O estado da justiça, da saúde e da educação constitui outro dos pontos fortes da sua análise sobre as cinco décadas vividas no país que encontrou após o exílio, sem esquecer o convite de Balsemão para dirigir o Expresso em detrimento de Marcelo Rebelo de Sousa, a prática do jornalismo sem escrúpulos, desde o Independente até aos dias de hoje, momento em que considera incompreensível a presença constante do líder tolo do Chega nos ecrãs, bem como a deriva que poderá levar à quase extinção do PSD e do PS. Não ignora o papel de Salazar na valorização do PCP e considera que o governante e o partido de Cunhal «se aproveitaram» um do outro.
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