quarta-feira, 4 de novembro de 2026
NA SENDA DE UMA ADMINISTRAÇÃO TRANSPARENTE | AINDA NINGUÉM ESTARÁ ESCLARECIDO SOBRE AS 2937 PESSOAS QUE VIRAM AS SUAS PENSÕES ALTERADAS| e sim também somos «Pelo pagamento do valor correcto das pensões de aposentação» e que a Aministração mostre de maneira que toda a gente perceba o que realmente aconteceu ... | ATÉ HOJE TUDO CONTINUA FUSCO AINDA QUE O RESPONSÁVEL DA CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES JÁ TENHA IDO AO PARLAMENTO
terça-feira, 3 de novembro de 2026
sexta-feira, 30 de outubro de 2026
A OPINIÃO DE OUTROS NA CONSTRUÇÃO DA NOSSA | agora de Manuel Augusto Araújo «Insubmissões» _ «O agravamento deste estado de sítio que os jovens enfrentam desencadeou a onda de manifestações que a comunicação e as redes sociais, na sua esmagadora maioria ao serviço das oligarquias, tem mostrado com a parcialidade com que se constroem verdades com verdades, meias-verdades e até mentiras»
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
WEBINAR CONDUZIDO EM PORTUGUÊS COM DURAÇÃO DE UMA HORA|«A sessão explorará como esses desenvolvimentos ampliam e aprimoram as normas e padrões do ISSB, apoiando as organizações na identificação e divulgação de informações financeiras relevantes relacionadas à natureza e a riscos e oportunidades específicos de cada setor»
9:00 PST, 12:00 EST, 14:00 BRT, 18:00 CET
«Este webinar, organizado pela IFRS Sustainability Alliance, apresentará uma atualização sobre o trabalho em andamento do International Sustainability Standards Board (ISSB) relacionado à natureza, força de trabalho e às melhorias das Normas SASB específicas por setor (SASB Standards industry-specific enhancements). A sessão explorará como esses desenvolvimentos ampliam e aprimoram as normas e padrões do ISSB, apoiando as organizações na identificação e divulgação de informações financeiras relevantes relacionadas à natureza e a riscos e oportunidades específicos de cada setor. (...)». Continue. e INSCREVA-SE.
terça-feira, 27 de outubro de 2026
PERCEBER AS «ACAMPADAS» | nestes tempos complexos, turbulentos e em mudança ...
«Escrever à mão»
Este livro pretende fixar a memória do que tem sido a arte de escrever à mão, valorizando a caligrafia como registo identitário de quem escreve, capaz de transmitir emoções. Com recurso à tecnologia digital, a sua maior inimiga, conseguimos perceber, afinal, como funciona e por que motivo ela é, em muitos aspetos, o oposto da artificialidade e um símbolo da humanidade». Saiba mais
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sábado, 24 de outubro de 2026
«COMO OS ESTADOS TRANSFORMAM AS ECONOMIAS»
Se durante muitos anos a convicção geral era de que o Estado deveria intervir o mínimo possível na economia, remetendo-se a um papel de mero legislador e regulador para garantir o funcionamento eficiente dos mercados, o século XXI voltou a trazer a política industrial para o centro do debate político e económico.
Nesta obra, o economista Ricardo Paes Mamede mostra-nos os prós e os contras da intervenção estatal enquanto modelador das estruturas produtivas, bem como na promoção de actividades específicas.
Deve o Estado promover a especialização num sector ou encorajar a diversificação produtiva? Determinar quais as suas vantagens comparativas e tirar o melhor partido delas ou, pelo contrário, desafiá-las? Substituir as importações ou promover as exportações? Quais devem ser as prioridades e instrumentos da política industrial na governação?
As perguntas - e respostas - que abrem caminhos para uma discussão séria sobre um tema actual e mais urgente do que nunca.
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
«A criação do Prémio Arquivo.pt tem como objetivo promover a utilização do espólio preservado pelo Arquivo.pt que se encontra em constante crescimento, para efeitos de investigação e descoberta de aplicações úteis do arquivo da web portuguesa para a sociedade»
QUEREMOS O SITE DA CORNUCÓPIA DE VOLTA | e não nos venham com explicações ... | AH ! TALVEZ PENSAR COMO ARQUIVAR A WEB NA ESFERA DA CULTURA NOMEADAMENTE DAS «ARTES DA DGARTES» ...
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Prémios Novo Bauhaus Europeu 2026 |«A reabilitação de um moinho centenário de Santa Cruz do Douro, com apoio de fundos europeus, destacou-se na categoria “Rising Stars” dos prémios da Comissão Europeia que unem a cultura, a tecnologia, a inovação e o design»
Em Santa Cruz do Douro (Baião), a Casa da Azenha está a reabilitar um moinho de água centenário, na mesma família há cinco gerações. Foi um motor económico local, com produção de azeite e emprego, até encerrar em 1999.
Hoje renasce como “museu vivo”, respondendo ao despovoamento, ao envelhecimento e à perda de saberes tradicionais.
“O modelo afasta-se do turismo extrativo: o turismo financia a cultura, a cultura reforça o envolvimento da comunidade e a participação local garante a autenticidade. Assenta em enoturismo experiencial, produção cooperativa de azeite de mó de pedra e vinho “Avesso”, com preços justos para microprodutores, oficinas educativas e parcerias com festivais regionais.”
O projeto foi estruturado com o apoio financeiro a startups do StartUP Voucher (programa do IAPMEI), apoiado através do Programa COMPETE 2030, cofinanciado no âmbito do Portugal 2030, com o Fundo Social Europeu+ da União Europeia.
Prevê ainda um modelo de reinvestimento circular, em que parte dos lucros regressa à manutenção do edifício, à programação comunitária e à integração digital do património.
Os resultos habitantes e um modelo replicável de desenvolvimento rural sustentável.
ados esperados incluem maior coesão social, rendimento complementar para (...)». Saiba mais.
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
«Seu Chico»
«Apanhei a
história na Folha de São Paulo e, depois, no Correio Braziliense. Mas em
qualquer dessas janelas me foi acrescentado um detalhe: o caso tinha sido
pescado no poço sem fundo do TikTok, onde rapidamente "viralizou".
Tal informação arrasta em mim uma urticária que não será letal. Mas a história
é tão boa que não resisto a dar-lhe vento na crónica, mesmo se chovo no molhado
do já sabido, olha este.
A história
trata do espanto que Monalisa, a cidadã Monalisa Melo, sentiu ao descobrir que
seu filho jogava à bola, frequentemente, com uns cavalheiros no relvado do
condomínio e que um desses cavalheiros era alguém a quem todos sublinhavam uma
leve vénia no trato, um homem antigo, mais lento na profundidade, mas tão mais
profundo, com tão bom toque de bola e com um sorriso tão largo que se confundia
com a chamada visão de jogo e a quem todos tratavam por "seu Chico".
O filho teria percebido, pela cortesia geral, que "seu Chico" ganhara
uma fama proveniente de outros palcos distantes do tapete de relva onde ainda
se firmava nas canetas tentando o "chute a gol / com precisão /de flecha e
folha seca".
O filho de Monalisa Melo desconfiara que "seu Chico" transcendia
o nome e a mesura. Sua grandeza teria de ser maior. Monalisa foi assistir a um
dos jogos lá no condomínio e descobriu que aquele a quem o filho se referia
como "seu Chico" era, afinal, Chico Buarque. Eis o poder de um nome:
o rapaz viu, em todo o esplendor, a "paralela do impossível". Como se
tivesse sido tomado pelo "sentimento diagonal/ do homem-gol", ele
teve a revelação de quem não sabia que sabia. Chico é tão vasto, tão admirável,
que já tínhamos sabido dele no fundo de nós mesmos, tal como ele, Chico, seu
Chico, soube de Canhoteiro e de Mané antes de saber cantar "uma canção
capenga". Sabias, tu, de Canhoteiro, o admirável Canhoteiro a quem Pelé
venerava e a quem chamavam "Garrincha da ponta esquerda"?
Fico a imaginar seu Chico fazendo uma canção para Monalisa, mãe do rapaz
que levou as mãos à cabeça como se tivesse falhado um golo de baliza aberta,
perguntando-se diante das câmaras: "Como é que eu joguei à bola com esse
cara?". Não lhe sabia o rapaz a magia da voz, o poder criador da música,
apenas o samba que lhe nascia nos pés».




















