segunda-feira, 30 de novembro de 2015

«PROGRAMA DO XXI GOVERNO CONSTITUCIONAL 2015 - 2019»





«ESTÁGIOS DESDE O PRIMEIRO ANO DAS LICENCIATURAS E DURANTE OS MESTRADOS»


Leia o artigo  do Diário Económico na Plataforma Sapo 


«Para promover o emprego jovem, o Governo quer criar estágios desde o primeiro ano das licenciaturas e durante os mestrados. O programa do Governo para o ensino superior, aprovado em Conselho de Ministros extraordinário na sexta-feira, acata algumas das exigência de Bloco de Esquerda, PCP e Os Verdes. Também as exigências de reitores e presidentes dos politécnicos são tidas em conta no capítulo do financiamento e das fundações.

1.Promover estágios para aumentar a empregabilidade 
Com uma taxa de desemprego jovem superior a 30%, o programa do Governo prevê a adopção de medidas para estimular o emprego jovem. Entre elas está a proposta de criar “estágios curriculares e extracurriculares em todos os anos das licenciaturas e dos mestrados”. Uma prática que é corrente em países como a Alemanha. Sem nomear as medidas, o programa refere o objectivo que estes estágios estejam associados a “mecanismos de apoio à empregabilidade dos licenciados”. Para facilitar a inserção profissional dos diplomados prevê-se um pacote de medidas para “incentivar a colaboração entre universidades e empresas”, de forma a “aprofundar a ligação territorial das instituições de ensino superior “. (...). Continue a ler.


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

CONFERÊNCIA | «Cidadania e Educação Fiscal» | 2015 NOV 23 | CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA


«A Ordem e o Centro de Investigação do Instituto de Direito Económico Financeiro e Fiscal (IDEFF), com o apoio da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, o Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL) e o Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC), promovem no próximo dia 23 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa, uma Conferência Internacional para a Cidadania e Educação Fiscal.
Trata-se de uma iniciativa pioneira no nosso país que versará temáticas relacionadas com a crescente exigência que se vai cimentando na sociedade de os cidadãos interiorizarem para onde é canalizado o dinheiro dos seus impostos.
Durante o evento vai ser apresentado o programa «Cidadania e Educação Fiscal» e será feito o lançamento de um de três livros sobre as mesmas temáticas, dirigido às crianças que frequentam o primeiro ciclo de escolaridade, explicando através de uma linguagem simples e pedagógica o ABC dos impostos.
Os manuais são da autoria de reputadas especialistas nestas matérias. A saber, Clotilde Celorico Palma, professora universitária no Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL), Ana Maria Rodrigues, professora universitária na Faculdade de Economia de Coimbra (FEC) e Cidália Mota Lopes, professora universitária no Coimbra Business School (ISCAC).
Com este projeto, a Ordem pretende chegar até aos mais novos, e à população, de uma forma geral».

domingo, 15 de novembro de 2015

sábado, 7 de novembro de 2015

«SÉCULO XXI»


Ler aqui.
 
Ao recebermos um e-mail com um alerta do TheWorldPost sobre o assunto da imagem, uma vez mais, lá estavamos a pensar na complexidade deste século XXI, no emaranhado que qualquer profissional tem de desfazer para que a realidade seja reflectida no seu dia-a-dia. E porque como tão bem mostrou a única primeira ministra que tivemos, Maria de Lurdes Pintassilgo, TUDO ESTÁ EM TUDO. E tudo muda a uma velociadade estonteante, e «muros» são todos os dias derrubados - vejamos o que se está a passar no nosso País. No trabalho da imagem centrado na CHINA, esta passagem, ilustrativa: «There is no precedent for the scale and scope of what China is now trying to accomplish». E como as coisas são como as cerejas, uma coisa puxa outra, e uma incursão ao Berggruen Institute parceiro do TheWorldPost, como se vê acima. Atente-se no propósito do instituto :
 

«The Berggruen Institute was founded to develop ideas
that shape political and social institutions.
 We bring together the best minds to explore
the fundamental questions of our time».
 
 
E da sua história: «In 2010 Nicolas Berggruen and Nathan Gardels sat down with a group of scholars in California to contemplate the challenges to governance in the 21st century. The tentative ideas that emerged from those original discussions became the foundation for the Berggruen Institute through the launch of its various projects and the publication of Intelligent Governance for the 21st Century: A Middle Way Between West and East, a Financial Times “best book” of the year». Continue a ler.
E depois procuramos o livro, tão aplaudido, da autoria daqueles protagonistas, que aliás está identificado por unidades curriculares do Ramo de Gestão e Administração Pública (GAP) do ISCAL, e pensámos que  era oportuno lembrá-lo, e aqui está:

Sinopse - «A democracia, considerado um sistema ideal durante décadas, está hoje em crise por todo o Ocidente. Em contraste, a liderança e unificada da China está corajosamente a mudar a nação para o futuro. Mas a China também enfrenta desafios decorrentes da sua ascensão meteórica. A classe média emergente exigirá cada vez mais participação, mais responsabilidade do governo e mais combate à corrupção, e a supremacia do Estado de direito.Este livro de assinalável actualidade é tanto um guia conceptual e como um manual prático para os desafios de hoje no mundo, que continuará a sofrer uma transformação profunda nas próximas décadas». +
E para esta complexidade e mudança constante, há modelos teóricos e práticos que nos ajudam a enfrentar os problemas com mais segurança. A abordagem sistémica-contingencial está entre eles - e é reflectida no nosso curso GAP.  E ainda ontem encontrámos uma formada pelo ISCAL na esfera da Administração Pública e ouvimos o quanto a aprendizagem feita no nosso Instituto lhe tem sido útil. Claro, sabe bem ouvir isto. E também o queremos partilhar.
 

terça-feira, 27 de outubro de 2015

SESSÃO SOLENE | Entrega dos Prémios de Excelência Académica ISCAL | OUTUBRO 2015 | DIA 28 | PELAS 15:30H | AUDITÓRIO 1






I S C A L 

 melhores alunos do ano letivo 2014/2015
  SESSÃO SOLENE PARA ENTREGA DOS PRÉMIOS
 28 outubro | pelas 15:30h
Auditório I

A sessão contará com uma Aula de Sapiência proferida pelo
 Professor Doutor Eduardo Paz Ferreira
 figura  de referência do mundo da advocacia, 
do ensino do Direito,  da área fiscal, 
das finanças públicas, 
do meio financeiro,
 da política 
externa e da 
intervenção cívica.



sexta-feira, 16 de outubro de 2015

EXPOSIÇÃO | «Imprensa empresarial em Portugal (1869-2014) » | ATÉ 31 DEZEMBRO 20015 | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA




«Imprensa Empresarial em Portugal: 145 Anos de Jornais de Empresa (1869-2014)



EXPOSIÇÃO | 6 out. | 18h30 | Galeria do Auditório - Piso 1 | Entrada livre / até 31 dez.


Em maio de 1869, a Caixa de Crédito Industrial, instituição bancária fundada em Lisboa nesse mesmo ano, deu à estampa o primeiro número do seu boletim informativo. Iniciou-se, assim, em Portugal, a chamada «imprensa empresarial», entendida como o conjunto de publicações periódicas de carácter jornalístico editadas pelas empresas (industriais, comerciais e de serviços) para comunicar com os seus diferentes públicos, desde trabalhadores e colaboradores até acionistas, clientes, fornecedores e revendedores. (...)». Continue a ler.





terça-feira, 6 de outubro de 2015

«OPEN BUDGET SURVEY 2015»

«(...)
The Three Pillars of Budget Accountability: Transparency, Participation, and Oversight Transparency is an important condition for ensuring a full budget discussion and appropriate budget monitoring is able to take place. It is not, however, a sufficient one. Creating the conditions under which governments are consistently held to account for managing public funds efficiently and effectively also requires establishing meaningful opportunities for citizens and civil society to participate in the budget process; and requires strong formal oversight from the legislature and the national audit office (referred to hereafter as the “supreme audit institution”).
 
Budget transparency, public participation in the budget process, and strong formal oversight institutions need to work together to create a robust budget accountability ecosystem. Without comprehensive budget information, formal oversight institutions and civil society cannot monitor budget policy design and implementation. Without adequate access to formal and informal spaces to influence the budget, the public is not empowered to expose government decision makers to a diversity of views to help ensure that budget policies are based on full information and reflect national priorities. Finally, without adequate authority, scope, and resources, formal oversight institutions cannot effectively carry out their mandates and ensure that public funds are collected and spent in the manner that was intended.

Absence of, or weakness in, any of these three core elements undercuts the functioning of the entire accountability system, making it less likely that budget policies reflect a nation’s needs and priorities and more likely that there will be corruption and mismanagement of public funds. But when these components are in place, policy is more likely to be matched with public resources, and these resources are more likely be spent as intended – and tackling some of the world’s toughest challenges comes into reach.
So if the goal of holding governments to account for the use of public funds is to be realized, systematic changes need to advance not just transparency but also participation and formal oversight. The Open Budget Survey explores all three of these dimensions. (...)».