terça-feira, 30 de dezembro de 2025

«Os docentes e investigadores da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), Liliana Soares e Ermanno Aparo, apresentam o livro “MUSAE: um processo criativo em três atos”, uma obra que resulta de um projeto de investigação e desenvolvimento distinguido internacionalmente e desenvolvido no âmbito do CIAUD – Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design, cujo polo do Norte de Portugal está sediado no IPVC»

 


«Docentes lançam livro sobre criação cultural em contexto de pandemia

Os docentes e investigadores da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), Liliana Soares e Ermanno Aparo, apresentam o livro “MUSAE: um processo criativo em três atos”, uma obra que resulta de um projeto de investigação e desenvolvimento distinguido internacionalmente e desenvolvido no âmbito do CIAUD – Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design, cujo polo do Norte de Portugal está sediado no IPVC.

A publicação decorre de um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e sistematiza um processo criativo assente numa abordagem interdisciplinar à relação entre design, cultura e tecnologia. O livro é coordenado por Liliana Soares e Ermanno Aparo, em colaboração com Rita Almendra, investigadora do CIAUD e da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

A obra surge na sequência da curta-metragem “MUSAE: A história de um processo criativo em três atos”, realizada por Flávio Cruz, cineasta e docente da Escola Superior de Educação do Politécnico de Viana do Castelo. O documentário tem vindo a destacar-se no circuito internacional, tendo sido distinguido com o Prémio do Júri para Melhor Curta-Metragem Documental no Tokyo ShortFest 2025, no Japão, e selecionado como semifinalista no Festival Internacional de Cinema de Palermo 2024, em Itália. (...)». Continue a ler.



domingo, 28 de dezembro de 2025

«Silêncio»




«Líderes»

 

Recorte da Newsletter da EXECUTIVA - 26.12.25



quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

JOÃO VALE DE ALMEIDA | «O Divórcio das Nações»

 


SINOPSE

Vivemos hoje uma das situações geopolíticas mais perigosas dos tempos modernos, repleta de incertezas. Mas como é que as nações do mundo chegaram a esta situação? A ordem liberal internacional está condenada? O que nos espera?
Este livro, escrito por um dos diplomatas europeus mais proeminentes, responde a estas e outras questões que nos inquietam num estilo acessível, com uma linguagem mais jornalística que académica, enriquecido por décadas de experiência em Bruxelas, Washington, Nova Iorque e Londres. O embaixador João Vale de Almeida explica-nos como os países têm caminhado sonâmbulos em direção ao «divórcio das nações» e quais os passos que podemos dar para remediar a situação. O autor partilha, com detalhes de bastidores, comentários pessoais sobre figuras que observou de perto, como Barack Obama, George W. Bush, Tony Blair, Boris Johnson, Angela Merkel, Nicolas Sarkozy, Emmanuel Macron, Hu Jintao e Donald Trump. Revela também as inúmeras vezes em que participou em encontros com Vladimir Putin, e os primeiros sinais de alerta e queixas que o líder russo manifestou, bem antes da invasão da Ucrânia em 2022.
O autor aborda ainda a resposta global à crise financeira de 2008, a forma como o mundo mudou após o 11 de Setembro, a evolução da UE e da ONU, a abertura da China, a globalização e a reação mundial à pandemia de Covid-19 e proporciona-nos uma descrição ao mesmo tempo pessoal e desapaixonada dos primeiros mil dias do Brexit, a melhor ilustração da influência crescente do populismo e do «divórcio» que tem vindo a acontecer também no seio de cada nação.
O Divórcio das Nações é um livro necessário e importante que nos permite avançar com uma melhor compreensão do cenário atual volátil e fragmentado, tanto a nível nacional como global. Mais.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

«A GORDA»

 


«Maria Luísa, a heroína deste romance, é uma bela rapariga, inteligente, boa aluna, voluntariosa e com uma forte personalidade. Mas é gorda. E isto, esta característica física, incomoda-a de tal modo que coloca tudo o resto em causa. Na adolescência sofre, e aguenta em silêncio, as piadas e os insultos dos colegas, fica esquecida, ao lado da mais feia das suas colegas, no baile dos finalistas do colégio. Mas não desiste, não se verga, e vai em frente, gorda, à procura de uma vida que valha a pena viver. Este é um dos melhores livros que se escreveu em Portugal nos últimos anos». Saiba mais.


Difícil começar este post. Não foi
 o magnifico livro da imagem que esteve na origem. 
Lembrá-lo já valeu! 

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De facto o que esteve na base foi uma ida ao site da Câmara Municipal de Lisboa, e alertados pela rádio até íamos à cata do Plano de Atividades e naturalmente o correspondente Orçamento para 2026. Mas ficamos pelo caminho (havemos de voltar) e paramos no que as imagens imediatas são porta:


E foi por estas andanças que nos lembramos doutra «gorda»: uma ENCADERNAÇÃO  designada por GORDA que no 25 de ABRIL se encontrou no Palácio Foz que foi a sede do MINISTÉRIO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL (que integrava a Cultura) composta pela Legislação que dizia o que fazer. E COMO FAZER.. Era a ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA. A Revolução defendeu uma ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA e para isso trabalhou. Estudar esse tempo nestas perspectivas era um bom investimento, a nosso ver. 
Bom, mas antes de chegarmos ao BOLETIM MUNICIPAL, (verdadeira gorda no século XXI) olhamos para as ÁREAS DA GOVERNAÇÃO: não chegámos à LÓGICA..., mas iremos aprofundar o assunto. A questão é esperar ... Até porque agora  temos um VEREADOR que compreenderá a nossa curiosidade: o autor deste livro:   




«Transportando-nos para o dia-a-dia da empresa, Gonçalo Reis percorre os bastidores da organização do Festival Eurovisão em Lisboa ou do lançamento dos arquivos históricos online, ao mesmo tempo que passa em revista a internacionalização da produção de séries, a chegada de conteúdos da televisão pública à Netflix, as sucessivas apostas no digital e, igualmente, temas controversos como a importância das audiências, o apoio ao cinema português, as opções editoriais e o orçamento da RTP.
Numa escrita límpida e envolvente, Serviço Público traz-nos também matéria de reflexão, que importa explorar, sobre o potencial da indústria dos conteúdos e sobre a relevância do sector cultural para a afirmação de um certo conceito de país, deixando ainda propostas para uma gestão mais eficaz das empresas públicas e a transformação do próprio Estado». (o sublinhado é nosso - e como se diz na gíria, «vamos cobrar»).

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Não fiquemos por aqui, voltemos a MARIANA MAZZUCATO (se bem recordamos autora que também terá o apreço do Senhor Vereador). Por exemplo a este livro:


SINOPSE
«Mariana Mazzucato, autora multipremiada e economista influente no panorama internacional, faz uma crítica implacável e muito necessária ao capitalismo atual, na qual defende que, para solucionar as crises maciças que nos ameaçam, precisamos de ser inovadores, de fazer uso de um pensamento colaborativo, com espírito de missão, ao mesmo tempo que é necessário redefinirmos a relação entre os sectores público e privado, para que não se resuma à partilha dos riscos, mas seja também a partilha dos lucros».

CRÍTICAS DE IMPRENSA - «Em Economia de Missão encontramos a visão, a ambição e a imaginação que tanta falta fazem nos governos atuais. Todos os que são a favor de um futuro melhor - de uma prosperidade que seja amplamente partilhada, de serviços públicos de qualidade acessíveis a todos e de uma solução para a crise climática - devem ler este livro.»Tom Kibasi, The Guardian

«Mariana Mazzucato defende que as sociedades devem rejeitar as ideologias estafadas e adotar a abordagem política que levou astronautas à Lua. Quando estabelecem missões específicas e o poder do Estado é exercido de forma pragmática, as sociedades podem tornar-se mais prósperas e equitativas. Mazzucato é uma economista ítalo-americana de vocação heterodoxa, cuja obra há muito desafia o pensamento económico corrente sobre o papel dos mercados e do governo no nascimento da inovação. Escreveu um livro notável.» Economist. Saiba mais.

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Rematando, que belas «aulas» tudo isto dará/daria em cursos de GESTÃO PÚBLICA ! E onde estão eles?

sábado, 13 de dezembro de 2025

JOÃO BARRETA | «O(s) comércio(s), uma reflexão, talvez por ser Natal»

 


De lá:

«Se na compra se fica com a ideia de que se compra apenas aquilo de que se precisa, quando falamos de consumo fica a sensação que se compra quase sempre para além da(s) simples necessidade(s)».
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Ainda,  saiba sobre o NSF

«COLETIVO SEM FRONTEIRAS

Desde junho de 2020 que procuramos coconstruir um conceito integrado de comunicação, adaptado aos nossos tempos nos planos tecnológico num esforço de disponibilização aos leitores de uma informação útil e relevante baseada num equilíbrio sólido e ético entre opinião, informação e ação em favor da democracia e da transformação social.

A metáfora do SEM FRONTEIRAS surge neste contexto como fundamental porque estabelece o quadro de instalação e de progressão da ideia-força agora consignada no NSF- Sem Fronteiras.

Em que consiste este Espaço de informação, reflexão, debate, investigação-ação e ação? (...)». Continue.



quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

COM FREQUÊNCIA VISITAMOS «PUBLIC POLICY EXCHANGE» | espaço que nos mostra reflexão e partilha de que temos «inveja boa» ...

 



De facto, no nosso País precisamos de dinamizar o ambiente - geral e específico - das nossas Administrações Públicas. Desde logo, os Governantes de todos os níveis ganhariam em reparar nas palavras de Elizabeth Dole na imagem acima. Mas visitemos o site da organização para sabermos exatamente o que é e que poderemos à partida considerar um THINK TANK. De lá:

«Public Policy Exchange produces and delivers high quality conferences and interactive seminars which provide an invaluable interface for policy discussion, debate and networking. These special events offer local practitioners, civil servants and other stakeholders not only an insight into current policy thinking, but also the opportunity to feed into future development across all areas of public policy.

Our speakers are unrivalled in calibre, ranging from Government Ministers and Senior Whitehall Officials to leading Local Authority figures and Voluntary Sector representatives».
Por exemplo amanhã vai acontecer:


O que queremos reforçar: é o processo continuado, permanente e sistemático da «Public Politic Exchange». E não será difícil diagnosticar que no nosso País é elementar construir um SISTEMA DE GESTÃO PÚBLICA, uma CULTURA DE GESTÃO PÚBLICA, onde a ACADEMIA cumpra o seu papel. A nosso  ver, já fez melhor ... 


segunda-feira, 24 de novembro de 2025

sábado, 22 de novembro de 2025

«The theme for South Africa’s G20 Presidency is Solidarity, Equality, Sustainability»

 






«The theme for South Africa’s G20 Presidency is Solidarity, Equality, Sustainability.

The theme guides the priorities of the Working Groups in both the Sherpa and Finance Tracks and also informs the High-Level Deliverables of South Africa’s G20 Presidency.

  • Solidarity signifies a unified effort and mutual support among member nations. It is the recognition that in an interconnected world, the challenges faced by one nation can have ripple effects globally. This principle emphasises cooperation, empathy, and collective action, ensuring that no country is left behind, especially in times of crisis.
  • Equality refers to ensuring fair treatment, opportunities, and advancement for all individuals and nations, irrespective of their economic status, gender, race, geographic location, or other characteristics. It underscores the need to address systemic disparities and promote social justice on a global scale.
  • Sustainability is about meeting the needs of the present without compromising the ability of future generations to meet their own needs. It integrates economic growth, social inclusion, and environmental protection, ensuring long-term health and stability of all people and our planet. As major global actors, G20 nations play a pivotal role in driving sustainable development».


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Em especial, é de ver


sábado, 15 de novembro de 2025

O MINISTRO GONÇALO MATIAS NA WEB SUMMIT 2025

 


As reações que provocou
 «dão alguma cor» - com o devido
 respeito pelas vitimas já havidas - aos dias
 cinzentos  do mau tempo que estamos a viver. 

Do que podemos ver na comunicação social


Excertos: «O palco da Web Summit tem o estranho poder de transformar políticos cinzentões em adolescentes eléctricos e deslumbrados com o mundo da tecnologia. É possível que Paddy Cosgrave exale eflúvios de parolice que fazem o QI de cada ministro descer 20 pontos assim que colam um microfone à sua bochecha e outros 20 quando começam a falar em inglês. A última vítima dessa estranha maldição foi o ministro adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias.
A sua passagem pela Meo Arena ficou famosa por causa da forma extremamente empolgada como terminou a sua intervenção, disparando socos no ar como se estivesse a treinar para o próximo Rocky. Mas o que me fascinou foi menos o seu estilo fogoso do que a substância das promessas, atravessadas por aquele tipo de megalomania unicorniana que bem espremida não é diferente dos prodígios prometidos pelos elixires milagrosos nas feiras de província. Vai dar tudo à boa e velha banha da cobra, só que em vez de ela ser vendida em cima de uma camioneta de caixa aberta com 400 mil quilómetros de rodagem, é vendida em cima de um palco gigante com uma videowall cheia de ecrãs a piscar e emissão streaming para o mundo inteiro. Mudam-se os tempos, mantêm-se as vontades. (...)
Louve-se a honestidade intelectual. Se Gonçalo Matias tiver a mesma, vai rapidamente perceber a figura ridícula que andou a fazer. Sempre que aparece uma tecnologia promissora, surge um ministro deslumbrado a achar que está ali o novo ouro do Brasil. A pátria não consegue colocar professores nas salas de aulas nem grávidas nas salas de parto. Mas vai liderar a IA a nível mundial. Só mesmo quem acredita em unicórnios pode engolir uma treta destas». Na integra aqui.

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Agora o que 
está no Portal do Governo


De lá: «(...)  Agenda Nacional de Inteligência Artificial _ A Agenda, que será apresentada nas próximas semanas, vai articular tecnologia, economia e soberania digital. O objetivo é fazer de Portugal um centro de IA responsável e de inovação, com impacto económico estimado em 2,3 triliões de euros até 2030.
"Estamos num momento decisivo: a IA já não é o futuro, está a transformar o mundo agora. Este é o nosso momento para imaginar o que um Estado pode ser — inteligente, dinâmico e centrado nas pessoas", declarou Gonçalo Matias.
Portugal está a candidatar-se a acolher gigafábricas de IA europeias, num investimento superior a 16 mil milhões de euros. Estes projetos vão reforçar a soberania digital europeia e nacional, unindo empresas tecnológicas nacionais e internacionais para moldar o futuro da IA e da indústria avançada na Europa. (...)».


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Para terminar

 veja aqui o que foi dito sobre
a performance do Senhor Ministro no

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Ainda, ocorreu-nos o espectáculo 
em cena no Teatro Municipal Joaquim Benite - O Elogio do Riso

Saiba mais



domingo, 9 de novembro de 2025

«ASTÉRIX NA LUSITANIA»

 


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do muito na comunicação social, este trabalho
 do semanário Expresso

na versão online Aqui

de lá esta vinheta

Vinheta no novo livro de aventuras de Astérix e Obélix remetem para características fundamentais de Portugal


terça-feira, 4 de novembro de 2025

«Pode um país encolher sem desaparecer? Pode, e Portugal caminha nessa direção. Os números não mentem: em 2024 éramos cerca de 10,7 milhões de habitantes. Em 2100, seremos entre 5,4 milhões (cenário baixo) e 11,5 milhões (cenário alto). O cenário central, isto é, aquele que os especialistas consideram mais provável, aponta para 8,3 milhões. A pergunta não é se vamos diminuir. É como vamos lidar com a diminuição populacional»

 

como sabemos há várias possibilidades
para aceder ao artigo, nomeadamente para os jovens

Começa assim:

«No passado dia 30 de Setembro, as projeções do Instituto Nacional de Estatística (INE) traçaram o retrato de um país mais vazio e envelhecido até 2100. Os Açores e a Madeira, hoje entre as regiões mais jovens, liderarão uma transformação demográfica profunda, enquanto o Norte se tornará a região mais envelhecida do país. No mesmo dia, o Parlamento aprovou a nova lei de estrangeiros. Não há coincidências. É o futuro a chamar-nos. (...)».



terça-feira, 28 de outubro de 2025

sábado, 25 de outubro de 2025

JOSÉ PEDRO CASTANHEIRA | «Histórias da PIDE _ quando Salazar mandava»


SINOPSE
Reunião de investigações feitas pelo jornalista José Pedro Castanheira ao longo dos anos para o Expresso. Este primeiro volume reporta ao período de Salazar, o segundo incidirá sobre a época de Marcello Caetano. Em 1965, o general Humberto Delgado, inimigo público número 1 de Salazar, foi assassinado perto de Badajoz por uma brigada da PIDE. A chefiá-la estava Rosa Casaco, que, fugido do país a seguir ao 25 de Abril de 1974, viria a ser condenado a oito anos de prisão e a tornar-se, após uma entrevista incluída neste livro, um dos rostos mais emblemáticos desta força policial.

Sólido e temido bastião do Estado Novo, ninguém escapava ao raio de ação da PIDE: nem Calouste Gulbenkian, o homem mais rico do mundo, que foi preso em 1942; nem o ex-presidente da República marechal Craveiro Lopes, vítima de chantagem de carácter sexual; nem sequer o bispo D. Eurico Dias Nogueira, submetido a constante vigilância, com cartas intercetadas até para o Vaticano e para o próprio Salazar.

«A PIDE foi, antes de tudo o mais, o principal guardião da mais longa ditadura pessoal do século XX e um inimigo jurado da liberdade. Ao longo dos seus 41 anos de existência, sob as designações de PVDE, PIDE ou DGS, fez dezenas de milhares de vítimas. Só presos políticos nominais foram 29 510, o que dava para encher um estádio de futebol de média dimensão. E isto apenas em Portugal, já que nas colónias se ignora o seu número, mas que é seguramente muito superior, atendendo designadamente à extensão, violência e duração das três guerras coloniais.». Saiba mais.


quarta-feira, 22 de outubro de 2025

«Rethinking Pre-distribution and Fiscal Policies to Advance Social Justice»

 


«This Solutions Session, co-hosted by the United Nations Research Institute for Social Development (UNRISD), the Foundation for European Progressive Studies (FEPS), International Budget Partnership, UNICEF, UN OHCHR and NETRIGHT, explores innovative pre-distribution policies, such as direct interventions in labour markets and the economy, as well as redistribution policies such as progressive, gender-just fiscal policies, in support of the three priority objectives of WSSD2—poverty eradication, full and productive employment and decent work and social integration.

By exploring these policies, the session will present concrete solutions on how to address systemic inequality, promote a more level playing field and mobilize resources through fair tax policies to invest in public services and social policy. The session will also discuss necessary reforms of the international trade, investment and financial architecture that would increase policy space for such innovative approaches at local and national levels as well as ways to promote community-led solutions and meaningful participation. Proposals for deepening international cooperation including in support of policy research and ideational exchange by academia and think tanks will be debated. (...)». Saiba mais.

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Mais sobre DESENVOLVIMENTO SOCIAL

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

AQUI ESTAMOS UMA VEZ MAIS COM A «ORÇAMENTAÇÃO POR PROGRAMAS»| e sem surpresa institucionalmente parece matéria cada vez mais fusca com brechas por todos os lados| E PARA TORNAR A REFLEXÃO OBJETIVAMENTE NECESSÁRIA MAIS LEVE O «MEIO-OVO ESTRELADO» DE QUE NOS LEMBRÁMOS




Veja aqui

Bastava olhar para o que sobre a «Orçamentação por Programas» temos escrito neste blogue para se aceitar que a matéria é algo que nos interessa. O que se desenvolveu enquanto docente  também ajudará. O que se praticou ao longo do percurso profissional irá nesse caminho.  Bom, e tudo isto para conquistarmos alguma «credibilidade» teórica e prática e mostrarmos de esforços despendidos, e que a  postura perante a matéria não é casuística. É de cidadã e profissional empenhada, disponível para «boas discussões». A ilustrar, voltemos ao workshop que teve lugar no ISCAL e que se animou:




Este quadro de partida continua básico  para um exercício de reflexão sobre a «ORÇAMENTAÇÃO POR PROGRAMAS» ( OP) a que se pode/deve acrescentar - entre o muito que há  a sistematizar - o que foi dito pelo Senhor Ministro de Estado e das Finanças na Apresentação do Orçamento do Estado para 2026. Diga-se que sem ter sido planeado a seguimos na integra. E foi com satisfação que vimos  a OP a ter espaço distintivo. Mas a nosso ver a grande sobra: há muito caminho a fazer. A discussão ainda nos parece no adro. Contudo, ouviu-se que há abertura para se engrossar o que está «determinado» até a generalização ... Ainda bem, porque «cheira-nos» que se assim não for o destino que nos espera não será diferente do que tem vindo a acontecer: a transformação não acontece. Olhe-se para «a vida da UNILEO».
Outro slide do Workshop - intemporal - que levou a debater-se que é um imperativo, olhado de vários ângulos:


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Lembrou o Senhor Ministro a documentação disponível sobre a OP na internet. Obedientes lá fomos em busca. Nada de novo diríamos mas ainda assim para quem esteja mais longe do «dossier» para facilitarmos o trabalho de quem estiver interessado, desde já:




 

Veja aqui


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Das muitas ideias que aqui e agora se poderiam adiantar - tipo «achas» para esta fogueira de reflexão OP - elegemos esta: para lá do levantamento do que está «decretado», fazer o levantamento do que foi praticado, em termos globais e de organismos desde o 25 Abril ... E houve discussões bem animadas. Alguns ainda lembrarão quando no MInistério da Cultura/Secretaria de Estado da Cultura ao reflectir-se o cruzamento do OP com a ABORDAGEM SISTÉMICA se concluiu que tal como não se pede «meio-ovo estrelado»  a ORÇAMENTAÇÃO POR PROGRAMAS (lembre-se equivalente à Base-Zero) só se cumpre em «TOTALIDADES». Pois é, isso de «pilotos» ... Então, vamos lá a algumas notas que nos mostram que «com ou sem decreto» a Gestão por Programas à luz da GESTÃO PÚBLICA vem de longe, de muito longe ... 



do que lá foi aprendido



do que se pode ler no livro



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 fiquemos por aqui, e neste momento pensamos que seria útil dar alguns contributos de natureza conceptual e mostrar que o aqui em causa deve ser analisado em sede de GESTÃO PÚBLICA ESTRATÉGICA e se alguma coisa não deve ser esquecida em qualquer TRANSFORMAÇÃO ORGANIZACIONAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA é esta. Lá que é estimulante refletir todas estas problemáticas em tempos do DIGITAL e da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL lá isso é ... Bom, mas tudo isto tem de se ensinar e aprender em ambiente académico. E investigado. Numa estreita relação com o que se passa no terreno. E onde é que isso está a acontecer?  

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Até já ...