terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

ONU | «APP » Portuguesa Premiada





«App portuguesa Mobizy eleita a melhor do mundo na área de negócios e comércio

O software desenvolvido pela tecnológica Tekever já tinha chegado à finalíssima dos prémios WSA Mobile Content, promovida pela Organização das Nações Unidas.

A aplicação portuguesa Mobizy, uma plataforma de criação de soluções móveis orientadas para o negócio e comércio eletrónico, foi uma das grandes vencedoras dos prémios WSA Mobile Content, atribuído pela ONU. 

O prémio foi atribuído hoje, 3 de fevereiro, em Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes Unidos. O serviço desenvolvido pela tecnológica Tekever já tinha sido distinguida como uma das cinco melhores aplicações na categoria de negócios e comércio, entre centenas de concorrentes de todo o mundo. 

“A Mobizy venceu pela sua flexibilidade técnica que torna fácil o dia-a-dia das organizações, criando soluções móveis transversais para qualquer tipo de negócios e serviços. Esta aplicação é a melhor entre as melhores na área de negócios”, revela a Tekever em comunicado, citando a apreciação final do júri». Continue a ler.







É uma APP para os «Negócios», e como estaremos de APPs nas Administrações Públicas?

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

FORUM DAVOS 2015





«Upholding its tradition of stimulating dialogue among thought leaders on a range of crucial issues, Open Forum will offer six sessions on such diverse topics as immigration, religion, democracy and pandemics. Each session is designed to offer a platform for debate and interaction on controversial topics between the public and scholars, business leaders and policy-makers». Veja o programa e siga o Fórum. Um dos temas:



«Should Business Lead the Social Agenda?

Complex global problems are often left for international organizations and government to solve. As a result, however, we have failed to meet challenges such as the Millennial Development Goals. Businesses play an increasingly important role in the global system, and face growing pressure from millennial consumers and employees to align core operations with social impact. Can businesses help to find a solution to global challenges, and should these challenges really be tackled by businesses?
  • Is business doing enough?
  • Can business solve social problems and make a profit? What models exist?
  • Do other stakeholder groups need to rethink their traditional roles?» - COMENTE  AQUI.


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

SOCIEDADE ABERTA | O SAAL 1974-1976


Para a  Sociedade Aberta que se deseja no século XXI, faz sentido revisitar experiências passadas  no que se refere à participação dos cidadãos - e a participação é um dos pilares dessa sociedade que desejamos. Assim, não podíamos deixar de divulgar a iniciativa da imagem:

«O PROCESSO SAAL: ARQUITETURA E PARTICIPAÇÃO, 1974-1976
DE 01 NOV 2014 A 01 FEV 2015
Esta é a primeira grande exposição dedicada ao SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local), um projeto arquitetónico e político criado poucos meses depois do 25 de Abril de 1974. Esta fusão entre arquitetura e participação direta, numa tentativa de atender às necessidades de populações desfavorecidas, foi um dos projetos mais pioneiros na Europa do seu tempo. 
A exposição apresenta 10 projetos exemplares do SAAL através de maquetas, fotografias históricas, gravações sonoras, documentários e filmes de 8 e 16mm. A mostra também promove uma reflexão contemporânea sobre as repercussões do SAAL, incluindo uma série de encomendas fotográficas realizadas pelos fotógrafos André Cepeda, José Pedro Cortes e Daniel Malhão que apresentam o estado atual de alguns dos projetos mais emblemáticos do SAAL e uma instalação da artista Ângela Ferreira, especialmente criada para a exposição e que lida com a memória histórica e política de um dos momentos mais marcantes para a sociedade e para a arquitetura portuguesas. 
Esta exposição é comissariada pelo curador independente Delfim Sardo, Director Artístico da Trienal de Arquitetura de Lisboa de 2010 e é organizada pelo Museu de Serralves em colaboração com o Canadian Center for Architecture, Montreal». +


E um bom ponto de partida para  o ensino e aprendizagem de conteúdos programáticos, por exemplo,   no que se refere à Gestão Participativa e Orçamento Participativo  na esfera das Administrações Públicas, nomeadamente das Autarquias. 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

INICIATIVA DE POLÍTICAS PÚBLICAS



Jornal Público de 12 DEZ 2014

Factos como o descrito na imagem mostram o quanto a «coisa pública» está na ordem do dia. E isto não deve ser despiciendo para os estudantes do ISCAL quando fazem as suas escolhas relativamente a CURSOS e RAMOS a frequentar. Teremos que concluir que ainda não há suficientes cursos, centros de investigação, e demais «iniciativas» para o «Público». Neste momento o que se pode acrescentar: a seguir com atenção. Mas nos tempos mais recentes, nestes domínios,  até temos sido bafejados com conferências, seminários, palestras ... e afins. Ilustrando, e só pelo que se pode ver em posts  neste blogue, e sem os esgotar: 
 Mas nunca são demais! Claro que se deseja que não ande toda a gente a fazer a mesma coisa, e que não haja matéria pertinente que ninguém está a tocar ... 

E por «INICITATIVA», lembre-se a   «OPEN GOVERNMENT INITIATIVE»  de Obama. E, por exemplo,  o «nosso» Instituto de Políticas Públicas Thomas Jefferson-Correia da Serra (IPP), onde, entre muito outra informação, podemo aceder ao vídeo seguinte de conferência realizada há poucos dias:





sábado, 13 de dezembro de 2014

ADMINISTRAÇÃO ABERTA E SECTOR PÚBLICO MODERNO

 

Durante o debate de um trabalho de uma estudante  (a Diana)  do ramo Gestão e Administração Pública do ISCAL, em torno da Ciência Política e a Administração Pública, apareceu a EUPAN -

«EUPAN – The European Public Administration Network – is an informal network of the Directors General responsible for Public Administration in the Member States of the European Union, the European Commission and observer countries.
The informal structure of the Network is steered by the Ministers responsible for Public Administration.
EUPAN is organised on three levels:
  • Political: Ministers and the Commissioner responsible for Public Administration;
  • Management: Directors-General;
  • Technical: Working-Groups». -, e  lembrámo-nos de fazer este post aqui no 3AP, e
aproveitar para ilustrarmos como a «coisa Pública» exige, de forma permanente, continuada e sistemática, estudo e investigação. Pelos que querem trabalhar para o  Sector Público - como políticos, como gestores, como técnicos (diretamente ou como consultores) - e por aqueles que já se encontram em funções. Da visita que acabámos de fazer ao site, escolhemos a iniciativa a que se refere a brochura da imagem por ser de tema que tanto ocupa as sociedades de hoje: transparência das Administrações Públicas relacionada com a sua modernização,  diríamos, com a sua qualidade. 
 
 
http://www.eupan.eu/en/home/
 
 
 
 
 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO | Porquê só parte ?



Não é a primeira vez que neste blogue abordamos o «Orçamento Participativo», e já o dissemos, e voltamos agora a dizer,  que é matéria estudada no Ramo Gestão e Administração Pública do ISCAL seguindo-se o conceito prevalecente. Sumariando: os cidadãos participam, votando,  no destino a dar a uma verba, que, em regra, se pode dizer pequena, do orçamento de investimento em questão. O ensino e aprendizagem do tema envolve a elaboração de um trabalho prático adoptando, nomeadamente, a técnica de «Benchmarking». Nos debates que acontecem, chega-se com frequência ao questionamento  de ser apenas uma pequena parte do orçamento que é «participativo» e a outros. E quando se consegue trazer «para a mesa» outros conceitos e técnicas na esfera da Gestão Pública, como GESTÃO PARTICIPATIVA e DEMOCRACIA PARTICIPATIVA e mesmo GESTÃO PARTILHADA ou GESTÃO POR OBJECTIVOS, e GESTÃO ABERTA, e mais teorias e  técnicas sobre a gestão do futuro, aquelas reflexões ganham  legitimidade. Lembrámo-nos disto ao lermos a matéria da imagem na e-Newsletter de há dias da IBP - International Budget Partnership - que ao visar a experiência, pela primeira vez, na cidade de Paris acaba por fazer um historial e tocar outros casos, nomeadamente a cidade de Lisboa - veja aqui - e a mostrar reticências que os parisienses colocam que nos são familiares. Uma passagem:

«The initiative has been met with mixed responses. Some residents doubted the honesty and fairness of the process. Others questioned whether the city, which in June announced a €400 million ($497 million USD) budget deficit, could afford to support these kind of projects, much less the money spent on promoting the initiative. Still, many residents hailed it as an opportunity for people disengaged with local politics to get involved, regardless of their party affiliation».

E, logo de início, reparámos na «Participatory Governance», certamente mais ampla que o «Participatory Budgeting». Enfim,  apenas mais um apontamento para engrossar o debate.





terça-feira, 9 de dezembro de 2014

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL | Agenda Pós-2015


«A construção da nova agenda global pós-2015
“Em 2015, anunciaremos medidas de longo alcance sem precedentes que vão assegurar o nosso bem-estar futuro”, disse Ban Ki-moon, ao falar sobre a nova agenda global que irá suceder os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), um esforço apoiado pela ONU para reduzir a pobreza extrema e a fome, promover a educação, especialmente para as meninas, combater doenças e proteger o meio ambiente, cujo prazo expira em 2015». Saiba mais através daqui.