segunda-feira, 25 de maio de 2026
segunda-feira, 18 de maio de 2026
A NÃO PERDER | de«(...) o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer» |«A Última Lição de ÁLVARO SIZA VIEIRA»
SINOPSE
O
arquitecto de Matosinhos, que alcançou o pináculo da arquitectura
mundial, partilha o espanto com que continua a desenhar o mundo, uma
casa de portas abertas aos sonhos e à humanidade, num exercício de
generosidade que abarca o tanto que aprendeu e ensinou.
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra «coisa» o que ficava aquém do olhar. «Estamos a observar, mas não se vê nada», garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitectura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker - o mais importante galardão da arquitectura a nível mundial - deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer. Saiba mais.
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra «coisa» o que ficava aquém do olhar. «Estamos a observar, mas não se vê nada», garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitectura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker - o mais importante galardão da arquitectura a nível mundial - deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer. Saiba mais.
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Álvaro Siza
sábado, 16 de maio de 2026
quarta-feira, 13 de maio de 2026
MORREU CARLOS BRITO | foi estudante no Instituto Comercial de Lisboa, hoje ISCAL
Não há muito fizemos post em torno de Carlos Brito, como se vê acima. Entretanto, acaba de nos deixar aos 93 anos. Em jeito de homenagem voltemos a este seu livro:
SINOPSE
«Aos 90 anos, Carlos Brito olha preocupado, da sua varanda sobre o Guadiana, para a atualidade do país e do mundo e a situação ambiental do planeta. Não se remete a uma atitude contemplativa, persiste em estar presente e intervir, o que se reflecte nos seus versos, críticos e apelativos.
No texto poético que nos apresenta, cheio de imagens, metáforas e alegorias, também transparecem as angústias da idade: a doença, a solidão, a decrepitude, a morte. Mas são as palavras natureza, paz, amor e ir em frente, as mais marcantes, neste seu sétimo livro de poesia».
No texto poético que nos apresenta, cheio de imagens, metáforas e alegorias, também transparecem as angústias da idade: a doença, a solidão, a decrepitude, a morte. Mas são as palavras natureza, paz, amor e ir em frente, as mais marcantes, neste seu sétimo livro de poesia».
GOSTAMOS EM ESPECIAL DAQUELE TÍTULO.
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ISCAL; Carlos Brito
terça-feira, 12 de maio de 2026
quarta-feira, 6 de maio de 2026
NA BIBLIOTECA NACIONAL EM LISBOA | exposições sobre Camões
«No Rasto de Luís de Camões é uma grande exposição que procura dar a ver o modo
como a memória de Luís de Camões se foi construindo ao longo do tempo. Uma
revisitação da vida e da obra do poeta, que põe em evidência as inovações
técnicas e científicas que a sua obra convoca. Organizada em 4 núcleos
expositivos, a exposição tem curadoria de Vanda Anastácio.
A vida do autor de Os Lusíadas foi marcada por viagens,
incertezas e conquistas. A exposição Onde Terá Segura a Curta Vida? Camões e a Vida como
Viagem aborda a vida como travessia,
revelando a fragilidade humana, o risco de naufrágio e a necessidade de
perseverança, esperança e abertura ao mundo. A exposição, apresentada na sede
da Unesco - Paris, em 2025, é comissariada por Anísio Franco, Filipa Oliveira e
Paulo Pires do Vale.
O desenho expositivo é de Francisco Aires Mateus e o grafismo de Pedro Falcão.
O desenho expositivo é de Francisco Aires Mateus e o grafismo de Pedro Falcão.
Venham todos!» .
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BNP; Camões
sexta-feira, 1 de maio de 2026
terça-feira, 28 de abril de 2026
sexta-feira, 24 de abril de 2026
ASSINALEMOS O 25 DE ABRIL 2026 COM PALAVRAS E INICIATIVA DE UM EMPRESÁRIO |«Um novo museu de arte contemporânea abre amanhã, 25 de abril, as portas em Braga, no reabilitado Palácio Vilhena Coutinho. Com mais de cem obras de 85 artistas, nacionais e internacionais, o museu mostra parte da coleção do empresário José Teixeira, presidente do grupo dst»
a propósito, na plataforma SAPO:
«Das paredes de casa para o MUZEU: "Por que haveria de criar uma cerca? A beleza é para todos"
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MUZEU
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