quinta-feira, 8 de outubro de 2026
«Os impactos crescentes do desenvolvimento e aplicação da Inteligência Artificial (IA), sendo indissociáveis do contexto social e político em que se produzem, podem constituir promissores avanços ou, pelo contrário, inquietantes retrocessos. Para o PCP, Portugal precisa de uma estratégia nacional soberana para a IA, que contribua para aproveitar, tão plenamente quanto possível, potencialidades abertas pelo seu desenvolvimento e, simultaneamente, minimizar riscos decorrentes da sua utilização»
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
ANTÓNIO BARRETO | «do meu ponto de vista»| HÁ QUE CONHECER MESMO QUE NÃO SE CONCORDE COM PONTOS DE VISTA QUE DEFENDE E SE TENHA ESTADO «DO OUTRO LADO» EM OCASIÕES DA SUA PRÁTICA POLÍTICA ... CONTESTANDO!
O estado da justiça, da saúde e da educação constitui outro dos pontos fortes da sua análise sobre as cinco décadas vividas no país que encontrou após o exílio, sem esquecer o convite de Balsemão para dirigir o Expresso em detrimento de Marcelo Rebelo de Sousa, a prática do jornalismo sem escrúpulos, desde o Independente até aos dias de hoje, momento em que considera incompreensível a presença constante do líder tolo do Chega nos ecrãs, bem como a deriva que poderá levar à quase extinção do PSD e do PS. Não ignora o papel de Salazar na valorização do PCP e considera que o governante e o partido de Cunhal «se aproveitaram» um do outro.
Um livro que explora e aprofunda o ponto de vista de uma das personalidades mais influentes da opinião pública e cujo brilhantismo é reconhecido da esquerda à direita. Saiba mais.
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
domingo, 27 de setembro de 2026
INSTITUTO GULBENKIAN DE ESTUDOS AVANÇADOS (IGEA) | que nos levou ao passado (Setembro de 2013 - Dezembro de 2014) Ciclo de Seminários «As Sextas da Reforma»
«Quinze Fellows, de quatro continentes, estarão em Lisboa entre três e nove
meses com tempo, espaço e liberdade intelectual para desenvolver os seus
projetos.
Onze dos 15 fellows do Instituto Gulbenkian de Estudos
Avançados (IGEA, ou
GIAS, na sigla em inglês) começaram, a 15 de setembro, a sua atividade em
Lisboa. Criado em 2025 pela Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto oferece a
académicos de renome internacional tempo, espaço e liberdade intelectual para
desenvolverem trabalho da sua escolha por um período limitado de tempo (três a
nove meses), num ambiente propício à reflexão e à conversa.
O primeiro grupo de fellows
foi selecionado de entre 459 candidatos de 65 países, de áreas de conhecimento
muito diversificadas como as Ciências Sociais, Humanidades, Direito, Economia,
e STEM. Reúne investigadores de História, Filosofia, Linguística,
Literatura, Estudos Clássicos, Arqueologia, História da Arte, Musicologia e
Psiquiatria, com percursos académicos e institucionais muito diversos. É
assim concretizado o compromisso do IGEA com a pluralidade e o diálogo
intelectual. (...)». Continue a ler.
«Global security is increasingly complicated by conflicts, technologies and geopolitical developments, underscoring the need for new models of multistakeholder cooperation. Institutional partnerships between the public and private sectors will be crucial for protecting global stability and de-escalating conflict»
«Contas Certas»
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
«Travel & Tourism»
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
DAR VISIBILIDADE À «LINHA EM LAÇO» | amanhã dia 25 de setembro, às 14h, será entregue ao Ministério das Infraestruturas o Abaixo-Assinado contra a Linha Circular do Metropolitano de Lisboa
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terça-feira, 22 de setembro de 2026
SENTIMO-NOS JÁ A CUIDAR O FUTURO DE JORGE PALMA| tarefa de todos e fácil porque era magnífico!
Deixa-me Rir
E «roubando» palavras a outros e a imagem com que iniciamos:«(...) Jorge Palma foi uma figura maior da música e da cultura portuguesas feitas e vividas em liberdade. Compositor, letrista, intérprete, foi para várias gerações uma referência de insubmissão e liberdade. Cantou o amor, as fragilidades humanas e a vida na cidade com profunda delicadeza e sensibilidade, dando dessa forma voz aos muitos que o ouviam e consigo cantavam as suas canções. Canções de liberdade, porque só em liberdade se pode cantar da forma como Jorge Palma o fez, canções de esperança, mesmo quando eram de desesperança, por cantarem a complexidade humana e toda a beleza que ela tem.















