quinta-feira, 1 de março de 2018

«Count Down: The Past, Present and Uncertain Future of the Big Four Accounting Firms»


«The post-Enron disintegration of Arthur Andersen in 2002 reduced the number of international accounting firms that audit nearly all of the world's largest public companies to the surviving Big Four -- Deloitte, EY, KPMG and PwC. Despite market dominance, double-digit annual growth and annual global revenue above $120 billion in 2014 - the viability of the Big Four and their business model faces serious threats:- Widespread dissatisfaction with the standard form and language of their core product -- the traditional "pass-fail" auditor's report. - The persistent "expectations gap" between their perceived performance quality and the stated desires of information users. - And especially, the questionable ability of the Big Four and their partners to survive a "black swan" financial shock - a litigation judgment or law enforcement sanction on the scale that destroyed Arthur Andersen. Count Down looks at the complex challenges facing the Big Four, questions the feasibility and achievability of the various proffered "solutions", and proposes an evolved model for Big Audit that would be both sustainable for the large firms and fit to serve the capital markets of the 21st century». Saiba mais.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

«EDUCAÇÃO SUPERIOR EM PORTUGAL /Uma Nova Perspetiva»


 
«A obra versa um estudo sobre o futuro do Ensino Superior em Portugal, coordenado pelo antigo ministro da Educação e ex-presidente do Conselho Nacional de Educação, Júlio Pedrosa. Para além do também ex-reitor, assinam a autoria do livro, os investigadores Pedro Nuno Teixeira (conselheiro do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa), Maria João Guardado Moreira e Artur Miguel Santoalha.
O estudo, recentemente publicado, surge no seguimento de um outro estudo da Associação das Universidades Europeias e parte de uma minuciosa análise da realidade do país, região a região: um estudo demográfico, as taxas de natalidade, as qualificações da população ativa. Neste trabalho, os autores pretendem identificar o tipo de rede existente e como é avaliada pelos diferentes grupos, quem procura educação superior em Portugal e comparar com sistemas idênticos da Holanda, Dinamarca, Finlândia e Irlanda. As conclusões evidenciam que a estrutura de rede de educação superior é baseada num sistema binário, que diferencia instituições universitárias e politécnicas e que contribui para o desenvolvimento das regiões que acolhem estas instituições.
A investigação realizada aponta a qualificação de ativos como estratégia-chave. Saber se temos instituições a mais foi, segundo declarações do autor em entrevista ao DN, a questão que serviu de mote ao estudo. A conclusão, para Júlio Pedrosa, é clara: “Se há conclusão que se retire deste estudo é que não há”. Para os autores, tem sido negligenciado o enorme défice de qualificações, relevando o estudo as necessidades prementes da qualificação de uma população ativa onde, apenas na faixa etária dos 25 aos 34 anos, existem no país cerca de 600 mil jovens, cerca de 45% do total “que não têm mais do que o 9.º ano de escolaridade”.» -
Tirado daqui.