Recorrendo à IA
«Quinze Fellows, de quatro continentes, estarão em Lisboa entre três e nove
meses com tempo, espaço e liberdade intelectual para desenvolver os seus
projetos.
Onze dos 15 fellows do Instituto Gulbenkian de Estudos
Avançados (IGEA, ou
GIAS, na sigla em inglês) começaram, a 15 de setembro, a sua atividade em
Lisboa. Criado em 2025 pela Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto oferece a
académicos de renome internacional tempo, espaço e liberdade intelectual para
desenvolverem trabalho da sua escolha por um período limitado de tempo (três a
nove meses), num ambiente propício à reflexão e à conversa.
O primeiro grupo de fellows
foi selecionado de entre 459 candidatos de 65 países, de áreas de conhecimento
muito diversificadas como as Ciências Sociais, Humanidades, Direito, Economia,
e STEM. Reúne investigadores de História, Filosofia, Linguística,
Literatura, Estudos Clássicos, Arqueologia, História da Arte, Musicologia e
Psiquiatria, com percursos académicos e institucionais muito diversos. É
assim concretizado o compromisso do IGEA com a pluralidade e o diálogo
intelectual. (...)». Continue a ler.
Deixa-me Rir
E «roubando» palavras a outros e a imagem com que iniciamos:«(...) Jorge Palma foi uma figura maior da música e da cultura portuguesas feitas e vividas em liberdade. Compositor, letrista, intérprete, foi para várias gerações uma referência de insubmissão e liberdade. Cantou o amor, as fragilidades humanas e a vida na cidade com profunda delicadeza e sensibilidade, dando dessa forma voz aos muitos que o ouviam e consigo cantavam as suas canções. Canções de liberdade, porque só em liberdade se pode cantar da forma como Jorge Palma o fez, canções de esperança, mesmo quando eram de desesperança, por cantarem a complexidade humana e toda a beleza que ela tem.
Portugal ficou em 46.º lugar no mais recente Índice Global de Perceção da Corrupção, com uma pontuação de 56 em 100, num contexto em que as preocupações com a corrupção no setor público continuam a aumentar em todo o mundo. leia aqui.