domingo, 16 de abril de 2023

«Check out What’s New in the CA Library for a dose of inspiration and the latest resources recently added to the collection, and learn how artificial intelligence takes data analytics to the next level»

 


Veja aqui

De lá:


«Summary: Explains how to utilize the AI capabilities in Power BI to gain more intelligent insights from structured and unstructured data. Describes how to prepare your data, how to create AI models and integrate them with Power BI reports, how to mitigate bias, improve forecasting, and more».



sexta-feira, 7 de abril de 2023

«II Fórum das Finanças Públicas | PALOP-TL Construir Instituições Fortes e Inclusivas 20 e 21 de abril | 09h00 - 18h00 (hora de Lisboa)

 


«O II Fórum das Finanças Públicas visa debater com interlocutores de Portugal e dos PALOP e Timor-Leste as práticas e desafios ligados às Finanças Públicas, articulando as diversas temáticas teóricas com as práticas de referência dos países representados, sendo organizado no âmbito do Protocolo de Cooperação entre o Iscte e o Pro PALOP-TL ISC». Saiba mais.



sábado, 1 de abril de 2023

«IFRS® FOUNDATION CONFERENCE»

 


Um dos temas: «FRS Foundation Capacity Building on Sustainability Reporting»

Ainda: 

«This annual event offers a unique opportunity to hear about key developments at the IFRS Foundation, highlighting the work of the International Accounting Standards Board (IASB) and the International Sustainability Standards Board (ISSB). The conference offers high-quality content for accounting and reporting professionals, regulators, investors and other stakeholders. (...)».


segunda-feira, 20 de março de 2023

«endogamia académica»

 


no artigo de opinião «Incompetência versus malícia» de Maria Manuel Mota no semanário Expresso desta semana.

Um excerto:

« (...)Pessoalmente, defendo uma sociedade baseada no conhecimento. Mas, para que este ocupe um lugar central na sociedade, as instituições que trabalham com e sobre o conhecimento têm obrigatoriamente que fazer parte dessa centralidade. Isso leva-nos, inevitavelmente, à universidade que desde a sua origem tem como missão criar, transmitir e disseminar conhecimento. Podemos pensar que esta é uma visão elitista, mas, pelo contrário, é uma visão inclusiva. A universidade está no ápice de todo o sistema educacional e de competências, que é o grande motor da equidade na nossa sociedade. É para a educação, e para as ferramentas que esta nos proporciona, que devemos olhar, se quisermos criar mobilidade social e uma sociedade inclusiva, e desenvolver e sustentar a prosperidade económica. A universidade tem o potencial de transformar vidas individuais que serão a base do desenvolvimento das diferentes comunidades.

Mas, para isso, precisamos de uma universidade dinâmica e inovadora. E, por isso, é sempre triste quando nos deparamos com a realidade e vemos quão longe desse ideal está a universidade em Portugal. Os números mais recentes da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência mostram que a grande maioria (68%) dos docentes doutorados nas universidades públicas portuguesas doutoraram-se na mesma instituição em que lecionam, enquanto as mais reputadas universidades internacionais consideram que esse valor não deve ultrapassar os 10%. Esta prática de endogamia académica, em que as instituições contratam os seus próprios doutorados para serem professores, impede a introdução de novas ideias, indispensáveis à criação de novo conhecimento e coloca as universidades portuguesas numa posição retrógrada, incapaz de gerar conhecimento inovador e de ter impacto na sociedade. A boa notícia é que muitas universidades noutros países já se depararam com este problema e foram capazes de o resolver, criando medidas claras, transparentes e baseadas no mérito para desencorajar a contratação de professores formados por elas próprias. Mas, sempre que estes números são conhecidos (e não melhoram!), aparece uma avalancha de críticas, muitas delas sugerindo a existência de um sistema corrupto, que permite esta situação tão danosa para todos. A estes críticos eu responderia: nunca atribuam à malícia aquilo que pode ser simplesmente explicado pela incompetência. E esta é mais difícil de corrigir, especialmente se não a admitirmos».

 

«Sign up #AskTheExpert webinar - Key ingredients for the future of work: job quality and gender equality»

 


Veja aqui


domingo, 5 de março de 2023

«GUIA PARA UM RECRUTAMENTO INCLUSIVO»

 


«Este guia destina-se a todas as organizações, pretendendo inspirar e fornecer ferramentas que possam ser úteis, promotoras da construção de um local de trabalho não só mais diverso como inclusivo e capaz de proporcionar conforto e bem-estar aos/às seus/suas colaboradores/as.

 Vivemos num mundo globalizado, no qual as organizações são o espelho desta constante transformação e mobilidade, refletindo inevitavelmente a sua Diversidade.
As organizações diversas são mais bem-sucedidas, tomam melhores decisões, incentivam a criatividade e a inovação, têm um foco mais forte no cliente, maior facilidade em atrair e recrutar pessoas, vendo os valores culturais reforçados interna e externamente, aumentando a reputação da própria organização.
Além de um imperativo ético, a Diversidade contribui para o crescimento, sustentabilidade e competitividade económica, constituindo em si, uma vantagem competitiva que cria valor acrescentado. Esta vantagem competitiva resulta da capacidade de incorporar uma pool diversa de experiências, competências e pontos de vista, capazes de garantir a construção das melhores soluções para a sua área de atuação.
Valorizar a Diversidade significa mobilizar as diferenças e semelhanças de cada pessoa para o benefício da organização, de forma a que possam contribuir de igual forma para o desenvolvimento da sua missão. A Diversidade corporativa é uma prioridade a integrar na estratégia global da organização.
No entanto, Diversidade, por si só, não representa benefícios se não existir um ambiente inclusivo. A Inclusão deve estar presente em todo o processo, desde a atração de pessoas candidatas, seleção, integração, desenvolvimento e promoção, até ao momento da sua saída. Para tal, é necessário trabalhar estratégia, cultura organizacional e liderança para que as pessoas se sintam valorizadas nas suas diferenças e competências.
Compreender a importância da Inclusão nas organizações significa entender a importância do respeito e da valorização das diferenças. Criar um ambiente inclusivo não se trata apenas de adotar medidas parcelares para a Inclusão de um determinado grupo. Trata-se de gerar ambientes inclusivos que favoreçam todos/as e cada um/a com o conjunto das suas caraterísticas. Trata-se de uma forma de pensar e agir, transversal a toda a organização, e onde todas as pessoas desempenham um papel».