informação no Desenvolvimento Económico e Social de Portugal”.
Na sequência deste VIII Encontro Público PASC realizado a 2 de Março decidimos, enquanto elementos da Sociedade Civil, apresentar esta Carta Aberta porque há questões que necessitam de resposta, responsabilidades que têm que ser identificadas, decisões a tomar para não corrermos o risco, neste, como em outros domínios, que tudo continue no século XXI exactamente como nos últimos vinte anos.
A multiplicação de entidades paralelas e redundantes, mesmo depois do PRACE, tem criado um clima de anulação recíproca que resulta apenas no aumento da despesa pública e consequentemente no aumento de custos de contexto.
No último relatório do World Economic Forum sobre a Competitividade Global 2010-2011 considera-se que Portugal dispõe de infra-estruturas físicas e tecnológicas suficientes para aumentar a sua competitividade, mas o maior bloqueio continua a ser o excesso de carga burocrática.
Paradoxalmente, se por um lado estamos a criar condições tecnológicas para desobstruir e acelerar processos (cartão do cidadão, plataforma de serviços comuns, etc.), estamos ao mesmo tempo a criar um clima de redundância entre serviços, entre a administração directa e indirecta do Estado, entre níveis de governo, entre administrações regionais e locais, etc., que em nada facilitam a transformação dos serviços públicos e a sua orientação para o cidadão.
Tem-se gasto dinheiro em infra-estruturas que não estamos a saber utilizar. Acima de tudo, estamos, na prática, a promover atitudes e valores de redundância, muito distantes da reorientação do funcionamento do Estado para os processos básicos dirigidos aos eventos de vida dos cidadãos e das empresas.
Apesar das boas intenções do Teste SIMPLEX, que já ninguém parece aplicar preventivamente, e apesar das iniciativas correctivas avulsas de carácter departamental, estamos longe de uma verdadeira “revolução digital” nos processos administrativos do Estado.
A maioria dos processos da administração pública actual foram concebidos para a era do papel, desconfiando das pessoas e da própria informação detida pelo Estado, transformando os cidadãos em “paquetes” destinados a recolher e entregar certidões e comprovantes que não fazem mais do que alimentar sistemas obsoletos, desconexos e inconsistentes entre si.
A revolução digital nos serviços públicos exige novos paradigmas de governação dos Sistemas de Informação, e novos relacionamentos entre as várias estruturas do Estado.
Não se trata de gstar mais dinheiro em infra-estruturas TIC, pois as que existem serão suficientes para lançar a revolução que se preconiza há vários anos. Trata-se de fazer apenas investimentos mais inteligentes e rentáveis em pessoas, processos e modelos organizacionais, capazes de permitir a desmaterialização e a interoperabilidade dos processos.
Esta revolução passa sobretudo pela partilha de informação acabando definitivamente com as certidões e comprovantes inúteis. Propomos que a maioria dos papéis actualmente entregues pelos cidadãos sejam substituídos pela troca de informação digital em back Office. Estamos a falar de enormes poupanças para o Estado e para a sociedade relativamente aos custos processuais que se praticam actualmente
Se a administração pública – central, regional e local – continuar a fazer as coisas como até aqui, o dinheiro que se gasta em qualquer plano tecnológico ou agenda digital não irá resultar significativamente na melhoria dos serviços, mas irá decerto avolumar a “burocracia electrónica” que apenas serve para alimentar territórios de poder e aumentar ainda mais a despesa pública.
O choque tecnológico parece estar aí, mas infelizmente o choque motivacional tem sido de sinal contrário.
Os processos administrativos do futuro deverão constituir orquestrações bem sincronizadas entre pessoas e máquinas. Deste equilíbrio depende o sucesso de Portugal e a qualidade de vida dos seus cidadãos.
Visando um futuro com qualidade, os agentes públicos precisam de se consciencializar de que ele se atinge no desconforto e na angústia de quem acredita na mudança e tem o desejo de ir mais além.
Os políticos e a sociedade continuam a estigmatizar negativamente a função pública esquecendo-se que deverão ser os funcionários públicos, especialmente, os agentes desta transformação.
Precisamos de pessoas com um perfil diferente na orientação da Administração Pública actual. Dirigentes que detenham competências e experiência específicas, que não se intimidem diante das crises e das dificuldades, que utilizem a criatividade, a compreensão, a humildade, a perseverança, a motivação e o espírito de liderança como meios para transformar a sociedade portuguesa.

A Direcção da APDSI

NESTA, COMO EM OUTRAS ÁREAS VITAIS PARA O PORTUGAL, A SOCIEDADE CIVIL EXIGE À GOVERNAÇÃO OBJECTIVOS MENSURÁVEIS ATRIBUÍDOS A ENTIDADES RESPONSÁVEIS.
Associações que promovem a PASC
AAACM – Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar; AACDN – Associação de Auditores dos Cursos de Defesa Nacional; ANJAP – Associação Nacional de Jovens Advogados Portugueses; AORN – Associação dos Oficiais da Reserva Naval; APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação; APE – Associação dos Antigos Alunos dos Pupilos do Exército; APG – Associação Portuguesa de Gestores; API – Associação Portuguesa de Imprensa; Associação 5º Elemento; CNAF – Confederação Nacional das Associações de Família; CAVITOP – Centro de Apoio à Vítima da Tortura em Portugal; Centro de Estudos EuroDefense – Portugal; DECIDE – Associação de Jovens Auditores para a Defesa, Segurança e Cidadania; IDP – Instituto da Democracia Portuguesa; IHD – Instituto de Humanismo e Desenvolvimento; LBP – Liga dos Bombeiros Portugueses; SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social

PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil
Um conjunto de 17 Associações da Sociedade Civil decidiu organizar-se numa Plataforma Activa da Sociedade Civil (PASC) e fomentar um relacionamento em rede, para se assumir, independentemente de partidos políticos e de políticas estabelecidas, como parceiro da mudança necessária do País e dar contributos efectivos à sociedade portuguesa.
Com a sua actividade, a Plataforma pretende mobilizar a Sociedade Civil, seja a nível nacional, regional ou local. É nossa intenção que essa mobilização se faça em torno de questões e acções concretas e que a Sociedade Civil possa contribuir com soluções de qualidade e encontrar oportunidades que revigorem o país em que vivemos.
http://www.pasc-plataformaactiva.blogspot.com/.