sexta-feira, 7 de abril de 2023
«II Fórum das Finanças Públicas | PALOP-TL Construir Instituições Fortes e Inclusivas 20 e 21 de abril | 09h00 - 18h00 (hora de Lisboa)
sábado, 1 de abril de 2023
«IFRS® FOUNDATION CONFERENCE»
Um dos temas: «FRS Foundation Capacity Building on Sustainability Reporting»
Ainda:
|
«This annual event offers a
unique opportunity to hear about key developments at the IFRS Foundation,
highlighting the work of the International Accounting Standards Board
(IASB) and the International Sustainability Standards Board (ISSB).
The conference offers high-quality content for accounting and reporting
professionals, regulators, investors and other stakeholders. (...)». |
segunda-feira, 20 de março de 2023
«endogamia académica»
no artigo de opinião «Incompetência versus malícia» de Maria Manuel Mota no semanário Expresso desta semana.
Um excerto:
« (...)Pessoalmente,
defendo uma sociedade baseada no conhecimento. Mas, para que este ocupe um
lugar central na sociedade, as instituições que trabalham com e sobre o
conhecimento têm obrigatoriamente que fazer parte dessa centralidade. Isso
leva-nos, inevitavelmente, à universidade que desde a sua origem tem como
missão criar, transmitir e disseminar conhecimento. Podemos pensar que esta é
uma visão elitista, mas, pelo contrário, é uma visão inclusiva. A universidade
está no ápice de todo o sistema educacional e de competências, que é o grande
motor da equidade na nossa sociedade. É para a educação, e para as ferramentas que
esta nos proporciona, que devemos olhar, se quisermos criar mobilidade social e
uma sociedade inclusiva, e desenvolver e sustentar a prosperidade económica. A
universidade tem o potencial de transformar vidas individuais que serão a base
do desenvolvimento das diferentes comunidades.
Mas,
para isso, precisamos de uma universidade dinâmica e inovadora. E, por isso, é
sempre triste quando nos deparamos com a realidade e vemos quão longe desse
ideal está a universidade em Portugal. Os números mais recentes da
Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência mostram que a grande
maioria (68%) dos docentes doutorados nas universidades públicas portuguesas
doutoraram-se na mesma instituição em que lecionam, enquanto as mais reputadas
universidades internacionais consideram que esse valor não deve ultrapassar os
10%. Esta prática de endogamia académica, em que as instituições contratam os
seus próprios doutorados para serem professores, impede a introdução de novas
ideias, indispensáveis à criação de novo conhecimento e coloca as universidades
portuguesas numa posição retrógrada, incapaz de gerar conhecimento inovador e
de ter impacto na sociedade. A boa notícia é que muitas universidades noutros
países já se depararam com este problema e foram capazes de o resolver, criando
medidas claras, transparentes e baseadas no mérito para desencorajar a
contratação de professores formados por elas próprias. Mas, sempre que estes
números são conhecidos (e não melhoram!), aparece uma avalancha de críticas,
muitas delas sugerindo a existência de um sistema corrupto, que permite esta
situação tão danosa para todos. A estes críticos eu responderia: nunca atribuam
à malícia aquilo que pode ser simplesmente explicado pela incompetência. E esta
é mais difícil de corrigir, especialmente se não a admitirmos».
domingo, 5 de março de 2023
«GUIA PARA UM RECRUTAMENTO INCLUSIVO»
quarta-feira, 1 de março de 2023
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
Excerto: «(...) “We formed our partnership with OpenAI around a shared ambition to responsibly advance cutting-edge AI research and democratise AI as a new technology platform,” said Satya Nadella, chairman and CEO of Microsoft.
“In this next phase of our partnership, developers and organisations across industries will have access to the best AI infrastructure, models, and toolchain with Azure to build and run their applications.” (...)».











