quarta-feira, 8 de março de 2017

NO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2017 | «Com a presença das mulheres no desenvolvimento dos países pode atingir-se uma maior protecção dos direitos humanos no mundo»



António Guterres deslocou-se ao bairro degradado de Mathare, em Nairobi, 
 para “conhecer os desafios” que as mulheres enfrentam na luta a favor da
 igualdade de género Reuters/THOMAS MUKOYA



«O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu nesta quarta-feira que o “poder feminino” se transforme numa prioridade internacional para que seja alcançada a paz e uma maior protecção dos direitos humanos em todo o mundo.
“Devemos dar total prioridade ao poder da mulher” disse Guterres aos jornalistas em Nairobi, no Quénia, onde se reuniu com o presidente queniano, Uhuru Kenyata, tendo previstos ainda diferenteGuterres afirmou que o sofrimento das mulheres “é trágico” porque “elas são as verdadeiras vítimas da pobreza”, dos conflitos e da violação dos direitos humanos.s actos de celebração do Dia Internacional da Mulher.
O secretário-geral da ONU apelou aos governos, instituições e empresas para que tenham a protecção dos direitos das mulheres como “total prioridade”, promovendo a sua maior participação nos processos de paz.

“Com a presença das mulheres no desenvolvimento dos países pode atingir-se uma maior protecção dos direitos humanos no mundo”, afirmou, acrescentando que a “narrativa sobre o continente” está demasiado centrada na crise, acrescentando que “África é uma terra de oportunidades e conquistas”. Continue a ler no Público.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

«PROBABLY»



Leia aqui






«WORKING WITH CHANGE /Systems approaches to public sector challenges»



E sobre a problemática da imagem está decorrer  - 28 fev 2017 -  um Workshop em Paris:


«This workshop helps to better understand how systems approaches can enhance public policies and service delivery through more user-tailored and adaptive governance processes. The workshop is inspired by the work of the Observatory of Public Sector Innovation (OPSI) under the European Union Horizon 2020 framework. Leveraging the experience of both public sector managers and systems thinkers, the workshop will discuss challenges, opportunities and tactics for systems change in the public sector and will define the future agenda for the Observatory work in the field».




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

«European Public Sector Award - EPSA 2017»



Conforme divulgado pelo IPL através  do Pró-presidente para a área da Investigação, Desenvolvimento, Inovação e Empreendedorismo (destaques nossos):  «no intuito de reconhecer as melhores práticas na Administração Pública Europeia, distinguindo abordagens inovadoras de gestão e liderança, o European Institute of Public Administration (EIPA) promove o European Public Sector Award - EPSA 2017.
 Este concurso visa, no âmbito do tema global "Um Sector Público Inovador em 2017 - Novas Soluções para Desafios Complexos", mostrar e premiar os casos apresentados pelas administrações públicas que demonstraram uma abordagem inovadora da prestação de serviços públicos e da elaboração de políticas para os sistemas cada vez mais complexos, difíceis de abordar e, muitas vezes, desafios multidimensionais enfrentados pelo sector público na Europa. Podem concorrer instituições do sector público europeu de todos os níveis administrativos, bem como a empresas do sector público, agências e parcerias público-privadas. O principal candidato deve ser uma instituição ou autoridade do sector público - outros candidatos num consórcio, por exemplo, podem ser empresas privadas, instituições semipúblicas, ONG, universidades ou instituições de formação.
 Os prémios EPSA 2017 serão atribuídos numa cerimónia que terá lugar em Maastricht, na Holanda, em meados de novembro durante o período de Presidência do Conselho da EU.
 O prazo para candidaturas termina no dia 13 de abril de 2017». Saiba mais.








terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

OCDE | «Embracing Innovation in Government»


«(...)
Breaking the norms: rethinking the machinery of government 
People are at the core of innovation. Ideas for new services and are sparked in the minds of civil servants, political leaders, service users and members of the broader community, and are developed and scaled through the dedication of many professionals and stakeholders at different stages of the process. Civil servants are central at every stage, and therefore the management of government employees comes into focus, both as an enabler of innovation, as well as a component to be innovated. If the workforce functions as the brains of government innovation, funding and financing mechanisms provide the blood. Even simple innovations need access to some level of funding and financial support to make their way from idea to reality. The availability and nature of this financing can contribute greatly to the eventual success of the innovation. As with people, the way money flows through government and from government to innovation partners enables innovation and is itself the object of innovation. A few themes have been observed in this area:

  • Governments are working to build a workforce of innovators through cross-government networks and a focus on skills
  • Governments are creating innovation funds to promote innovation from within, and novel procurement mechanisms to bring innovation in from the outside


KEY RECOMMENDATIONS
  •  Do not accept the system as a given
  •  Undertake systems analysis through an innovation lens
  • Invest in human capacity l Encourage cross-government networks



(...)»

domingo, 12 de fevereiro de 2017

« No final do ano, o diretor não iria apenas perguntar quão bem o professor tinha ensinado os seus ou as suas alunas, mas também qual o contributo dele para melhorar todo o sistema educativo»




Leia no Observador
Do trabalho do Observador:

«(...)
Mas, para além disto, muito de tudo isto se deve a políticas e práticas que são adotadas nesses países. Deixe-me dar-lhe um exemplo. Depois dos resultados do PISA em 2012 terem sido tornados públicos, fiquei interessado em Shanghai. E quando visitei Shanghai em 2013 vi professores a usarem uma plataforma digital para partilharem planos de aula. O que só por si não era nada de muito raro. O que os tornava diferentes era que quanto mais os outros professores fizessem download das lições, as criticassem ou melhorassem, maior era a reputação do professor que a tinha partilhado. No final do ano, o diretor não iria apenas perguntar quão bem o professor tinha ensinado os seus ou a suas alunas, mas também qual o contributo dele para melhorar todo o sistema educativo. A abordagem de Shanghai não é só um ótimo exemplo para identificar e partilhar boas práticas entre professores, como também é poderosa do ponto de vista do crescimento e desenvolvimento profissional. Desta forma, Shanghai criou uma comunidade de professores e criou espaço para a criatividade e a iniciativa dos professores. (...)
As competências sociais e emocionais que nos ajudam a viver e trabalhar juntos são cada vez mais importantes para o sucesso no trabalho e na vida. Essas são as competências necessárias para definir metas, trabalhar em equipa e gerir emoções. Desempenham um papel essencial em todas as fases da vida. Juntamente com as capacidades cognitivas e de aprendizagem, é importante que os alunos desenvolvam fortes competências sociais e emocionais, que os vão ajudar a equilibrar e definir a sua personalidade. Isto pode incluir traços de caráter como perseverança, empatia, resiliência, “mindfulness”, ética, coragem ou liderança. (...)
Nós precisamos de pensar não apenas no currículo, mas, mais ousadamente, na organização da aprendizagem. O passado foi sobre a sabedoria recebida, o futuro é sobre a sabedoria gerada pelo utilizador. O passado estava dividido — com professores e conteúdos divididos por disciplinas e alunos separados por expectativas de perspetivas futuras. O passado podia também ser mais isolado — com as escolas concebidas para manter os alunos dentro e o resto do mundo lá fora, com uma falta de envolvimento com as famílias e uma relutância das escolas em se associarem umas às outras, em serem parceiras. O futuro precisa de ser integrado — com ênfase na integração das disciplinas e dos estudantes –, precisa de ser conectado — para que a aprendizagem esteja ligada a contextos do mundo real e a questões contemporâneas e aberta aos recursos existentes na comunidade.
O ensino no passado estava baseado em matérias. O ensino no futuro será de assentar nas experiências de aprendizagem que ajudam os alunos a pensar além dos limites das disciplinas. O passado era hierárquico, o futuro terá de ser mais colaborativo. (...)». Leia na integra.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

«Governing With Collective Intelligence»



Foreword
 “After one look at this planet any visitor from outer space would say, ‘I want to see the manager’.

” William S. Burroughs was right. Few would look at the world today and give a thumbs up for the world’s population acting intelligently as a collective. International development in its drive to advance freedom, rights and welfare is faced with some wicked challenges: countries are for the most part getting richer, but significant numbers of people living within their borders are struggling in poverty. And the route taken by the early industrialised countries to create wealth will likely no longer be viable given the planet’s finite ability to cope with the side effects of carbon-driven growth. Preventable diseases still kill more than they should and new ones continue to emerge. While this is not an exhaustive list, there is still no one manager to complain to - billions of small decisions cumulate to form our collective sustainable development challenge today. This paper responds to a broader intellectual effort to flip the coin and make the very decentralised nature of economic, social and political actions into an asset. Collective Intelligence is a theory (and a hope) that diffuse technology, smarter machines, hidden human talents and renewed participatory governance create an opportunity to solve public problems. Nesta has taken this body of theory and practice and arranged it into a pragmatic framework that demonstrates the aims and emerging methods for Collective Intelligence.  Continue a ler.