sexta-feira, 30 de outubro de 2026
A OPINIÃO DE OUTROS NA CONSTRUÇÃO DA NOSSA | agora de Manuel Augusto Araújo «Insubmissões» _ «O agravamento deste estado de sítio que os jovens enfrentam desencadeou a onda de manifestações que a comunicação e as redes sociais, na sua esmagadora maioria ao serviço das oligarquias, tem mostrado com a parcialidade com que se constroem verdades com verdades, meias-verdades e até mentiras»
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
WEBINAR CONDUZIDO EM PORTUGUÊS COM DURAÇÃO DE UMA HORA|«A sessão explorará como esses desenvolvimentos ampliam e aprimoram as normas e padrões do ISSB, apoiando as organizações na identificação e divulgação de informações financeiras relevantes relacionadas à natureza e a riscos e oportunidades específicos de cada setor»
9:00 PST, 12:00 EST, 14:00 BRT, 18:00 CET
«Este webinar, organizado pela IFRS Sustainability Alliance, apresentará uma atualização sobre o trabalho em andamento do International Sustainability Standards Board (ISSB) relacionado à natureza, força de trabalho e às melhorias das Normas SASB específicas por setor (SASB Standards industry-specific enhancements). A sessão explorará como esses desenvolvimentos ampliam e aprimoram as normas e padrões do ISSB, apoiando as organizações na identificação e divulgação de informações financeiras relevantes relacionadas à natureza e a riscos e oportunidades específicos de cada setor. (...)». Continue. e INSCREVA-SE.
terça-feira, 27 de outubro de 2026
PERCEBER AS «ACAMPADAS» | nestes tempos complexos, turbulentos e em mudança ...
«Escrever à mão»
Este livro pretende fixar a memória do que tem sido a arte de escrever à mão, valorizando a caligrafia como registo identitário de quem escreve, capaz de transmitir emoções. Com recurso à tecnologia digital, a sua maior inimiga, conseguimos perceber, afinal, como funciona e por que motivo ela é, em muitos aspetos, o oposto da artificialidade e um símbolo da humanidade». Saiba mais
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sábado, 24 de outubro de 2026
«COMO OS ESTADOS TRANSFORMAM AS ECONOMIAS»
Se durante muitos anos a convicção geral era de que o Estado deveria intervir o mínimo possível na economia, remetendo-se a um papel de mero legislador e regulador para garantir o funcionamento eficiente dos mercados, o século XXI voltou a trazer a política industrial para o centro do debate político e económico.
Nesta obra, o economista Ricardo Paes Mamede mostra-nos os prós e os contras da intervenção estatal enquanto modelador das estruturas produtivas, bem como na promoção de actividades específicas.
Deve o Estado promover a especialização num sector ou encorajar a diversificação produtiva? Determinar quais as suas vantagens comparativas e tirar o melhor partido delas ou, pelo contrário, desafiá-las? Substituir as importações ou promover as exportações? Quais devem ser as prioridades e instrumentos da política industrial na governação?
As perguntas - e respostas - que abrem caminhos para uma discussão séria sobre um tema actual e mais urgente do que nunca.
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
«A criação do Prémio Arquivo.pt tem como objetivo promover a utilização do espólio preservado pelo Arquivo.pt que se encontra em constante crescimento, para efeitos de investigação e descoberta de aplicações úteis do arquivo da web portuguesa para a sociedade»
QUEREMOS O SITE DA CORNUCÓPIA DE VOLTA | e não nos venham com explicações ... | AH ! TALVEZ PENSAR COMO ARQUIVAR A WEB NA ESFERA DA CULTURA NOMEADAMENTE DAS «ARTES DA DGARTES» ...
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Prémios Novo Bauhaus Europeu 2026 |«A reabilitação de um moinho centenário de Santa Cruz do Douro, com apoio de fundos europeus, destacou-se na categoria “Rising Stars” dos prémios da Comissão Europeia que unem a cultura, a tecnologia, a inovação e o design»
Em Santa Cruz do Douro (Baião), a Casa da Azenha está a reabilitar um moinho de água centenário, na mesma família há cinco gerações. Foi um motor económico local, com produção de azeite e emprego, até encerrar em 1999.
Hoje renasce como “museu vivo”, respondendo ao despovoamento, ao envelhecimento e à perda de saberes tradicionais.
“O modelo afasta-se do turismo extrativo: o turismo financia a cultura, a cultura reforça o envolvimento da comunidade e a participação local garante a autenticidade. Assenta em enoturismo experiencial, produção cooperativa de azeite de mó de pedra e vinho “Avesso”, com preços justos para microprodutores, oficinas educativas e parcerias com festivais regionais.”
O projeto foi estruturado com o apoio financeiro a startups do StartUP Voucher (programa do IAPMEI), apoiado através do Programa COMPETE 2030, cofinanciado no âmbito do Portugal 2030, com o Fundo Social Europeu+ da União Europeia.
Prevê ainda um modelo de reinvestimento circular, em que parte dos lucros regressa à manutenção do edifício, à programação comunitária e à integração digital do património.
Os resultos habitantes e um modelo replicável de desenvolvimento rural sustentável.
ados esperados incluem maior coesão social, rendimento complementar para (...)». Saiba mais.
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
«Seu Chico»
«Apanhei a
história na Folha de São Paulo e, depois, no Correio Braziliense. Mas em
qualquer dessas janelas me foi acrescentado um detalhe: o caso tinha sido
pescado no poço sem fundo do TikTok, onde rapidamente "viralizou".
Tal informação arrasta em mim uma urticária que não será letal. Mas a história
é tão boa que não resisto a dar-lhe vento na crónica, mesmo se chovo no molhado
do já sabido, olha este.
A história
trata do espanto que Monalisa, a cidadã Monalisa Melo, sentiu ao descobrir que
seu filho jogava à bola, frequentemente, com uns cavalheiros no relvado do
condomínio e que um desses cavalheiros era alguém a quem todos sublinhavam uma
leve vénia no trato, um homem antigo, mais lento na profundidade, mas tão mais
profundo, com tão bom toque de bola e com um sorriso tão largo que se confundia
com a chamada visão de jogo e a quem todos tratavam por "seu Chico".
O filho teria percebido, pela cortesia geral, que "seu Chico" ganhara
uma fama proveniente de outros palcos distantes do tapete de relva onde ainda
se firmava nas canetas tentando o "chute a gol / com precisão /de flecha e
folha seca".
O filho de Monalisa Melo desconfiara que "seu Chico" transcendia
o nome e a mesura. Sua grandeza teria de ser maior. Monalisa foi assistir a um
dos jogos lá no condomínio e descobriu que aquele a quem o filho se referia
como "seu Chico" era, afinal, Chico Buarque. Eis o poder de um nome:
o rapaz viu, em todo o esplendor, a "paralela do impossível". Como se
tivesse sido tomado pelo "sentimento diagonal/ do homem-gol", ele
teve a revelação de quem não sabia que sabia. Chico é tão vasto, tão admirável,
que já tínhamos sabido dele no fundo de nós mesmos, tal como ele, Chico, seu
Chico, soube de Canhoteiro e de Mané antes de saber cantar "uma canção
capenga". Sabias, tu, de Canhoteiro, o admirável Canhoteiro a quem Pelé
venerava e a quem chamavam "Garrincha da ponta esquerda"?
Fico a imaginar seu Chico fazendo uma canção para Monalisa, mãe do rapaz
que levou as mãos à cabeça como se tivesse falhado um golo de baliza aberta,
perguntando-se diante das câmaras: "Como é que eu joguei à bola com esse
cara?". Não lhe sabia o rapaz a magia da voz, o poder criador da música,
apenas o samba que lhe nascia nos pés».
sábado, 17 de outubro de 2026
«The Sustainable Development Goals Report 2026 shows that since their adoption in 2015, the Sustainable Development Goals (SDGs) have delivered results at scale—expanding access to clean water, electricity, health care and digital connectivity for billions of people».
7 July 2026: «The Sustainable Development Goals Report 2026 shows that since their adoption in 2015, the Sustainable Development Goals (SDGs) have delivered results at scale—expanding access to clean water, electricity, health care and digital connectivity for billions of people. With less than five years remaining to achieve the Goals, the report provides a candid assessment of progress: meaningful gains have been made across the SDGs, but they remain uneven and insufficient in the face of serious headwinds— from escalating conflicts, slowing global economic growth, climate change, rising debt burdens and declining official development assistance. Without a decisive push to rapidly scale up proven solutions, the promise of the 2030 Agenda risks slipping out of reach.
The report emphasizes that the SDGs remain the world’s shared blueprint for peace, prosperity and sustainability and must be urgently returned to the centre of global decision-making. It identifies the priority actions needed to accelerate progress, including increased investment, strengthened international cooperation, expanded access to technology and data, a faster energy transition, greater gender equality, and renewed commitments to peace. The report underscores that the choices made over the next four years will determine not only whether the Goals are achieved by 2030, but also the well-being of people and the planet for generations to come».


















