sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

DA«NORDIC REGION» PARA A FREGUESIA «SANTA CLARA» EM LISBOA | à volta de dados e informação sobre «cycling strategies» ....

 





Abstract
«In this planning memo, we review the latest academic literature around data, communication, and political advocacy from the Nordic Region. We also summarise how several Nordic cities and regions work with data and communication in their cycling strategies.Nordic cities and regions gather cycling data through surveys, trackers and manual counts, and sources like traffic accident reports. The municipalities and regions work with this data to gain insights on number of cyclists, times of travel, perceptions of cycling, and qualities of cycling infrastructure, among other figures.Ongoing challenges for Nordic cycling practitioners include sorting and making use of available data, ensuring that the right data is collected with the available budgets, and combatting the backlash that they often face in their work to make safer and more accessible environments for all residents. This is the second memo in a series summarising research and policy concerning bicycle planning in the Nordic countries. The aim is to provide practitioners, policymakers, researchers, and other actors with insights into the academic discourse, to highlight how Nordic cities and regions are working with the topic, to note useful tools and initiatives, and to identify ongoing challenges».

a Introdução começa assim:


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Reprodução: «A falta de informação sobre o encerramento das estações da Gira na freguesia de Santa Clara, por tempo indeterminado, levou o eleito do PCP na Câmara Municipal de Lisboa a solicitar esclarecimentos ao presidente Carlos Moedas. 
Para João Ferreira, a opção de encerramento das estações por questões de vandalismo contraria o objectivo determinado pela Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), de uma visão «centrada nas pessoas». Recorde-se que, no final do ano, o Município lisboeta fez campanha nas redes sociais sobre a presença da Gira nas 24 freguesias da cidade como um dos «melhores momentos de 2025». Sucede que, desde Outubro passado que as estações de Santa Clara estão desactivadas. Alegando «todo o interesse» em reabrir estas estações, a EMEL afirma que «não é ainda possível indicar, uma data concreta para a reabertura das estações», acrescentando que é sua obrigação «assegurar a salvaguarda do interesse público, nomeadamente a segurança e sustentabilidade dos equipamentos, garantindo uma correcta utilização pela comunidade, face ao contexto actual». 
O vereador comunista considera que, numa freguesia em que parte da população «já se sente esquecida», negar o acesso a este serviço «não é salvaguardar o interesse público, mas sim penalizar toda a população». Por outro lado, refere, a existência de actos de vandalismo no uso das bicicletas Gira não são exclusivos desta freguesia, tal como não explica o mau funcionamento da rede, e são várias as queixas apontadas. Estações vazias por falta de bicicletas, estações avariadas, impedindo a retirada de bicicletas operacionais, bicicletas avariadas nas estações «durante semanas seguidas», uma aplicação que «não funciona» e «recorrentes promessas por concretizar de uma nova aplicação como solução para alguns destes problemas», são aspectos vincados no requerimento dirigido a Carlos Moedas.
Apesar de o plano de actividades da EMEL não prever a abertura de novas estações Gira na freguesia de Santa Clara, nos próximos quatro anos, o vereador do PCP indaga o presidente da Câmara de Lisboa sobre que medidas estão a ser tomadas com vista à reabertura das estações e que conclusão resultou do processo de «reavaliação» anunciado.
Num plano mais geral de funcionamento da rede de bicicletas Gira, são colocadas questões sobre o total de estações em funcionamento e de ocorrências de actos de vandalismo por freguesia. Os critérios utilizados para a definição das novas estações Gira e a previsão para a aquisição de novas bicicletas, mas também para a entrada em funcionamento da nova aplicação fazem parte do rol de perguntas feitas a Moedas, onde se incluem o número de equipas e de trabalhadores afectos a cada equipa que gere e operacionaliza a rede Gira». 
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Não, não pertencemos ao grupo que pensa que só «lá fora é que é bom». «Cá dentro» temos muito de bom, e mesmo de excelência, para observarmos. Na circunstância procuramos o geral, as POLÍTICAS PÚBLICAS, para todos. Assim, ao trazermos para o 3AP as realidades acima relatadas, desde logo, achamos curiosa a coincidência do «tema» e terem chegado até nós quase ao mesmo tempo.
Depois, o ensino e aprendizagem em GESTÃO PÚBLICA como sabemos tem de se preocupar com os SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, e ninguém nega a utilidade de se estudarem casos concretos. E aqui estão ... 

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