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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

O ARTIGO DE LUÍS RAPOSO É SOBRE A OBRA DE DOMINGOS SEQUEIRA «DESCIDA DA CRUZ» RELACIONADO COM A SUA SAIDA DO PAÍS | mas pensamos que interessa a um número alargado de leitores nomeadamente a estudantes de gestão pública e seus professores | UM PONTO DE PARTIDA PARA BONS DEBATES ... POR EXEMPLO EM TORNO DAS ADMINISTRAÇÕES E DAS ORGANIZAÇÕES DA CULTURA E DAS ARTES

 


Ilustrando, vejam-me a riqueza  para uma boa discussão desta passagem:

(...) Não se acredita, antes do mais, na irregularidade (creio mesmo que ilegalidade) administrativa grosseira de ver informações técnicas contrariadas por despacho superior claramente não fundamentado, já que a mera alegação insubstanciada de “inoportunidade” não configura qualquer tipo de fundamentação igualmente técnica (e só estaria no âmbito de competências do director-geral, que é um técnico, não um político). Não se acredita também pelo desrespeito da orientação recebida da tutela política. E não se acredita finalmente pela flagrante falta de prossecução do interesse público. (...)».

Já agora, mais uma obra de Domingos Sequeira que deu muito que falar:


Veja aqui


E para finalizar, talvez não seja má ideia lembrar que o ISCAL faz  parte de um  Instituto - o IPL - onde Escolas de Artes são parceiras: de Teatro, de Dança, de Música ... E que a nosso ver ganhariam em desenvolver atividades conjuntas. E,  sim, há Património sobre isso que eventualmente pode ser retomado e rendibilizado. É verdade,  a cultura e as artes, melhor, para o caso e na circunstância do ISCAL, as suas ORGANIZAÇÕES, merecem ser olhadas para se desenvolver e qualificar a sua gestão. Atentemos nisto que o «insuspeito» G20 diz:   



Bom, a ACADEMIA é capaz de estar a perder , digamos, «oportunidades» ...



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

CULTURA E ARTES NO ISCAL




Este post é sobre a dissertação  realizada no ISCAL, no Mestrado em Auditoria, documentada na imagem: TRANSPARÊNCIA E RESPONSABILIDADE (S) NA PRESTAÇÃO DE CONTAS | Contributos para um Indicador Auditável em Entidades Públicas Empresariais do Sector da Cultura e das Artes.  E com uma boa classificação. Desde logo, uma declaração de interesses, fui a orientadora, mas isso já aconteceu noutras ocasiões. Então porquê este foco neste caso particular? É muito simples, não é todos os dias que se vê a cultura e as artes a serem tratadas na perspetiva com que o foram nesta investigação. Mais, estando o ISCAL no IPL, ou seja,  numa familia de que fazem parte escolas das artes - Música, Dança, Teatro,  Cinema - e havendo no ISCAL sózinho ou em parceria, cursos - licenciatura, mestrado, doutoramento - na esfera do Setor Público em geral, e das Administrações Públicas tradicionais, em particular, cruzando tudo isto, encontramos mais valias especiais no trabalho realizado pelo agora mestre Carlos Martins. E aqui fica a notícia, quem sabe não servirá de inspiração a outros estudantes, nomeadamente aos que andam à procura de «tema». O setor da Cultura e das Artes é um dos setores do futuro, muitos são os estudos que o mostram.