quarta-feira, 7 de outubro de 2026

ANTÓNIO BARRETO | «do meu ponto de vista»| HÁ QUE CONHECER MESMO QUE NÃO SE CONCORDE COM PONTOS DE VISTA QUE DEFENDE E SE TENHA ESTADO «DO OUTRO LADO» EM OCASIÕES DA SUA PRÁTICA POLÍTICA ... CONTESTANDO!

 



SINOPSE
Em António Barreto - Do Meu Ponto de Vista, resultado de vinte e cinco conversas com João Céu e Silva, o sociólogo escrutina a nossa história, desvenda bastidores e esclarece intrigas palacianas da política nacional do último meio século: a batalha da Reforma Agrária contra o MFA e o PCP, as dúvidas cada vez maiores sobre o atentado a Sá Carneiro, o envolvimento do Presidente Ramalho Eanes ou da sua mulher na criação do PRD, a briga com Mário Soares e as pazes feitas após ter proposto o seu nome para a Presidência, a imposição a Cavaco Silva da homenagem a Salgueiro Maia, a participação na conspiração para derrubar José Sócrates, a crítica ríspida ao segundo mandato do Presidente Marcelo, a contestação à fuga de António Costa após uma maioria eleitoral e, entre outros casos, a eleição inesperada de António José Seguro.
O estado da justiça, da saúde e da educação constitui outro dos pontos fortes da sua análise sobre as cinco décadas vividas no país que encontrou após o exílio, sem esquecer o convite de Balsemão para dirigir o Expresso em detrimento de Marcelo Rebelo de Sousa, a prática do jornalismo sem escrúpulos, desde o Independente até aos dias de hoje, momento em que considera incompreensível a presença constante do líder tolo do Chega nos ecrãs, bem como a deriva que poderá levar à quase extinção do PSD e do PS. Não ignora o papel de Salazar na valorização do PCP e considera que o governante e o partido de Cunhal «se aproveitaram» um do outro.
Um livro que explora e aprofunda o ponto de vista de uma das personalidades mais influentes da opinião pública e cujo brilhantismo é reconhecido da esquerda à direita. Saiba mais.

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para recordar
ou iniciar «memória»




domingo, 27 de setembro de 2026

INSTITUTO GULBENKIAN DE ESTUDOS AVANÇADOS (IGEA) | que nos levou ao passado (Setembro de 2013 - Dezembro de 2014) Ciclo de Seminários «As Sextas da Reforma»

 

«Quinze Fellows, de quatro continentes, estarão em Lisboa entre três e nove meses com tempo, espaço e liberdade intelectual para desenvolver os seus projetos.

Onze dos 15 fellows do Instituto Gulbenkian de Estudos Avançados (IGEA, ou GIAS, na sigla em inglês) começaram, a 15 de setembro, a sua atividade em Lisboa. Criado em 2025 pela Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto oferece a académicos de renome internacional tempo, espaço e liberdade intelectual para desenvolverem trabalho da sua escolha por um período limitado de tempo (três a nove meses), num ambiente propício à reflexão e à conversa.

O primeiro grupo de fellows foi selecionado de entre 459 candidatos de 65 países, de áreas de conhecimento muito diversificadas como as Ciências Sociais, Humanidades, Direito, Economia, e STEM.   Reúne investigadores de História, Filosofia, Linguística, Literatura, Estudos Clássicos, Arqueologia, História da Arte, Musicologia e Psiquiatria, com percursos académicos e institucionais muito diversos.  É assim concretizado o compromisso do IGEA com a pluralidade e o diálogo intelectual. (...)». Continue a ler.


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Um desejo: que a GESTÃO PÚBLICA venha a ser «escolha» de intelectuais dentro das diversificadas hipóteses  ...
 A favor até nos lembrámos
disto:

«Global security is increasingly complicated by conflicts, technologies and geopolitical developments, underscoring the need for new models of multistakeholder cooperation. Institutional partnerships between the public and private sectors will be crucial for protecting global stability and de-escalating conflict»

 

Disponível aqui



«Contas Certas»

 



SINOPSE
Os bastidores políticos de um período que mudou Portugal.
Na primavera de 2015 um ilustre desconhecido apresentou, na sede do PS, um exercício nunca antes feito na política portuguesa: um cenário macroeconómico com todas as contas que sustentavam o programa eleitoral com que os socialistas se apresentariam à campanha eleitoral desse ano. Foi nesse momento, rodeado de números e quadros de previsões, que os portugueses ficaram a conhecer Mário Centeno, um economista doutorado nos EUA a quem os jornais chamavam liberal. Poucos meses depois, Centeno ajudava a negociar um acordo histórico que juntou pela primeira vez as esquerdas em Portugal para sustentar um Governo no qual seria ministro das Finanças. 
Esta é a história desse economista, que cresceu no Algarve distante, entre as duas margens do Guadiana, os livros da biblioteca e os tachos do restaurante do avô, que amadureceu na Lisboa esquecida, e que se fez economista entre o ISEG, Harvard e o Banco de Portugal. É também a história dos seus 1664 dias e noites como ministro das Finanças, sem braços que chegassem para acudir às pragas do sistema bancário, à cegueira das instituições europeias, à anemia da economia portuguesa, às consequências da austeridade castigadora que tinha recebido como herança e ainda assombrava a política nacional. E de como, num desses dias, o homem do cenário macroeconómico deixou de ser olhado de lado e passou a ser encarado como um líder, assumindo a presidência do Eurogrupo. Saiba mais.


sexta-feira, 25 de setembro de 2026

«Travel & Tourism»

 


«The Travel & Tourism Development Index (TTDI) 2026 marks the 10th edition of the World Economic Forum’s flagship travel and tourism benchmarking series, first launched in 2007 as the Travel & Tourism Competitiveness Index and relaunched in its current form in 2022. The Index provides governments, businesses and destination leaders with comparable evidence to identify the conditions and policies that help travel and tourism grow sustainably, withstand disruption and support a country’s development». Mais.


quinta-feira, 24 de setembro de 2026

DAR VISIBILIDADE À «LINHA EM LAÇO» | amanhã dia 25 de setembro, às 14h, será entregue ao Ministério das Infraestruturas o Abaixo-Assinado contra a Linha Circular do Metropolitano de Lisboa

 


CONTRA A LINHA CIRCULAR,
PELA SOLUÇÃO DA LINHA EM LAÇO

«No próximo dia 25 de setembro, às 14h, será entregue ao Ministério das Infraestruturas o Abaixo-Assinado contra a Linha Circular do Metropolitano de Lisboa: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT129923
Esta alteração terá consequências para as ligações de quem vive e se desloca diariamente na zona Norte de Lisboa e em Odivelas, nomeadamente no acesso direto ao centro da cidade.
📍 25 de Setembro
🕑 14h
🏛️ Ministério das Infraestruturas
A entrega do abaixo-assinado será um momento para dar visibilidade a esta preocupação e defender uma rede de Metro que responda às necessidades de quem a utiliza diariamente.
Participa. Junta-te à entrega do abaixo-assinado.
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Antes já tínhamos feito 
post a propósito - este



terça-feira, 22 de setembro de 2026

SENTIMO-NOS JÁ A CUIDAR O FUTURO DE JORGE PALMA| tarefa de todos e fácil porque era magnífico!




Veja aqui 

Deixa-me Rir

E «roubando» palavras a outros e a imagem com que iniciamos:«(...) Jorge Palma foi uma figura maior da música e da cultura portuguesas feitas e vividas em liberdade. Compositor, letrista, intérprete, foi para várias gerações uma referência de insubmissão e liberdade. Cantou o amor, as fragilidades humanas e a vida na cidade com profunda delicadeza e sensibilidade, dando dessa forma voz aos muitos que o ouviam e consigo cantavam as suas canções. Canções de liberdade, porque só em liberdade se pode cantar da forma como Jorge Palma o fez, canções de esperança, mesmo quando eram de desesperança, por cantarem a complexidade humana e toda a beleza que ela tem.

As canções de Jorge Palma afirmavam também uma posição no plano político. Pela liberdade, pela democracia, por um Portugal construído pelo povo português, liberto da secular submissão aos poderes económicos, no fascismo ou nos anos das troikas, que desse sentido e construísse o caminho que Abril nos trouxe. (...)». Do site do PCP.