domingo, 21 de julho de 2024
sexta-feira, 19 de julho de 2024
CARLOS FIOLHAIS |«Toda a Física Divertida»
«Física Divertida e Nova Física Divertida tornaram-se clássicos. E aqui estão juntos pela primeira vez num só volume, para as novas gerações, porque a física moderna continuou a física clássica, mantendo-a na sua maior parte.»
Do prefácio de DAVID MARÇAL»
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«Caso inédito de sucesso em Portugal nos anos de 1990, Física Divertida, de Carlos Fiolhais, foi publicado num desses raros momentos de alinhamento dos astros em que livro, autor, ilustrador e leitores se aguardavam mutuamente abrindo assim uma nova via de acesso ao conhecimento até então ignota. À semelhança de outros livros de divulgação científica que a Gradiva publicou, Física Divertida cativou leitores de todas as idades e acumulou dezenas de edições.
Quando mais tarde surgiu Nova Física Divertida, que complementava o conteúdo do primeiro volume dedicado à física clássica com a física moderna (desde a física quântica e a física relativista até às físicas atómica, nuclear e de partículas), o sucesso do autor repetiu-se, e uma nova leva de leitores voltou a fascinar-se com o facto de a ciência poder ser não só interessante como ainda divertida.
A reedição integral revista e aumentada destes dois textos impunha-se agora não só porque os leitores continuavam a procurar os livros de Carlos Fiolhais, mas também porque o autor continua a pensar que a divulgação dos aspectos lúdicos da física pode destruir inapelavelmente a ideia preconcebida da física como ciência obscura e maçadora. Cuidadosamente actualizada com os mais recentes avanços científicos, Toda a Física Divertida traz de volta a uma nova geração de leitores a singular capacidade de comunicação de Carlos Fiolhais bem como o seu reconhecido sentido de humor». Saiba mais.
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Física Divertida; Carlos Fiolhais
segunda-feira, 15 de julho de 2024
«The Crisis of Culture: Identity Politics and the Empire of Norms»
«Are we confronting a new culture-global, online, individualistic? Or is our existing concept of culture in crisis, as explicit, normative systems replace implicit, social values?
Olivier Roy's new book explains today's fractures via the extension of individual political and sexual freedoms from the 1960s. For Roy, twentieth-century youth culture disconnected traditional political protest from class, region or ethnicity, fashioning an identity premised on repudiation rather than inheritance of shared history or values. Having spread across generations under neoliberalism and the internet, youth culture is now individualized, ersatz.
Without a shared culture, everything becomes an explicit code of how to speak and act, often online. Identities are now defined by socially fragmenting personal traits, creating affinity-based sub-cultures seeking safe spaces: universities for the left, gated communities and hard borders for the right.
Increased left- and right-wing references to "identity" fail to confront this deeper crisis of culture and community. Our only option, Roy argues, is to restore social bonds at the grassroots or citizenship level». Saiba mais.
Olivier Roy's new book explains today's fractures via the extension of individual political and sexual freedoms from the 1960s. For Roy, twentieth-century youth culture disconnected traditional political protest from class, region or ethnicity, fashioning an identity premised on repudiation rather than inheritance of shared history or values. Having spread across generations under neoliberalism and the internet, youth culture is now individualized, ersatz.
Without a shared culture, everything becomes an explicit code of how to speak and act, often online. Identities are now defined by socially fragmenting personal traits, creating affinity-based sub-cultures seeking safe spaces: universities for the left, gated communities and hard borders for the right.
Increased left- and right-wing references to "identity" fail to confront this deeper crisis of culture and community. Our only option, Roy argues, is to restore social bonds at the grassroots or citizenship level». Saiba mais.
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A propósito:
Começa assim: «In a famously misinterpreted conversation in 1971 as China opened to the West, Henry Kissinger asked Premier Zhou En Lai what he thought of the French Revolution. “It is too early to tell,” Zhou replied, a quip referenced endlessly as evidence of the long-term perspective of Chinese wisdom. It turned out, as later revealed by Zhou’s interpreter, the premier was actually referring to the student revolt in Paris in May 1968, just a few years earlier!
Nearly half a century on, it still may be too early to tell, but the French scholar Olivier Roy takes up where Zhou left off in his deeply insightful new book, “The Crisis of Culture: Identity Politics And The Empire of Norms.” (...)».
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Noema Magazine
quinta-feira, 11 de julho de 2024
FUNDAÇÃO JOSÉ NEVES | RELATÓRIO ESTADO DA NAÇÃO 2024|«(...) traça um retrato sobre o estado da Educação, Emprego e Competências em Portugal referente ao ano de 2023, apresentando metas aspiracionais para 2040. Foca-se no impacto positivo da educação no emprego e nos salários e no impacto da digitalização e da Inteligência Artificial na composição do trabalho, equacionando o aparecimento de um novo mercado de trabalho português»
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Fundação José Neves
terça-feira, 9 de julho de 2024
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA LEGALISTA? | «(...). Neste contexto, sem prejuízo das medidas de transição digital que venham a ser adotadas no âmbito do Estado, torna-se necessário garantir, no imediato, um acesso efetivo e real dos cidadãos aos diversos servi ços da Administração Pública, concretizado em diversas medidas. Isto mesmo resulta de um recente Relatório da Provedoria de Justiça sobre o atendimento ao cidadão nos serviços públicos, datado de dezembro de 2023, que formula um conjunto de recomendações para contribuir para a definição de soluções que permitam o respeito integral do princípio da boa administração («Relatório»), que, pela sua importância, carecem de ser urgentemente adotadas. (...)»
A Resolução do Conselho de Ministros acima, publicada hoje em Diário da República, despoletou este post. E assim retomamos matéria que muito nos ocupa e preocupa: o retorno da GESTÃO PÚBLICA LEGALISTA, começando por reforçar que, necessariamente, a dimensão legal tem de ser considerada na GESTÃO DAS ADMINISTRAÇÕES. Agora, apenas mais estas observações:
- Uma Resolução que mais parece um manual que alguns associarão a tempos passados quando de facto até se dizia que a «GESTÃO» não tinha lugar no Aparelho de Estado;
- A pergunta básica, mas o registado na Resolução não fará parte do trabalho dos DIRIGENTES PÚBLICOS a qualquer nível? Se tal não acontece, é de se indagar da sua formação ...
- Acabamos de fazer umas perguntas a um grupo de pessoas conhecidas, em atividade pública, sobre se conheciam o Relatório da Provedoria da Justiça: ninguém sabia dele, o que só por si, a nosso ver, é revelador.
Voltamos à nossa, ACADEMIA não pode ignorar a situação, tem de vir a terreno! ORDENS - em particular a minha, a ORDEM DOS ECONOMISTAS - não pode fazer de conta que nada disto lhe diz respeito. Lembramos, por exemplo:
Atos da profissão de economista
..................
d) Exercício de funções dirigentes numa estrutura pública, incluindo as do setor empresarial do
Estado, que tenha predominante competência nas áreas da gestão orçamental, da gestão financeira,
da gestão de recursos humanos, da análise e avaliação de projetos de investimento, de atribuição
de financiamento público e de concessão de benefícios fiscais;
..................
E o «meu ISCAL» tem de honrar os seus pergaminhos, e valorizar o que já fez, e fundamentalmente o que lhe compete fazer - trazendo o FUTURO para o PRESENTE - na esfera das ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS.
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E, talvez, de regressar a posts recentes:
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Reformas Administração Pública
domingo, 7 de julho de 2024
quinta-feira, 4 de julho de 2024
quarta-feira, 3 de julho de 2024
REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO| CONFIRMA-SE: «MAIS DO MESMO» | foi publicado o Decreto-Lei n.º 43-A/2024, de 2 de julho que «Procede à oitava alteração à Lei n.º 4/2004, de 15 de janeiro, que estabelece os princípios e normas a que deve obedecer a organização da administração direta do Estado» | REMENDOS A UM REFERENCIAL COM 20 ANOS | O MUNDO MUDOU SENHORES! E COM ISSO TAMBÉM A GESTÃO PÚBLICA | ESTUDOS PRECISA-SE!
Neste momento apenas remeter para o post anterior:
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Reformas Administração Pública
segunda-feira, 1 de julho de 2024
FOI ANUNCIADA UMA REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Face à informação disponibilizada (ver imagem acima), desde logo, continuamos fiéis à «fórmula» para se equacionar o DESEMPENHO GLOBAL DAS ORGANIZAÇÕES = EFICÁCIA, EFICIÊNCIA, SATISFAÇÃO DOS PARTICIPANTES. E à ABORDAGEM SISTÉMICA CONTINGENCIAL. Com a informação disponível não captamos quais os modelos de gestão (PÚBLICA, necessariamente) em presença. Depois, gostávamos de saber que ESCOLAS/CURSOS existem para se pronunciar sobre «a coisa». E não deveriam «ORDENS» dizer de sua justiça? Nomeadamente a dos ECONOMISTAS. E dos CONTABILISTAS. E os SINDICATOS? Assim, de repente, parece tudo muito casuístico por mais que assegurem que vai ser «estruturante». Ainda, nesta circunstância, como em tantas outras, a perguntinha que se impõe: que ESTUDO(s) sustentam o anunciado e o que aí virá? Por outro lado, em linha com o que temos tantas vezes dito, na ACADEMIA sobre a GESTÃO DO APRELHO ESTATAL terá também de haver uma revolução. Talvez aprender em conjunto. Para que se possa REINVENTAR A ADMINISTRAÇÃO: está provado, ao mesmo tempo, olhar em volta, e para «dentro dos serviços», cobrindo o institucionalizado, o praticado, e o que emerge ... Claro, e o que está estabilizado na «literatura», embora se detete que muitas vezes anda «atrasada». Bom, PROFISSIONAIS DA GESTÃO, atuais e futuros, cheguem-se à frente e não deixem que outros ocupem o vosso lugar. Sim, sim, em equipas pluridisciplinares, mas «cada um no seu galho», como diz a sabedoria popular. Defenda-se uma ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA e não LEGALISTA. É verificável, em muitos domínios estamos mesmo a andar para trás. Veja-se o que se passa com a «CORRUPÇÃO»! Dá ideia que na perspetiva dos Governantes (e dos Partidos em geral) só é combatida através do «jurídico». Aguardem sentados, a nosso ver, dessa forma não chegamos lá ... No início de tudo, a GESTÃO, caros concidadãos! E apetece aproveitar para lembrar estas palavras de João Cravinho: «(...) Um aspecto chave do combate à corrupção é a responsabilização de todos os agentes, do primeiro ao último, pela prevenção. (...). Diz que a corrupção não é só dos corruptos activos mas os que, por omissão… Há uma cultura de irresponsabilização. As pessoas não assumem a responsabilidade plena dos seus cargos. (...). em entrevist ao Público (em 2015).
Ah, não vimos referência ao PARADIGMA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - aquele que nos diz que «longe vão os tempos de ser como dantes», utilizando as palavras luminosas ditas por Sérgio Godinho no seu NOVO NORMAL.
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Reformas Administração Pública
SE AINDA NÃO VIU «UMA VIDA INTELIGENTE» RECLAMA QUE VÁ VER |EXPOSIÇÃO NA BIBLIOTECA NACIONAL EM LISBOA |«A Revolução em Marcha: os cartazes do PREC, 1974-1975» | ATÉ 21 SET 2024 | ENTRADA LIVRE | DIVERSOS SÃO OS CAMINHOS DO SABER !
De lá: «(...) Essenciais como fonte iconográfica para a história deste período, Ernesto de Sousa, em maio 1975, afirmou a necessidade de repensar os cartazes enquanto objetos de uma nova cultura:
Quando digo que as paredes são um acto cultural positivo é porque elas reflectem não só a capacidade produtiva de quem comete as acções mas também as necessidades de quem as vai receber, esta linguagem vivíssima, que é extremamente bela, é produzida para satisfação imediata de uma necessidade profunda de comunicação. Quem cola um cartaz não satisfaz apenas uma necessidade sua, mas está a satisfazer as necessidades sua e dos outros».
Quando digo que as paredes são um acto cultural positivo é porque elas reflectem não só a capacidade produtiva de quem comete as acções mas também as necessidades de quem as vai receber, esta linguagem vivíssima, que é extremamente bela, é produzida para satisfação imediata de uma necessidade profunda de comunicação. Quem cola um cartaz não satisfaz apenas uma necessidade sua, mas está a satisfazer as necessidades sua e dos outros».
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BNP; Exposições
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