sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

OCASIÃO PARA SE BUSCAREM IDENTIDADES DOS DIFERENTES PROTAGONISTAS NO ENSINO E APRENDIZAGEM PARA AS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS | retomar o INA nos termos que se leem nos jornais não parece augurar o necessário ...

 


«Governo retoma INA para apoiar a reforma da administração
Executivo devolve ao INA o estatuto de instituto público que vai dirigir a capacitação da administração pública
O Instituto Nacional de Administração (INA) vai deixar de ser direcção geral e voltar a ser instituto público por decisão do Conselho de Ministros de hoje, avançou ao PÚBLICO a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão. O objectivo é “devolver à administração pública mais capacidade crítica e capacidade de se pensar em termos de reforma”, explicou Alexandra Leitão, frisando que “foi essa, aliás, a razão da criação do Ministério Modernização do Estado e da Administração Pública”. O Governo pretende assim “prestigiar e pensar a administração pública, em especial os quadros altos e médios”. O INA “será um organismo estrural e estruturante”, garante a ministra. Para isso, “vai ter autonomia fianceira e organizativa”. No topo da organização estará um conselho de administração liderado por um presidente — com estatuto equivalente ao de gestor público e que tem de ser obrigatoriamente doutorado — e por mais dois vogais. Mas haverá também um conselho estratégico, que deverá ser integrado por cerca de dez membros, entre os quais estarão especialistas e dirigentes da administração pública, representantes dos sindicatos e representantes do Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. “Vai acentuar-se e aprofundar-se a aproximação ao ensino superior, para que os corpos docentes das universidades e dos politécnicos possam participar na formação dos quadros da administração, em colaborações permanentes ou temporárias”, adianta a Alexandra Leitão, alertando para que “esta formação será no domínio digital, mas não só, também noutras áreas de conhecimento”. Outra novidade é que “o INA irá ter também uma dimensão territorial e descentralizada”, a qual se concretizará “através da criação de pólos locais em relação com os vários estabelecimentos de ensino superior”, esclarece a ministra. Alexandra Leitão lembra que “o INA foi criado na década de 80 do século passado e teve sempre muito peso e prestígio”, porque “se destinava a formar os médios e os altos quadro do Estado e a pensar a função da administração pública”. A ministra frisa mesmo que “o seu dirigente chegou a ser equiparado a reitor”, mas, “em 2011, passou a ser direcção-geral” e “perdeu prestígio e capacidade de cumprir a sua função, assim como de poder obter receitas próprias”. Agora, o INA será “o grande responsável pelo investimento e a reforma da administração pública incluídos no Plano de Recuperação e Resiliência”. Sobretudo, no que se refere ao pilar da “capacitação”, que tem uma verba prevista de 98 milhões de euros. No total, o Plano de Recuperação e Resiliência tem cerca de 600 milhões de euros atribuídos à renovação e reforma da administração pública, que se destina também aos pilares da “digitalização” e da “interoperabilidade” (digitalizar e ligar em rede o Estado). No pilar da “capacitação” estão já previstos três programas de formação: o Infoexclusão Zero (para funcionários públicos info-excluídos) que pode funcionar em complementaridade com o Programa Qualifica AP; o AP Digital 4.0, que será articulado com instituições de ensino superior; e o programa de formação superior e avançada em Gestão e Administração. O Conselho de Ministros deverá aprovar também um programa de estágios na função pública que, na primeira edição, aceitará 500 candidatos para estagiarem em “serviços públicos que vão implementar o Plano de Recuperação e Resiliência”, afirma a ministra. Estes estagiários “entram como técnicos superiores” e receberão uma bolsa de cerca de mil euros brutos. No fim do estágio “não ficam na administração pública”, mas terão direito a “uma majoração, quando abrirem concursos, se quiserem concorrer”. Este programa de estágios permitirá à administração pública ter “sangue novo” e “permitirá que jovens qualificados possam adquirir experiência, trabalhando em projectos concretos e limitados no tempo, em áreas fundamentais». E atente-se no destaque do Público:


Não se quer ser pessimista, mas não se vislumbra «alma». E, desde já,   se querem «devolver ao INA o estatuto de universidade dos funcionários públicos» - que a nosso ver nunca chegou a atingir, reconhecendo-se contudo momentos altos muito dependentes das figuras que estavam à frente - pergunta-se: o que  vai distinguir  a sua OFERTA EDUCATIVA da que existe nas Escolas do Ensino Superior  e Universitário? Parece, uma vez mais, que estamos perante decisões sem os necessários Estudos de suporte. Bom, claro que a situação atual é a todos os títulos insustentável ...
Ainda: no que se pode ver na comunicação social falam-nos mais da «orgânica» do que do conteúdo diferenciador razão de ser do que se deseja ... Em especial no âmbito da formação superior. 

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Aproveite-se para uma visita à ENA francesa. Nunca se dá a viagem por «perdida». Destaquemos:









quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

«O papel do Fundo Europeu de Recuperação e resiliência no futuro de Portugal»

 


«Vimos, por isso, convidá-la a juntar-se a nós neste importante debate sobre o papel da Bazuca Europeia na construção de um país mais competitivo, resiliente e sustentável».

 Inscreva-se já aqui

 

PROGRAMA

 Abertura | Horácio Negrão, Presidente Direção Alumni Económicas

 Keynote Speaker | António Costa Silva, Coordenador da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030

 Mesa Redonda

Henrique Monteiro, Jornalista (moderador)

João Duque, Professor Catedrático ISEG-ULisboa

Rui Leão Martinho, Bastonário da Ordem dos Economistas

 Encerramento | Clara Raposo, Presidente do ISEG


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O webinar é aberto a todos, junte-se a nós e partilhe com os seus amigos.


 

 


terça-feira, 19 de janeiro de 2021

«Compendium of Digital Government Initiatives in response to the COVID-19 Pandemic»

 



«Foreword 

Throughout the COVID-19 pandemic, digital technologies have enabled governments to connect with people and to continue to deliverservices online. In many countries digital government has stepped up its central role as a necessary element of communication, leadership and collaboration between policy makers and society. At the same time, heightened concerns over privacy, misinformation and disinformation have emerged. Policy makers have found themselves in the middle of a rapid digital transformation during these times.  

In a quick call for inputs by UN DESA, government officials around the world shared nearly 500 COVID-19 related applications in less than two weeks. As the pandemic progressed, policy makers responded by mobilizing public-private partnerships to engage in designing new services and apps as part of the crisis response. Some of these new services and apps went beyond information-sharing and included delivering essential services to those most in need, thus optimizing the entire supply chain via digital government services. As demonstrated in this Compendium, governments have further sought to ensure e-participation, facilitate E-health, E-business, support working and learning from home, and initiate contact tracing.

Peoples’ expectations of governments have already increased during the pandemic and they will expect the same level of e-services in the post-pandemic era. As policy makers respond to these rising expectations, continuing to innovate and use digital technologies will help to achieve their development objectives. Facilitating solutions must be a priority for policy makers in countries where connectivity is still an issue, to enable the delivery of online services and eliminate further divides. As seen in many examples in this Compendium, digital technologies are crucial in delivering accessible, reliable and inclusive services, especially for vulnerable groups.

 It is now our collective responsibility to use digital technologies and solutions as an implementation tool for the realization of the 2030 Agenda for Sustainable Development, and a means to improving public service delivery; increasing people’s engagement; enhancing transparency, accountability and inclusion; and making life better for all. It is my hope that cases in this Compendium will serve as an inspiration to policy makers».

LIU Zhenmin /Under-Secretary-General for Economic and Social Affairs United Nations

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

«The journey of resilient leadership / Building organizational resilience»

 


«Resilient organizations rapidly and successfully cycle through three phases—Respond, Recover, Thrive—not just for COVID-19 but for every crisis. Hereare four actions to improve organizational resilience».



segunda-feira, 30 de novembro de 2020