domingo, 5 de julho de 2026

Webinar | "A Renovação da Carta das Nações Unidas à Luz da Sociedade da Informação" - 9 de julho - 15:00 horas

 


«Assinada em São Francisco há oitenta anos, a Carta das Nações Unidas não contempla os desafios colocados pela inteligência artificial, pelos sistemas autónomos ou pela soberania digital. Neste contexto, o Grupo de Futuros da APDSI apresenta e debate um conjunto de propostas de atualização da Carta, colocando estas dimensões no centro da renovação do sistema multilateral.

O webinar decorrerá entre Lisboa e Nova Iorque e contará com a participação do grupo das Nações Unidas article109.org, dedicado à renovação da Carta das Nações Unidas ao abrigo do Artigo 109.º.

 

Estarão em debate temas como:

  • O papel de Portugal na eventual invocação do Artigo 109.º;
  • A soberania tecnológica dos Estados;
  • Os riscos da tecnocracia algorítmica;
  • Os sistemas autónomos capazes de decidir, executar e reproduzir-se sem supervisão humana constante.

 

Porque, quando as máquinas governam sem mandato e os humanos assistem sem poder, o desafio deixa de ser apenas tecnológico — torna-se constitucional.

 

Programa

  1. Apresentação e ponto de situação das iniciativas do grupo article109.org para a renovação da Carta das Nações Unidas;
  2. Apresentação das propostas do Grupo de Futuros da APDSI para a atualização da Carta à luz da Sociedade da Informação;
  3. Debate aberto com os participantes.

 

Inscrições

Inscrições através do formulário:

https://pt.surveymonkey.com/r/A_Renovacao_da_Carta_das_Nacoes_Unidas_a_Luz_da_Sociedade_da_Informacao

 

Contamos com a sua presença e participação neste importante momento de reflexão sobre o futuro da governação internacional na era digital.

Com os melhores cumprimentos,




quinta-feira, 2 de julho de 2026

«O Futuro dos Livros»

 


UM EVENTO SOBRE
O FUTURO DOS LIVROS

Nos dias 15 e 16 de setembro de 2026, o Centro Cultural de Belém (CCB) recebe a 4.ª edição do BOOK 2.0, que reunirá oradores nacionais e internacionais para repensar o papel da leitura e da literacia no século XXI.

Este ano, sob o mote “Back to Basics. Back to Books.”, refletimos sobre o livro como um convite ao regresso às origens e ao pensamento profundo. Num mundo de estimulação constante, o BOOK 2.0 coloca o livro no centro do debate, reafirmando a leitura como um ato de resistência e uma ferramenta essencial para a transformação social.


Saiba mais


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Sobre a inicitiva nas Notícias ao Minuto




sábado, 27 de junho de 2026

«ESTRUTURA DE MISSÃO»

 



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E fomos verificar o que é Estrutura de Missão -    aqui

«As Estruturas de Missão (cfr. artigo 28.º da Lei n.º 4/2004, de 15 de janeiro, na redação atual, são estruturas ”ad hoc”, de natureza temporária, criadas por Resolução do Conselho de Ministros, quando estejam em causa objetivos que não possam ser prosseguidos pelos serviços existentes».

E numa versão completa  mais atual - neste endereço :

«(...)
Artigo 28.º
Estruturas de missão, comissões e grupos de trabalho ou de projeto
1 - A prossecução de missões temporárias que não possam, fundamentadamente, ser desenvolvidas pelos serviços existentes pode ser cometida a estruturas de missão, criadas por resolução do Conselho de Ministros.
2 - As estruturas de missão têm uma duração temporal limitada e objetivos contratualizados e dependem do apoio administrativo e logístico do serviço designado para o efeito na resolução do Conselho de Ministros que proceda à respetiva criação.
3 - A resolução do Conselho de Ministros deve estabelecer obrigatoriamente:
a) A designação da estrutura de missão;
b) A identificação da missão;
c) Os termos e a duração do mandato, com a definição clara dos objetivos a alcançar;
d) O estatuto dos responsáveis que a compõem;
e) O número de elementos que deve integrar a estrutura e respetivas funções;
f) Os encargos orçamentais e respetivo cabimento orçamental.
4 - As estruturas de missão não podem constituir relações jurídicas de emprego público por tempo indeterminado.
5 - Os responsáveis pelas estruturas de missão exercem as respetivas funções em comissão de serviço e podem recorrer a mobilidade geral ou, com respeito pelo disposto no número anterior, recrutar trabalhadores, nos termos da lei e dentro do número fixado na resolução.
6 - A estrutura de missão considera-se automaticamente extinta uma vez decorrido o prazo pelo qual foi constituída, sem prejuízo de o respetivo mandato poder ser prorrogado por resolução do Conselho de Ministros, que deve fundamentar tal decisão referindo, designadamente, o grau de cumprimento dos objetivos iniciais.
7 - Findo o prazo da missão, o responsável elabora relatório da atividade desenvolvida e dos resultados alcançados, a publicar no site do Ministério, após aprovação do membro do Governo competente.
8 - A prossecução de missões temporárias que não possam, fundamentadamente, ser desenvolvidas pelos serviços existentes pode ainda ser cometida a comissões ou grupos de trabalho ou de projeto, criados por despacho conjunto do ministro ou ministros competentes e do Ministro das Finanças.
9 - É aplicável às comissões e aos grupos de trabalho e de projeto, com as necessárias adaptações, o disposto nos n.os 2 a 7.
10 - Os responsáveis das estruturas de missão, das comissões e dos grupos de trabalho ou de projeto são livremente designados e exonerados.
  Contém as alterações dos seguintes diplomas:
   - Lei n.º 51/2005, de 30/08
   - Lei n.º 64-A/2008, de 31/12
   - Lei n.º 64/2011, de 22/12
   - DL n.º 43-A/2024, de 02/07
  Consultar versões anteriores deste artigo:
   -1ª versão: Lei n.º 4/2004, de 15/01
   -2ª versão: Lei n.º 51/2005, de 30/08
   -3ª versão: Lei n.º 64-A/2008, de 31/12
   -4ª versão: Lei n.º 64/2011, de 22/12
(...)»
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A nosso ver, a grande sobra partindo da Criação da «Agência para o PTRR» (e porquê a palavra agência?) com a Resolução do Conselho de Ministros acima, mas alargando a outras realidades da familia Estruturas de missão, comissões e grupos de trabalho ou de projeto - com que nos tem inundado poderá ser sintezidada, desde logo,  nesta pergunta: NÃO ESTAREMOS NUMA BANALIZAÇÃO DA ESTRTURA MISSÃO? Mais, não precisariamos de ESTUDO que em cada caso o justificasse?, e que de forma clara nos informasse os conceitos e as técnicas em presença. Ainda, ai!, aquelas durações que parecem obrigar a alterar o que se considera «temporário» ... E podiamos continuar, mas por agora apenas acrescentar: onde estás GESTÃO? - naturalmente GESTÃO PÚBLICA - que não te vemos ... Sim, objetivamente, a ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA em todo o esplendor ... E «ELES» (como diz o POVO) tinham prometido o contrário ... Cada vez mais confirmamos que temos de assumir como necessidade estratégica e operacional isto:

   «TECNOCRACIA COMPETENTE PILAR DA DEMOCRACIA». 


sábado, 20 de junho de 2026

«The Creative Industries Skills Audits are a new sector-wide study published today by Creative PEC and Work Advance, assessing the current and future skills needs across creative industries sub-sectors»

 


«The Creative Industries Skills Audits are a new sector-wide study published today by Creative PEC and Work Advance, assessing the current and future skills needs across creative industries sub-sectors. The Skills Audits reveal that creative economy employers are ambitious for growth, with nearly 50% looking to expand their workforce, but are hampered by an outdated skills system.

The Creative Industries Skills Audits were a key commitment in the UK Government’s Creative Industries Sector Plan, and represent a major new evidence base for the UK’s creative industries. Funded by the DCMS and the Creative Industries Council (CIC) and supported by eleven nationwide sector bodies representing creative sub-sectors, the Skills Audits have clear implications for policy, investment and workforce development».

Para download aqui


quarta-feira, 17 de junho de 2026

VOLTEMOS À EXPOSIÇÃO «NO RASTO DE CAMÕES» | depois de lermos a crónica «Camões de carne e osso» de Afonso Reis Cabral acreditamos que haverá quem (se ainda não viu) programe uma ida à exposição na Biblioteca Nacional em Lisboa

 



Termina assim: «Esta exposição, nada menos que maravilhosa, está patente até quinze de Setembro. Mérito da Biblioteca Nacional e da curadora Vanda Pires, além de um grande e belo legado de Diogo Ramada Curto».


«CONFERÊNCIA IA » | 14 julho 2026 | CCB | Participação gratuita sujeita a inscrição

 


«A inteligência artificial (IA) está a transformar as organizações, os processos e os modelos de negócio. No próximo dia 14 de julho, na parte da manhã, a Conferência .IA reúne, no CCB, líderes empresariais, especialistas e decisores públicos para debater a adoção de agentes de IA pelas empresas, a gestão da mudança, a corrida à infraestrutura digital e as escolhas que Portugal e a Europa têm pela frente. (...)». Continue a ler. Inscreva-se!


domingo, 14 de junho de 2026

NO SEMANÁRIO EXPRESSO DESTA SEMANA | DE CLARA FERREIRA ALVES | «A Administração Dita Pública» _ «A resposta ao mail nunca chega. Tenta-se o telefonema diversas vezes, por curiosidade, ninguém atende»

 


Se puder não perca. Se  tiver acesso online aqui

Excerto: «(...)Regressamos à SIGA. Por curiosidade entomológica. Há locais com senhas disponíveis. Podemos escolher a Moita, a 17km, sem espera, a Lourinhã, a 59 km, com 16 minutos de espera, Alenquer, a 39 km, com um minuto de espera, Vila Franca de Xira, a 21 km, com 31 minutos de espera e Marvila, ah Lisboa, com 21 pessoas em espera e 38 minutos de espera da última senha. Em todos os outros lugares, “senhas temporariamente indisponíveis”. Almada, Amadora, Barreiro, Loures, Oeiras, Montijo, Alcochete, Sintra, Cascais, Mafra e por aí fora. Até ao Bombarral, a Azambuja, o Cadaval. Óbidos... siga.
E na Boa-Hora, há 3 pessoas em espera e 1h e 14 minutos de espera da última senha. Infelizmente, “senhas temporariamente indisponíveis”. Restava a Moita. Entretanto, a espera na Boa-Hora, na segunda-feira, e enquanto se escrevia isto, passou a 2 horas e 14 minutos. Felizmente, “senhas estão temporariamente indisponíveis”. (...)».
Não será ousado dizer que muita gente já passou pelo que a jornalista descreve.  A articulista terá os seus padrões para o que escreve. Haverá uma lógica interna para os seus trabalhos que certamente reflectem as suas convicções nomeadamente politicas. Qualquer que seja esse quadro, não podíamos perder o artigo acima no Expresso desta semana  para uma vez mais reclamarmos: precisamos de GESTÃO PÚBLICA, digna desse nome, nas ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS. Mas quem nos ouve? Pode ser que se transformarmos o problema em «CASO» tenhamos sorte ... Assim, agradeçamos a Clara Ferreira Alves e contemos com o Poder da Comunicação Social. Bom, isto não podia ser uma questão de « sorte e azar», mas sim um serviço público a desenvolver com todo o profissionalismo ... 

terça-feira, 9 de junho de 2026

A FAVOR DA TRANSPARÊNCIA NAS ADMINISTRAÇÕES | Porquê?



O nosso comentário: A «transparência» na ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA também passa por situações destas. Ou seja, temos direito a uma explicação, nomeadamente à luz de uma Gestão Pública de qualidade.



«The Key Stages of Workplace Development»


 Disponível aqui

Excerto

«(...)A recent survey by AI Resume Builder found that nearly six in 10 firms now require employees to use AI, and one in 10 will fire them if they don’t. In all, a study by the Brookings Institution estimates that 37 million workers in the US alone are “highly exposed” to AI shifts. In other words, they are holding jobs that are unlikely to survive the AI wave. Whether they know it or not, this legion will be stepping right into the ugly phase, and in numbers that are without precedent in labor history. Indeed, people enjoying roles in finance, graphic design, software engineering, and a host of others—people who worked hard to build their careers—will have to scour the job market to find more secure roles and rebuild again. The question is obvious: How will they handle it? Is it possible to not just survive, but thrive? (...)».

em PDF


sexta-feira, 5 de junho de 2026

«LASCAUX 2.0» |«Esta exposição reúne um conjunto de obras que explora a criação artística como processo autónomo, resultado da interação entre algoritmos, robótica e sistemas de decisão não humanos»

 


Leonel Moura Lascaux 2.0

Ver em LGPLer em LGP

15 abril a 15 de junho
Espaço Fundação MEO, Fórum Picoas
2ª a 6ª feira das 9h às 18h
Oferta de obra do artista, todas as 3ª e 5ª feiras das 14h às 18h

Entrada livre

Esta exposição reúne um conjunto de obras que explora a criação artística como processo autónomo, resultado da interação entre algoritmos, robótica e sistemas de decisão não humanos. Ao longo do percurso expositivo, a arte é apresentada não como representação ou expressão subjetiva, mas como comportamento emergente, produzido por sistemas capazes de agir, gerar formas e deixar marcas no espaço.




terça-feira, 2 de junho de 2026

FOI PUBLICADA A RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE MINISTROS N.º 106/2026 QUE NO SUMÁRIO DIZ QUE «APROVA O PTRR - PORTUGAL TRANSFORMAÇÃO, RECUPERAÇÃO E RESILIÊNCIA» E DEPOIS DE UM LONGO TEXTO REMETE-NOS PARA O ANEXO QUE DELA É PARTE INTEGRANTE | aí no número 1 ficamos a saber que estamos perante «Um plano» «para recuperar, proteger e responder»

 



Diga-se que não há surpresa no que vemos, está em linha com a produção legislativa que o Governo nos habituou. Apetece comentar do principio ao fim em termos gerais e particlares.  Para já apenas isto: SE É UM PLANO qual o modelo conceptual, técnico e prático que é seguido?   É que não o vislumbramos. Tal como está parece um projeto de «redação» tipo floresta onde eventualmente apenas alguns não se perderão ... 
De repente, ao calhas, olhemos para esta passagem: «(...) O horizonte de execução do plano estende-se de 2026 a 2034, organizando a intervenção pública de forma faseada e coesa, combinando medidas de curto prazo com reformas e investimentos estruturais destinados a produzir impactos consistentes ao longo do tempo e a criar bases sólidas para o desenvolvimento futuro.
 O objetivo central do PTRR é assegurar uma recuperação sólida, equitativa e duradoura, transformando a capacidade do país para salvaguardar as populações, valorizar o território e garantir o funcionamento contínuo dos sistemas públicos e privados essenciais, ao mesmo tempo que se reduzem vulnerabilidades e se reforça a resiliência para responder a crises futuras.
 Esta ambição de transformar, reconstruir e reforçar a resiliência — que inspirou a denominação deste plano nacional multianual — concretiza-se através de três pilares complementares e interdependentes — Recuperar, Proteger e Responder. (...)».
Olhando para isto em termos de SISTEMA DE FINALIDADES E OBJETIVOS (que se ensina e aprende), em que ficamos ?
Mais à frente, já no anexo:


Também aqui, por exemplo,  qual será o conceito de «Visão» seguido?
Por hoje, fiquemos assim ...



domingo, 31 de maio de 2026

MIT Museum

 


como é publicitado

do referenciado na HOMEpage


Veja aqui



terça-feira, 26 de maio de 2026

«QUERIDA ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA» ! | acabou de ser publicado o Decreto-Lei n.º 105/2026 que «Estabelece as normas de execução do Orçamento do Estado para 2026»|HOJE 26 DE MAIO

 

Disponível aqui

Bem sabemos que podemos esperar «sentada» mas lá que gostávamos de ver as ESCOLAS DE GESTÃO PÚBLICA (E ONDE ESTÃO ELAS?) A ANALISAREM  O DIPLOMA AGORA PUBLICADO LÁ ISSO GOSTÁVAMOS... Mais, é nossa convicção que não haverá REFORMA DO ESTADO (OU SERÁ DA ADMINISTRAÇÃO?) sem que isso se verifique. Ainda, a «polémica» na ordem do dia relacionada com o VISTO PRÉVIO DO TRIBUNAL DE CONTAS também devia passar por debate especializado a que, por exemplo, não podiam faltar «Ordens Profissionais».  Em especial, há o aprofundamento da ORÇAMENTAÇÃ POR PROGRAMAS ... Deverá ter sido por isso que nos detivemos no artigo  32.º  - autêntico manual de procedimentos:

Tivemos «vontade de chorar» ..., já passou. E aqui estamos presente para continuar a contribuir por uma GESTÃO PÚBLICA DE QUALIDADE. Alô ISCAL!, faz «jus» aos teus pergaminhos.

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e uma vez mais nos lembramos deste livro



segunda-feira, 18 de maio de 2026

A NÃO PERDER | de«(...) o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer» |«A Última Lição de ÁLVARO SIZA VIEIRA»

 



SINOPSE
 
O arquitecto de Matosinhos, que alcançou o pináculo da arquitectura mundial, partilha o espanto com que continua a desenhar o mundo, uma casa de portas abertas aos sonhos e à humanidade, num exercício de generosidade que abarca o tanto que aprendeu e ensinou.
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra «coisa» o que ficava aquém do olhar. «Estamos a observar, mas não se vê nada», garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitectura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker - o mais importante galardão da arquitectura a nível mundial - deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquitecto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer. Saiba mais.


quarta-feira, 13 de maio de 2026

MORREU CARLOS BRITO | foi estudante no Instituto Comercial de Lisboa, hoje ISCAL

 


Não há muito fizemos post em torno de  Carlos Brito, como se vê acima. Entretanto, acaba de nos deixar aos 93 anos. Em jeito de homenagem voltemos a este seu livro: 


SINOPSE
«Aos 90 anos, Carlos Brito olha preocupado, da sua varanda sobre o Guadiana, para a atualidade do país e do mundo e a situação ambiental do planeta. Não se remete a uma atitude contemplativa, persiste em estar presente e intervir, o que se reflecte nos seus versos, críticos e apelativos.
No texto poético que nos apresenta, cheio de imagens, metáforas e alegorias, também transparecem as angústias da idade: a doença, a solidão, a decrepitude, a morte. Mas são as palavras natureza, paz, amor e ir em frente, as mais marcantes, neste seu sétimo livro de poesia».

GOSTAMOS EM ESPECIAL DAQUELE TÍTULO.



quarta-feira, 6 de maio de 2026

NA BIBLIOTECA NACIONAL EM LISBOA | exposições sobre Camões

 




«No Rasto de Luís de Camões é uma grande exposição que procura dar a ver o modo como a memória de Luís de Camões se foi construindo ao longo do tempo. Uma revisitação da vida e da obra do poeta, que põe em evidência as inovações técnicas e científicas que a sua obra convoca. Organizada em 4 núcleos expositivos, a exposição tem curadoria de Vanda Anastácio.
 A vida do autor de Os Lusíadas foi marcada por viagens, incertezas e conquistas. A exposição Onde Terá Segura a Curta Vida? Camões e a Vida como Viagem aborda a vida como travessia, revelando a fragilidade humana, o risco de naufrágio e a necessidade de perseverança, esperança e abertura ao mundo. A exposição, apresentada na sede da Unesco - Paris, em 2025, é comissariada por Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale.
 
O desenho expositivo é de Francisco Aires Mateus e o grafismo de Pedro Falcão.
 
Venham todos!» .

domingo, 19 de abril de 2026

«Service public ou barbarie»