quinta-feira, 5 de março de 2026
«MANIFESTO: CIENTISTAS CONTRA A GUERRA. PELA PAZ, COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO»
É SOBRE CULTURA E ARTE |«The tenth edition of The Art Basel and UBS Global Art Market Report by Arts Economics will be published on March 12, 2026. This benchmark report analyses the global art market in 2025, placing its performance within the wider economic and wealth context»| E TUDO ISTO PARA EM ESPECIAL RELEMBRAR A ACADEMIA PORTUGUESA DO ÂNGULO DA ECONOMIA E GESTÃO DO SETOR CULTURA ...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
CIÊNCIA E TECNOLOGIA | INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO | com o devido respeito (mas para que as pessoas lá em casa percebam como dizem os comentadores) parece que anda o carro à frente dos bois ... | PRIMEIRO TEMOS DIPLOMA ORGÂNICO E DEPOIS É QUE SE VAI SABER PARA QUÊ ? | VEM A PROPÓSITO PORQUE «O GOVERNO LANÇA DEBATE NACIONAL PARA DEFINIR PRIORIDADES NACIONAIS DE INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO» | CLARO JÁ HÁ REAÇÕES FAZENDO SENTIDO QUE CONTEM PARA O «DEBATE» | OU SERÁ QUE NÃO?
É evidente que em vez de estarmos a blogar desta forma podíamos fazê-lo doutra e cair na ratoeira (e no mau gosto) de comentar com furor aspetos particulares que não faltam do diploma Orgânico da AI 2 - mas como já se percebeu, como vem nos livros e a experiência mostra, temos de nos acertarmos nos pressupostos - e isso, a nosso ver, não está realizado. Ou seja, o problema é anterior ao institucionalizado em Diário da República: há que ter um PONTO DE PARTIDA COMUM sobre o TODO, parecendo-nos que sem isso qualquer DIÁLOGO digno desse nome que agora se quer promover estará comprometido à partida. E também não é nosso hábito desmontar trabalhos na praça pública. Ainda assim, só a titulo de exemplo: ai, aquele preâmbulo; e onde está a «visão» já que falam em «missão»; e os «valores» partilhados; e os Perfis dos Dirigentes; e o calendário para que tudo aconteça; e até o diploma ter sido publicado a 24 de dezembro; e há que discutir «sinergias»; e ...
Nesta atmosfera, outra pergunta que não nos larga: o que diz a tudo isto o Senhor «Ministro das Reformas»?
Aqui chegados, e já o adiantamos noutras ocasiões - noutros diálogos - em termos de síntese, com o devido respeito por profissionais envolvidos, e bastará o que vimos relatando, em consciência a nossa avaliação vai nesta direção: estamos perante «um mau diploma». E talvez a falha comece no facto de uma orgânica antes de ser «do direito» é «da gestão» ... No caso de GESTÃO PÚBLICA. E neste particular é de revisitar o célebre ensaio TUDO ESTÁ EM TUDO da saudosa Maria de Lurdes Pintasilgo
e do que diz o PCP, bem esclarecedor
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
sábado, 21 de fevereiro de 2026
PARA A «MEMÓRIA DO ISCAL» E NÃO SÓ | CARLOS BRITO | «Carlos Brito olha preocupado, da sua varanda sobre o Guadiana, para a atualidade do país e do mundo e a situação ambiental do planeta.» | « A sua atividade literária principiou em Lisboa, quando já frequentava o Instituto Comercial (atual ISCAL) onde, com outros jovens, organizou recitais e colaborou em vários jornais e revistas»
No texto poético que nos apresenta, cheio de imagens, metáforas e alegorias, também transparecem as angústias da idade: a doença, a solidão, a decrepitude, a morte. Mas são as palavras natureza, paz, amor e ir em frente, as mais marcantes, neste seu sétimo livro de poesia.
« (...) Os resultados sugerem que, mesmo sem imposição direta por parte das organizações, os profissionais tendem a trabalhar mais quando têm acesso a ferramentas de IA: assumem novas tarefas, prolongam o horário laboral e mantêm uma ligação quase contínua ao trabalho (...)»
Riscos de aceleração
“A nossa investigação revela os riscos de deixar o trabalho expandir-se e acelerar informalmente”, apontam as autoras no artigo publicado na “HBR”, acrescentando que “o que parece maior produtividade no curto prazo pode esconder um aumento silencioso da carga e uma tensão cognitiva crescente à medida que os colaboradores gerem múltiplos fluxos de trabalho assistidos por IA”.
“Como a IA pode colmatar lacunas de conhecimento, os profissionais passaram progressivamente a assumir responsabilidades que anteriormente pertenciam a outros”, apontam ainda. Gestores de produto e designers começaram a escrever código, investigadores assumiram tarefas de engenharia e muitos trabalhadores “tentaram realizar trabalhos que antes teriam externalizado, adiado ou mesmo evitado”.
Em paralelo, como a IA simplificou tarefas, muitos colaboradores observados pelas investigadoras começaram a realizar pequenas quantidades de trabalho em momentos que antes seriam de pausa. “Utilizavam prompts durante o almoço, em reuniões ou enquanto aguardavam que um ficheiro carregasse”, apontam. Estas ações, que não eram encaradas pelos profissionais como mais trabalho, “resultaram num dia com menos pausas naturais e uma ligação mais contínua ao trabalho”.
Outro resultado direto do uso de IA é o chamado “efeito multitarefa” (multitasking). Os trabalhadores passaram a ter um vasto conjunto de tarefas abertas em simultâneo e por concluir, “aumentando a carga cognitiva e a sensação de estar sempre a gerir várias coisas ao mesmo tempo, mesmo quando o trabalho parecia produtivo”, argumentam as investigadoras.
Várias investigações apontam para a existência de diferentes perfis de utilizadores de IA em contexto profissional, confirmando que nem todos tiram partido da tecnologia no sentido de um alívio da sua carga laboral (ver caixa). Para as autoras do estudo, “a IA acelerou certas tarefas, o que aumentou as expectativas de rapidez, e essa maior rapidez tornou os trabalhadores mais dependentes da IA, expandindo a quantidade e densidade do trabalho”. Entre os participantes, “muitos referiram que, embora se sentissem mais produtivos, não se sentiam menos ocupados”. (...)».
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
«JOÃO SALGUEIRO - Planeamento, Política e Economia»
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
«60 anos do golpe, 50 anos da revolução. Democracia em disputa em Brasil e Portugal»
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
DEPOIS DO ESTRONDO PROVOCADO PELOS VENTOS E CHEIAS | que se reinvente o «Aparelho Estatal» com «conceito», «técnica», e «intuição» - e «plano» e «programas» | SEGUINDO O NOVO PARADIGMA «DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL» ONDE AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS ...
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
«O caminho é outro: regras claras, avaliações centradas no processo, com maior peso da avaliação oral, e formação explícita em literacia de IA. Não para substituir o pensamento, mas para o exigir. Ensinar a usar a IA não é ceder, é cumprir a missão da universidade: preparar os estudantes para o mundo real»









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