terça-feira, 26 de maio de 2026

«QUERIDA ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA» ! | acabou de ser publicado o Decreto-Lei n.º 105/2026 que «Estabelece as normas de execução do Orçamento do Estado para 2026»|HOJE 26 DE MAIO

 

Disponível aqui

Bem sabemos que podemos esperar «sentada» mas lá que gostávamos de ver as ESCOLAS DE GESTÃO PÚBLICA (E ONDE ESTÃO ELAS?) A ANALISAREM  O DIPLOMA AGORA PUBLICADO LÁ ISSO GOSTÁVAMOS... Mais, é nossa convicção que não haverá REFORMA DO ESTADO (OU SERÁ DA ADMINISTRAÇÃO?) sem que isso se verifique. Ainda, a «polémica» na ordem do dia relacionada com o VISTO PRÉVIO DO TRIBUNAL DE CONTAS também devia passar por debate especializado a que, por exemplo, não podiam faltar «Ordens Profissionais».  Em especial, há o aprofundamento da ORÇAMENTAÇÃ POR PROGRAMAS ... Deverá ter sido por isso que nos detivemos no artigo  32.º  - autêntico manual de procedimentos:

Tivemos «vontade de chorar» ..., já passou. E aqui estamos presente para continuar a contribuir por uma GESTÃO PÚBLICA DE QUALIDADE. Alô ISCAL!, faz «jus» aos teus pergaminhos.

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e uma vez mais nos lembramos deste livro



segunda-feira, 18 de maio de 2026

A NÃO PERDER | de«(...) o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer» |«A Última Lição de ÁLVARO SIZA VIEIRA»

 



SINOPSE
 
O arquitecto de Matosinhos, que alcançou o pináculo da arquitectura mundial, partilha o espanto com que continua a desenhar o mundo, uma casa de portas abertas aos sonhos e à humanidade, num exercício de generosidade que abarca o tanto que aprendeu e ensinou.
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra «coisa» o que ficava aquém do olhar. «Estamos a observar, mas não se vê nada», garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitectura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker - o mais importante galardão da arquitectura a nível mundial - deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer. Saiba mais.


quarta-feira, 13 de maio de 2026

MORREU CARLOS BRITO | foi estudante no Instituto Comercial de Lisboa, hoje ISCAL

 


Não há muito fizemos post em torno de  Carlos Brito, como se vê acima. Entretanto, acaba de nos deixar aos 93 anos. Em jeito de homenagem voltemos a este seu livro: 


SINOPSE
«Aos 90 anos, Carlos Brito olha preocupado, da sua varanda sobre o Guadiana, para a atualidade do país e do mundo e a situação ambiental do planeta. Não se remete a uma atitude contemplativa, persiste em estar presente e intervir, o que se reflecte nos seus versos, críticos e apelativos.
No texto poético que nos apresenta, cheio de imagens, metáforas e alegorias, também transparecem as angústias da idade: a doença, a solidão, a decrepitude, a morte. Mas são as palavras natureza, paz, amor e ir em frente, as mais marcantes, neste seu sétimo livro de poesia».

GOSTAMOS EM ESPECIAL DAQUELE TÍTULO.



quarta-feira, 6 de maio de 2026

NA BIBLIOTECA NACIONAL EM LISBOA | exposições sobre Camões

 




«No Rasto de Luís de Camões é uma grande exposição que procura dar a ver o modo como a memória de Luís de Camões se foi construindo ao longo do tempo. Uma revisitação da vida e da obra do poeta, que põe em evidência as inovações técnicas e científicas que a sua obra convoca. Organizada em 4 núcleos expositivos, a exposição tem curadoria de Vanda Anastácio.
 A vida do autor de Os Lusíadas foi marcada por viagens, incertezas e conquistas. A exposição Onde Terá Segura a Curta Vida? Camões e a Vida como Viagem aborda a vida como travessia, revelando a fragilidade humana, o risco de naufrágio e a necessidade de perseverança, esperança e abertura ao mundo. A exposição, apresentada na sede da Unesco - Paris, em 2025, é comissariada por Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale.
 
O desenho expositivo é de Francisco Aires Mateus e o grafismo de Pedro Falcão.
 
Venham todos!» .