quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
NO MAGAZINE «MARIANNE» | «Nos fonctionnaires sont formidables !»
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França
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
DOUTORAMENTOS NO POLITÉCNICO
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| Leia aqui. |
Primeira página do Público de 15 FEV 2018
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Doutoramentos
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
«EDUCAÇÃO SUPERIOR EM PORTUGAL /Uma Nova Perspetiva»
«A obra versa um estudo sobre o futuro do Ensino Superior em Portugal, coordenado pelo antigo ministro da Educação e ex-presidente do Conselho Nacional de Educação, Júlio Pedrosa. Para além do também ex-reitor, assinam a autoria do livro, os investigadores Pedro Nuno Teixeira (conselheiro do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa), Maria João Guardado Moreira e Artur Miguel Santoalha.
O estudo, recentemente publicado, surge no seguimento de um outro estudo da Associação das Universidades Europeias e parte de uma minuciosa análise da realidade do país, região a região: um estudo demográfico, as taxas de natalidade, as qualificações da população ativa. Neste trabalho, os autores pretendem identificar o tipo de rede existente e como é avaliada pelos diferentes grupos, quem procura educação superior em Portugal e comparar com sistemas idênticos da Holanda, Dinamarca, Finlândia e Irlanda. As conclusões evidenciam que a estrutura de rede de educação superior é baseada num sistema binário, que diferencia instituições universitárias e politécnicas e que contribui para o desenvolvimento das regiões que acolhem estas instituições.
A investigação realizada aponta a qualificação de ativos como estratégia-chave. Saber se temos instituições a mais foi, segundo declarações do autor em entrevista ao DN, a questão que serviu de mote ao estudo. A conclusão, para Júlio Pedrosa, é clara: “Se há conclusão que se retire deste estudo é que não há”. Para os autores, tem sido negligenciado o enorme défice de qualificações, relevando o estudo as necessidades prementes da qualificação de uma população ativa onde, apenas na faixa etária dos 25 aos 34 anos, existem no país cerca de 600 mil jovens, cerca de 45% do total “que não têm mais do que o 9.º ano de escolaridade”.» - Tirado daqui.
O estudo, recentemente publicado, surge no seguimento de um outro estudo da Associação das Universidades Europeias e parte de uma minuciosa análise da realidade do país, região a região: um estudo demográfico, as taxas de natalidade, as qualificações da população ativa. Neste trabalho, os autores pretendem identificar o tipo de rede existente e como é avaliada pelos diferentes grupos, quem procura educação superior em Portugal e comparar com sistemas idênticos da Holanda, Dinamarca, Finlândia e Irlanda. As conclusões evidenciam que a estrutura de rede de educação superior é baseada num sistema binário, que diferencia instituições universitárias e politécnicas e que contribui para o desenvolvimento das regiões que acolhem estas instituições.
A investigação realizada aponta a qualificação de ativos como estratégia-chave. Saber se temos instituições a mais foi, segundo declarações do autor em entrevista ao DN, a questão que serviu de mote ao estudo. A conclusão, para Júlio Pedrosa, é clara: “Se há conclusão que se retire deste estudo é que não há”. Para os autores, tem sido negligenciado o enorme défice de qualificações, relevando o estudo as necessidades prementes da qualificação de uma população ativa onde, apenas na faixa etária dos 25 aos 34 anos, existem no país cerca de 600 mil jovens, cerca de 45% do total “que não têm mais do que o 9.º ano de escolaridade”.» - Tirado daqui.
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Educação Superior,
Ensino Superior
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
UNIVERSIDADE DE CAMBRIDGE | «How to implement open innovation»
Como se pode concluir pelo resumo a seguir o trabalho do relatório da imagem germinou e desenvolveu-se no mundo dos negócios. Mas como defendemos e disso temos dado expressão neste blogue os setores «com fins lucrativos» e os «sem fins lucrativos» podem e devem aprender um com o outro. Até porque há dimensões comuns a todas as organizações. E vamos ao resumo:
«This report sets out to answer the question: ‘I want to implement open innovation – where should
I start and what should I do?’ It provides an overview of existing approaches to OI and outlines
how a company can start to implement a strategy to match the organisation’s needs. The report will
be particularly relevant for CEOs, CTOs and senior managers of R&D and supply chains. It will
also be useful for senior managers who have been charged with OI implementation.
The report is the product of two years’ research within the Cambridge Open Innovation Network,
a network hosted by the Institute for Manufacturing and funded by Unilever and the Cambridge
Integrated Knowledge Centre. It illustrates the challenges facing senior managers who are
setting out to implement an open innovation strategy in their companies. The importance of
organisational culture, and ways in which the culture can be influenced, has been the key focus of
this research.
From interviews across various sectors, it was clear that OI means different things to different
industries. However, all the companies involved recognised that OI represents an opportunity to
improve innovation capability and to confront business challenges. All the contributors to our
study showed a great interest in understanding and sharing practice about ways to implement OI
in their business».
E também já aqui destaque para o que se entende por «open innovation»:
«Open innovation (OI) is a strategy by which companies
allow a flow of knowledge across their boundaries as they
look for ways to enhance their innovation capability. Company
boundaries become ‘permeable’, enabling the matching and
integration of resources between the company and external
collaborators».
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Open innovation
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
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