«Public sector innovation does not happen by itself: problems need to be identified, and ideas translated into projects that can be tested, implemented and shared. To do so, public sector organisations must identify the processes and structures that can support and accelerate innovation. This report looks at how governments can create an environment that fosters innovation. It discusses the role of government management in inhibiting or enabling innovation, and the role that specific functions such as human resources management and budgeting can play. It suggests ways to support innovation – including by managing information, data and knowledge – as well as strategies for managing risk. Drawing on country approaches compiled and analysed by the OECD Observatory of Public Sector Innovation, the report presents a framework for collecting and examining data on the ability of central government to foster public sector innovation».
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
«Accountants Can Save the Planet»
«This short book addresses the very important topic of how to save the planet, and it presents the ways in which progress on that goal is compatible with businesses creating value for themselves.
The book also highlights the importance of companies issuing financial reports not as financial statements, but as a method of reporting their value measurement and creation, using an integrated approach to include capitals beyond just the financial. Author Mervyn King also suggests that the most appropriate people to lead the charge are accountants, specifically Chief Financial Officers, who King says should be renamed Chief Value Officers». Saiba mais.
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017
«Democracy Reinvented»
«Democracy Reinvented is the first comprehensive academic treatment of participatory budgeting in the United States, situating it within a broader trend of civic technology and innovation. This global phenomenon, which has been called “revolutionary civics in action” by the New York Times, started in Brazil in 1989 but came to America only in 2009. Participatory budgeting empowers citizens to identify community needs, work with elected officials to craft budget proposals, and vote on how to spend public funds».
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Orçamento Participativo
quinta-feira, 27 de julho de 2017
quarta-feira, 26 de julho de 2017
segunda-feira, 24 de julho de 2017
sexta-feira, 14 de julho de 2017
quarta-feira, 28 de junho de 2017
quarta-feira, 21 de junho de 2017
LEONEL FADIGAS | «Território e Poder - o uso, as políticas e o ordenamento»
«O território é uma realidade geográfica e cultural definida como um espaço sobre o qual se exerce um qualquer tipo de poder e no qual se estabelecem redes que o formatam, consolidam e expandem.
O território, na sua natureza física e geográfica, é, também, um produto do tempo, dos conflitos, das lutas e das dinâmicas sociais e políticas que lhe foram dando dimensão e novas configurações, de acordo com o conhecimento, as regras de uso e as técnicas de aproveitamento e transformação dos materiais, o que faz com que seja o reflexo da sociedade que o define, formata, usa e domina, sendo, pois, uma efetiva expressão dos poderes que sobre ele se exercem e exerceram.
As relações de poder que o território exprime e nele se manifestam dão sentido à ideia de que o ordenamento e a gestão do território não são questões exclusivamente técnicas; são, em muito, questões políticas, no sentido mais puro do termo, e como tal nelas se devem fazer sentir, crescentemente, as vozes da cidadania.
Assim, este livro destina-se a todos os leitores a quem as questões do ordenamento interessam por razões profissionais ou porque delas depende a sua qualidade de vida: arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, políticos e, sobretudo, cidadãos interessados em participar na construção de um território mais coeso, mais sustentável e onde a economia seja mais humana e mais social». Saiba mais.
O território, na sua natureza física e geográfica, é, também, um produto do tempo, dos conflitos, das lutas e das dinâmicas sociais e políticas que lhe foram dando dimensão e novas configurações, de acordo com o conhecimento, as regras de uso e as técnicas de aproveitamento e transformação dos materiais, o que faz com que seja o reflexo da sociedade que o define, formata, usa e domina, sendo, pois, uma efetiva expressão dos poderes que sobre ele se exercem e exerceram.
As relações de poder que o território exprime e nele se manifestam dão sentido à ideia de que o ordenamento e a gestão do território não são questões exclusivamente técnicas; são, em muito, questões políticas, no sentido mais puro do termo, e como tal nelas se devem fazer sentir, crescentemente, as vozes da cidadania.
Assim, este livro destina-se a todos os leitores a quem as questões do ordenamento interessam por razões profissionais ou porque delas depende a sua qualidade de vida: arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, políticos e, sobretudo, cidadãos interessados em participar na construção de um território mais coeso, mais sustentável e onde a economia seja mais humana e mais social». Saiba mais.
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