Tirado do jornal online AbrilAbril
terça-feira, 24 de março de 2026
VAI ESTAR NO TEATRO DA TRINDADE EM LISBOA | «Clube dos Poetas Mortos» | É ISSO! HÁ UM SABER E UM PRAZER QUE SÓ A CULTURA E A ARTE NOS PODEM DAR
«Num colégio interno dos Estados Unidos, “Tradição, Disciplina, Honra e Excelência” são os pilares de um ensino rígido e espartilhado. Estes serão postos à prova pelo carismático professor de Literatura, John Keating, apenas porque os seus métodos são diferentes do status quo. Instigando os jovens alunos a questionarem o mundo e a adotarem novos pontos de vista, Keating vai provocar-lhes uma intensa catarse e grande perturbação na vida diária do colégio.
Esta história comovente, com um título que ressoa no imaginário de várias gerações, fala-nos de emancipação, amizade, sonho e perda.
Depois do sucesso em Nova Iorque e em Paris, Clube dos Poetas Mortos chega ao Teatro da Trindade INATEL. A versão teatral é do próprio Tom Schulman, autor do filme homónimo, cuja palavra de ordem é “carpe diem”». Saiba mais.
Esta história comovente, com um título que ressoa no imaginário de várias gerações, fala-nos de emancipação, amizade, sonho e perda.
Depois do sucesso em Nova Iorque e em Paris, Clube dos Poetas Mortos chega ao Teatro da Trindade INATEL. A versão teatral é do próprio Tom Schulman, autor do filme homónimo, cuja palavra de ordem é “carpe diem”». Saiba mais.
Etiquetas:
Teatro da Trindade
sexta-feira, 20 de março de 2026
DURANTE A II GUERRA MUNDIAL| o que tem uma Sapataria do Chiado a ver com o Banco de Portugal ?
Excerto do artigo de Alexandra Machado
«(...) O Banco de Portugal temia que um bombardeamento
destruísse as suas reservas, colocando em causa a economia nacional. Era preciso ter um sítio seguro, secreto, para garantir a sobrevivência financeira do país.
“Um local escondido à vista de todos”, conta a instituição financeira num vídeo divulgado na visita virtual ao arquivo, lançada esta quinta-feira, 19 de março.
Cláudia Pinto, uma das cinco pessoas que trabalham no arquivo do Banco de Portugal, guia-nos por essa história. Durante meses, uma loja — a Sapataria Atlas
que estava junto da companhia ferroviária dos Wagons-Lits, perto da Joalharia do Carmo e da Luvaria Ulisses — na Rua do Carmo, em Lisboa, foi tornada cofre
subterrâneo, com paredes reforçadas, e no qual, no Chiado, o Banco de Portugal “escondeu milhões de notas prontas a emitir, papel-moeda, maquinaria para o
fabrico de notas e o arquivo considerado essencial para a continuidade da sua atividade”. A Sapataria Alves sofreu obras de remodelação que nem a Câmara
Municipal de Lisboa sabia a razão. “Um mês e três toneladas de ferro depois, a insuspeita Sapataria Atlas transformar-se-ia numa das mais importantes
casas-fortes do Banco de Portugal”, lê-se nos arquivos do Banco de Portugal que, no entanto, não conseguiu contabilizar o montante que aí foi escondido, mas
assumindo que tinha capacidade para 18 milhões de notas. “Até à data não foi encontrada informação adicional no arquivo. Compreensivelmente era um assunto
de algum segredo, pelo que não deve ter ficado muito registo”, diz ao Observador fonte oficial do banco central, assumindo a instituição que “existem ainda
poucas evidências acerca das circunstâncias que levaram o Banco, em plena Segunda Guerra Mundial, a arrendar o 87 D da Rua do Carmo”. A loja era a
“reserva secreta” que garantiria a continuidade do país em caso de bombardeamento, imaginando-se, então, que as ruínas do Convento do Carmo cairiam em
cima do imóvel e, assim, os escombros salvariam o “tesouro”. Não aconteceu. O Banco de Portugal continuou a gerir a loja, que lhe tinha sido cedida pelo Estado
para esse efeito a 13 de abril de 1944, por mais 15 anos, até 21 de julho de 1978. ? A loja que serviu de caixa-forte do Banco de Portugal na Segunda Guerra
Mundial Hoje a caixa-forte do Banco de Portugal está no Carregado, onde foi instalada em 1999. E o 87 D da Rua do Carmo alberga uma loja de decoração. Esta
é uma das histórias que se “escondem” no arquivo do Banco de Portugal, um arquivo que pode ser consultado por quem o solicitar e que também tem uma porta
digital. A partir desta quinta-feira tem uma visita virtual. 180 anos de História e muitas histórias A visita ao arquivo permite-nos encontrar a história do banco
central, mas muitas outras se escondem nos volumes guardados pelo Banco de Portugal, organismo criado por decreto régio a 19 de novembro de 1846, faz este
ano 180 anos. Foi nesse decreto que se fusionou o Banco de Lisboa e a Companhia Confiança Nacional. Nascia o Banco de Portugal com o privilégio de emitir
notas, que até então era da responsabilidade do Banco de Lisboa, que, em contrapartida, emprestou ao Estado dois mil contos de réis para amortizar o
papel-moeda em circulação. Portugal vivia, no entanto, em 1846 momentos conturbados. As revoltas liberais contra o Governo autoritário de Costa Cabral
acabariam por fazer cair o Governo, queda embalada pela revolta da Maria da Fonte. Assumiu o Executivo o Duque de Palmela, mas após um golpe de estado
palaciano, a “Emboscada” da rainha D. Maria II, também esse governo caiu. Durante este período quem detinha notas correu a trocá-las por prata, até que a
rainha suspende o reembolso das notas. Iniciava-se a guerra civil designada Patuleia, que agrava a situação. Além de divisivas, estas disputas eram onerosas e o
Estado não conseguiu cumprir com os empréstimos feitos. A crise financeira levou, então, à fusão do Banco de Lisboa (constituído a 7 de junho de 1824) e da
Companhia Confiança Nacional (criada a 25 de setembro de 1844) — a história de ambos está no arquivo do Banco de Portugal, em 35 volumes. Criou-se o Banco
de Portugal que, até 1887, partilhava a emissão de notas com outras entidades. Só em 1888 se tornou o único emissor. (...)».
*
* *
«Na visita virtual, é possível explorar os depósitos do Arquivo Histórico do Banco de Portugal, conhecer espaços relacionados com a sua história, descobrir curiosidades sobre o acervo e consultar diretamente os documentos.
Também são partilhadas histórias sobre o Banco de Portugal, contadas em vídeo pelos arquivistas do Banco. Os visitantes podem, assim, ficar a conhecer episódios marcantes dos 180 anos de história da instituição: o nascimento do Banco, a criação das agências e delegações regionais, o surgimento das notas, as primeiras mulheres ao serviço do Banco, o leilão das joias da rainha D. Maria Pia, o caso Alves Reis ou os milhões guardados no Chiado durante a Segunda Guerra Mundial». Saiba mais.
Também são partilhadas histórias sobre o Banco de Portugal, contadas em vídeo pelos arquivistas do Banco. Os visitantes podem, assim, ficar a conhecer episódios marcantes dos 180 anos de história da instituição: o nascimento do Banco, a criação das agências e delegações regionais, o surgimento das notas, as primeiras mulheres ao serviço do Banco, o leilão das joias da rainha D. Maria Pia, o caso Alves Reis ou os milhões guardados no Chiado durante a Segunda Guerra Mundial». Saiba mais.
*
* *
e «memória é memória»: porque não cruzar o arquivo do Banco de Portugal com o que emerge do post anterior para o ISCAL?
Etiquetas:
Banco Portugal
quarta-feira, 18 de março de 2026
NA SENDA DE UMA CAUSA | REINVENÇÃO DO ENSINO E APRENDIZAGEM PARA AS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS - EM GESTÃO PÚBLICA | revisitemos 1976 - o Decreto-Lei 327/26 de 8 de Maio
Para quem visita este blogue saberá que germinou no curso do ISCAL «Contabilidade e Administração/ramo Gestão e Administração Pública». Não será novidade o nosso pensamento sobre o ensino e aprendizagem para a GESTÃO PÚBLICA das diferentes ADMINISTRAÇÕES neste século XXI. Tem de ser reinventado. Hoje participámos numa «conversa» sobre a MEMÓRIA DO ISCAL. E neste ambiente do que ACONTECEU ANTES DE NÓS trazemos para aqui o Preâmbulo do Diploma acima. A nosso ver, um marco. Já agora, o que se herdou do antes da Revolução foi uma ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA, caminhar para uma ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA foi o que agora se diria uma enorme ruptura ... Por mais estranho que pareça, com gente que tinha sido exilada política e que tinha aprendido «lá fora» aprendemos e praticamos a ORÇAMENTAÇÃO POR PROGRAMAS ... Mais, até veio uma EQUIPA de França que nos mostrou como faziam. Ah, ainda guardamos a documentação que nos disponibilizaram.
Etiquetas:
Memória ISCAL
quinta-feira, 12 de março de 2026
«Can Capitalism Be Transformed Before It Is Too Late?»
«A fascinating study of the legal underpinnings of capitalism, reasons why the system must be transformed, and actions we can take
Even though capitalism has been conventionally described as an economic system, it is actually a deeply entrenched legal regime. Law provides the material for coding simple objects, promises, and ideas as capital assets. It also provides the means for avoiding the legal constraints that societies have frequently imposed on capitalism. Often lauded for creating levels of wealth unprecedented in human history, capitalism is also largely responsible for the two greatest problems now confronting humanity: the erosion of social and political cohesion, which undermines democratic self-governance, and the threats that emanate from climate change.
By exploring the ways that Western legal systems empower individuals to advance their interests against society, Katharina Pistor reveals how capitalism is an unsustainable system designed to foster inequity. She offers ideas for rethinking how the transformation of the law and the economy can help us create a more just system—before it is too late».
Sobre o livro esta entrevista:
.
*
* *
Com frequência visitamos o site da Columbia University, e mais recentemente fizemo-lo
seguindo o alerta a que se refere este post do blogue ORGANIZAÇÕES VERDES: «Can capitalism solve climate change?». E nestas deambulações paramos no livro acima. O que podemos acrescentar?, encontramos bons pontos de partida para os debates que convocam que talvez possamos também sintetizar deste modo: ESTÁ O CAPITALISMO SITIADO?
Etiquetas:
Capitalismo
sexta-feira, 6 de março de 2026
DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2026 | assinalemos o «8 de março» lembrando (sabendo-se que há quem o desconheça) que existe a CIG - Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género | E NO PRÓXIMO DOMINGO TEMOS A MANIFESTAÇÃO NACIONAL ORGANIZADA PELO HISTÓRICO MDM - MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES | AH E TEMOS TAMBÉM A PRIMEIRA EDIÇÃO DO «FESTIVAL MULHERES EM MARCHA»
*
* *
e queremos ainda assinalar
o FESTIVAL «MULHERES EM MARCHA»
«FESTIVAL MULHERES EM MARCHA |«Mulheres em Marcha nasce no Seixal, na Margem Sul, e afirma-se como o primeiro festival de artes performativas de cariz feminista neste território. Não como rótulo, mas como campo de trabalho onde a criação artística se cruza com o pensamento crítico e com o contexto em que emerge, em diálogo com as pessoas que o habitam. Pensamo-lo com periodicidade bienal, porque acreditamos no tempo longo, na insistência e na possibilidade de regresso transformado.» |7 A 20 MARÇO | ENTRADA GRATUITA» - veja através daqui.
*
* *
Rematando, a «Igualdade entre homens e mulheres» é assunto que não pode ser ignorado no ensino e aprendizagem. Alguns 3APS se lembrarão que no ramo GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA uma das alternativas de Trabalho de unidade curricular era precisamente sobre esta problemática. Mais, quando
se estudava o «RELATÓRIO INTEGRADO» na esfera do DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL lá estava também, nomeadamente «reclamado» pelo tão propalado «ESG».
Etiquetas:
8 Março 2026
quinta-feira, 5 de março de 2026
«MANIFESTO: CIENTISTAS CONTRA A GUERRA. PELA PAZ, COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO»
Começa assim: «Vivemos tempos difíceis e perigosos neste nosso planeta, único corpo celeste natural onde se tem conhecimento da existência de vida. Como mulheres e homens de ciência, conhecemos o impacto do conhecimento científico sobre a sociedade, as vidas de cada um de seus membros e sobre a natureza em geral. Sabemos que a ciência é uma faca de dois gumes que nos remete ao simbolismo bíblico da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal. Os avanços da ciência fundamental se traduziram no acelerado desenvolvimento tecnológico que se acentua a partir de meados do século passado e prossegue em nossos dias. A posse de novos meios para se impor pela força, veio exacerbar a competição entre interesses poderosos que determinam o posicionamento dos Estados-nação na arena internacional na busca pelo controle de territórios e recursos naturais. (...)». Continue.
Etiquetas:
Manifesto Pela Paz
É SOBRE CULTURA E ARTE |«The tenth edition of The Art Basel and UBS Global Art Market Report by Arts Economics will be published on March 12, 2026. This benchmark report analyses the global art market in 2025, placing its performance within the wider economic and wealth context»| E TUDO ISTO PARA EM ESPECIAL RELEMBRAR A ACADEMIA PORTUGUESA DO ÂNGULO DA ECONOMIA E GESTÃO DO SETOR CULTURA ...
«The tenth edition of The Art Basel and UBS Global Art Market Report by Arts Economics will be published on March 12, 2026. This benchmark report analyses the global art market in 2025, placing its performance within the wider economic and wealth context. Reviewing key sectors including galleries and dealers, auction houses and art fairs, it offers the most comprehensive, data-led overview of the forces shaping today’s art market and the dynamics that defined its trajectory in 2025. Written by cultural economist Dr. Clare McAndrew, founder of Arts Economics, and co-published by Art Basel and UBS». Saiba mais.
E aproveitemos para lá - aqui - olhar e ... ver - em “Cezanne” at the Fondation Beyeler:
Etiquetas:
Art Market Report
Subscrever:
Comentários (Atom)













